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Paraná

Vias rurais da Lapa, Mallet e São Mateus do Sul terão dois anos de conservação

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), por meio do Departamento de Estradas de rodagem do Paraná (DER/PR), realizou nesta quinta-feira (18) a sessão de lances do pregão eletrônico para contratar a conservação da PR-433, na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, e da PR-281, entre Mallet e o distrito de Fluviópolis, em São Mateus do Sul, no Centro-Sul, ambas não pavimentadas.

A empresa Hellman Construtora de Obras Ltda. foi a arrematante com a proposta de R$ 16.858.741,00, tendo disputado a licitação com outras duas interessadas, oferecendo lances cada vez menores até uma arrematar o objeto da licitação. Agora ela tem prazo de um dia útil para enviar a documentação necessária bem como sua proposta de preço atualizada, para análise de pregoeiro do DER/PR.

O resultado dessa análise, declarando a empresa vencedora, ou inabilitando-a e convocando a próxima participante, será publicado no portal Compras Paraná e Diário Oficial.

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Estão previstos patrolamento e regularização de leito, escavação de vala lateral, escavação para saídas de água, instalação de bueiro e caixa de retenção e reaterro, além da escarificaçação, conformação e compactação do subleito, entre outros, para atender os dois trechos, que somados tem extensão de 88,42 quilômetros. O contrato terá prazo de execução de dois anos, contados a partir da emissão da ordem de serviço.

O pregão eletrônico foi o primeiro realizado pelo órgão utilizando o Portal de Compras do Governo Federal, atendendo o previsto pela Nova Lei de Licitações e a Resolução SEAP 16.402/2022.

Fonte: Governo PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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