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Paraná

Estado incentiva produtores a apostarem no turismo rural durante a Expoingá 2023

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O III Fórum de Turismo, organizado pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater), a Sociedade Rural de Maringá e a Secretaria de Estado do Turismo, reuniu nesta quarta-feira (10) agricultores rurais da região para discutir o turismo como possibilidade de geração extra de renda para quem vive no campo. O tema desta edição foi “Turismo Rural Fortalecendo as Nossas Raízes”.

O encontro foi direcionado para quem já explora a atividade, quem pretende empreender no segmento ou, ainda, público em geral com interesse em conhecer as opções turísticas que o Estado oferece no Interior. Ele fez parte da 49° Expoingá.

“A ideia foi realizar uma grande troca de experiências para envolvidos nesse setor. Expomos cases de sucesso e levamos informações para que os produtores desenvolvam, nas suas propriedades, o negócio de turismo rural. Nós temos uma linha específica de apoio no IDR-Paraná e o Estado tem a Secretaria de Turismo para apoiar. É uma iniciativa que traz muitos resultados positivos”, afirmou Daniele Bertaglia Begosso, técnica do IDR-Paraná em Maringá, que coordenou o fórum.

O IDR-Paraná atende mais de 250 propriedades que oferecem turismo rural no Estado, desde propriedades especializados em pecuária leiteira e pecuária de corte até as produções de frutas e verduras. E, através de um programa específico de turismo rural, desenvolve mecanismos que incentivam e orientam o agricultor para que ainda mais espaços possam se adaptar para o segmento.

“Temos técnicos trabalhando o ano todo nesse setor e que podem auxiliar os produtores a estruturar programas de turismo bem completos”, afirmou.

A Rota do Queijo Paranaense foi um dos roteiros turísticos apresentados. Ela envolve toda cadeia produtiva de leite do Paraná. No evento, foi realizada a entrega simbólica das placas que identificam as propriedades como participantes da rota, formalizada em 2021.

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A produtora Lívia Trevisan, da Estância Baobá, de Jaguapitã, representou os 33 produtores participantes. “A iniciativa da rota fortalece todo o potencial do Paraná na produção de queijos. Este potencial foi demonstrado no concurso mundial do produto, que entregou 34 medalhas para produtores paranaenses, mais do que outros estados tradicionais no segmento. A Rota do Queijo fortalece o que temos”, disse. 

A Rota das Lavandas, que já virou lei no Paraná, foi outro roteiro turístico destacado no fórum. Criada em 2022 pelo IDR, a rota conta, atualmente, com quatro propriedades e um laboratório da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Os visitantes têm acesso a lavandários para fotos, opções de alimentos feitos com lavanda (sorvete, chocolate, queijos), e podem conhecer o sistema de extração e produção do óleo essencial.

TRABALHO INTEGRADO – Norberto Ortigara, secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, destacou que o Paraná trabalha para qualificar cada vez mais o turismo rural. “A intenção é potencializar esta ferramenta tão importante nas questões econômicas do campo. Diversificas as formas de atrair turistas”, afirmou.

O secretário também reforçou a importância das parcerias. “Trabalhar em conjunto com as prefeituras e outras secretarias ou entidades permite a criação de uma grande rede com trabalhos focados em atrair o cidadão urbano que tenha interesse em conhecer o campo nas diversas modalidades. Estamos abertos para aperfeiçoar as políticas públicas com este foco”, complementou.

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Maria Iraclezia de Araújo, presidente da Sociedade Rural de Maringá, reforçou que toda propriedade é capaz de entrar no segmento. “O que precisa, muitas vezes, é orientação certa para que o agricultor possa fazer da sua propriedade um potencial de negócio. Para isso trouxemos especialistas neste assunto para Maringá”, afirmou. 

O fórum contou com a participações de outros estados. Estiveram presentes representantes de Minas Gerais para falar sobre a Serra da Canastra e da Paraíba para mostrar como Campina Grande promove a tradicional Festa de São João.

Ana Maria Cavalheiro, coordenadora da Secretaria de Turismo na região de Maringá, disse que essa modalidade leva dignidade ao campo. “Este segmento é a oportunidade para que o agricultor não precise sair do seu local de trabalho para conseguir renda e manter a sua família”, afirmou.

ESPAÇO DO TURISMO – O espaço do IDR-Paraná na Expoingá também inovou na organização das Unidades Demonstrativas nesta edição. Ao contrário do que vinha sendo feito nos últimos anos, o tema não está somente numa unidade, mas todas as 13 foram adaptadas como se fossem receber turistas. Além dos visitantes se sentirem mais acolhidos, a ideia é mostrar que toda propriedade, independente do que produz, pode preparar um espaço para receber visitantes e gerar renda extra.

Fonte: Governo PR

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Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia

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A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia  não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.

O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.

TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.

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A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.

No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.

SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.

Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.

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SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.

A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.

Fonte: Governo PR

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