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Paraná

Com investimento de R$ 1,2 milhão, Estado inicia recuperação da PR-492 em Tamboara

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL) iniciou a obra emergencial de recuperação do km 11,64 da PR-492 em Tamboara, no Noroeste, na última sexta-feira (21), feriado de Tiradentes. Está prevista a demolição do local danificado para implantação de colchão drenante, recomposição do bueiro de concreto no local, seguida pela recomposição do talude de aterro, nova pavimentação da pista e sinalização horizontal e vertical.

O investimento do Governo do Estado é de R$ 1.221.083,80, com administração da obra e fiscalização dos serviços pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). O prazo de execução é de até 150 dias, podendo ser finalizada antes, caso as condições climáticas sejam favoráveis.

Dentro do mesmo contrato também está sendo recuperado o aterro da rodovia no km 14,84, danificado pelas chuvas na região, incluindo implantação de novos dispositivos de drenagem no local.

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DESVIO – A rodovia foi atingida por abertura de cratera no eixo da pista no km 11,64 em março, tendo recebido reparos emergenciais do DER/PR à época. Devido à natureza do dano, com infiltração de água sob o aterro, e grande volume de chuvas na região, ela voltou a ceder, levando ao bloqueio do trecho, que fica no perímetro urbano de Tamboara.

Desde então o DER/PR fez estudos e sondagens para elaboração do projeto de recuperação, utilizado na contratação emergencial, agora em andamento.

Atualmente a rodovia está bloqueada entre o trevo de acesso ao município e o cruzamento próximo a um posto do Batalhão da Polícia Rodoviária Estadual, em uma extensão de 2,3 quilômetros, com o tráfego sendo desviado para vias municipais de Tamboara.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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