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Paraná

Com nova exposição, MIS-PR vira palco para celebrar história e legado cultural do choro

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O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), com apoio do Programa de Mestrado em Música da Unespar e Mercado das Pulgas de Curitiba, apresenta a exposição “Choro aqui em todos os lugares – algumas histórias”, que abre nesta quarta-feira (19), às 19h. A abertura da mostra comemora o Dia Nacional do Choro, em 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha, compositor dos chorinhos mais famosos da música brasileira.

Celebrando uma das principais expressões da cultura nacional, a mostra é conduzida para ir além dos fatores acadêmicos, envolvendo também as vivências informais das rodas de choro, com a curadoria de Ana Paula Peters, historiadora, flautista, bacharel em Museologia e professora da Unespar, com 20 anos de pesquisa sobre o gênero.

A exposição apresenta uma visão da história das pessoas e eventos que moldaram o gênero musical, com uma coleção de painéis que retratam as várias gerações de produtores e agentes culturais envolvidos com a produção e difusão do choro. Instrumentos musicais e partituras proporcionam uma experiência imersiva na cultura do Choro, incluindo uma variedade de materiais relacionados, como coletânea de livros, discos, áudios e outros itens de interesse histórico.

Um dos destaques é o livro “Nas Trilhas do Choro”, escrito por Ana Paula, que faz parte da exposição e pode ser acessado por meio deste  link .

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TRAJETÓRIA – Com o tema “Choro aqui em todos os lugares”, a mostra enfatiza que hoje não há um lugar específico para o choro existir. “É um gênero consumido e produzido no Brasil inteiro. E não acontece somente no Brasil, mas também em âmbito global”, explica a curadora. Já o subtítulo “Algumas histórias” faz referência à seleção de diferentes relatos e personagens que envolvem o gênero.

A proposta é levantar a trajetória do choro desde a Era das Rádios, falar de músicos, estudiosos, compositores, jornalistas e produtores como Sidail Cesar. Além disso, a exposição pretende dar voz a agentes culturais e chorões que ainda não alcançaram a visibilidade, como Pedrinho da Viola, e resgatar a presença feminina, em um convite para conhecer as contemporâneas Brejeiras, que seguem os passos de Chiquinha Gonzaga.

A mostra desperta o interesse dos chorões e leva ao público geral a compreensão histórica e cultural do que foi e do que é o choro, destacando o espaço democrático e de sociabilidade gerado por meio da música, que se firma como um gênero que aproxima gerações. 

CHORO NO MIS – A abertura contará com a apresentação do grupo curitibano Choro & Seresta, conjunto mais antigo do Paraná e que tem se apresentado ininterruptamente há 50 anos. Esse grupo é parte fundamental da história do choro paranaense, como reconhece Ana Paula, em uma homenagem merecida aos primeiros integrantes e à importância das gerações de músicos envolvidos nessa trajetória.

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Em cartaz até 18 de junho, a mostra será intensificada com atividades, eventos e palestras oferecidas pelo museu, que dialogam com o tema da exposição.

Em paralelo, o MIS-PR também recebe o IV Seminário Euro-Brasileiro de Choro, que inicia sua programação no dia 24 de abril para músicos, estudantes e público geral participarem de debates e apresentações.

A diretora do museu, Mirele Camargo, destaca que a intenção é unificar os chorões da cidade e promover uma imersão interessante e didática na cultura deste gênero musical. “A exposição e os eventos que estamos promovendo são uma oportunidade para conhecer e celebrar a riqueza deste gênero musical brasileiro e para apreciar a sua história e evolução”, complementa.

Serviço:

Exposição “Choro aqui em todos os lugares – algumas histórias”

Abertura com o grupo Choro & Seresta

19 de abril – 19 horas

Em cartaz até 18 de junho

Museu da Imagem e do Som do Paraná – R. Barão do Rio Branco, 395

Entrada franca

Fonte: Governo PR

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Paraná

Reforço histórico: Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

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O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição.

A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson.

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Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

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Fonte: Governo PR

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