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Paraná

Mural histórico de Poty Lazzarotto mantido pela Sanepar é um presente cultural a Curitiba

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Nesta quarta-feira (29), quando se comemora o aniversário de 330 anos de fundação da capital paranaense, a data abriga outro marco importante: o artista curitibano Poty Lazzarotto (1924-1998) completaria 99 anos. Desenhista e muralista de renome nacional e uma das grandes expressões da arte, Poty deixou um mural sobre a história do saneamento, mantido pela Sanepar na parede externa da casa de bombas do Reservatório Cajuru, conhecido como a Caixa-d’Água do Alto da XV, na Praça das Nações, em Curitiba.

O painel, sobre azulejo branco, reproduz figuras coloridas que contam a evolução do sistema de abastecimento de água da Capital. Com 23 metros de comprimento e três de altura, a obra é formada por 1.344 azulejos. Na composição, figuram um índio à beira do rio, uma mulher carregando uma lata d’água na cabeça, a construção de um poço, as tubulações do primeiro sistema de abastecimento de água, nos Mananciais da Serra, os pipeiros que distribuíam água para a população, até o sistema atual, com água encanada.

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Inaugurado em 4 de abril de 1996 o mural também é uma homenagem da Sanepar à Curitiba, terra natal de Poty. Napoleon Potyguara Lazzarotto, foi desenhista, muralista, ilustrador, gravurista, ceramista e deixou imagens em livros, jornais e catálogos. Tem murais espalhados em diversos pontos do Brasil e do Exterior, como em Portugal, França e Alemanha. Em Curitiba, foram catalogados 43 murais em locais públicos.

O acervo do artista está guardado do Museu Oscar Niemeyer, que conta com uma exposição sobre ele. “Poty, Entre Dois Mundos”, em cartaz na Torre do Olho do MON e reúne 130 obras. É um recorte da maior coleção já doada à instituição, com aproximadamente 4,5 mil obras.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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