Connect with us


Paraná

Foz do Iguaçu recebe oitava edição do Encontro de Gestores do Esporte do Paraná

Publicado em

O Encontro de Gestores do Esporte do Paraná – “O Esporte Que Queremos”, acontece nos dias 13 e 14 de abril, em Foz do Iguaçu, no Oeste. A oitava edição do evento tem como base o compartilhamento de experiências e principais resultados das políticas aplicadas pela Secretaria de Estado do Esporte.

De acordo com Joselene Anjos, coordenadora de Planejamento Estratégico e organizadora das sete edições anteriores, o encontro se tornou emblemático e muito esperado pelos gestores, que têm a oportunidade de conhecer o planejamento anual da secretaria, sua estrutura organizacional e os canais de acesso às iniciativas de incentivo e fomento que o Estado promove.

“Além do Estado se apresentar neste contexto, há também a participação do governo federal. Como carro-chefe do evento, trazemos ao gestor pautas de capacitação que são trabalhadas de acordo com a demanda do esporte nos municípios”, afirma Joselene.

Outro objetivo do evento é a reunião dos 399 municípios em um único local. A coordenadora dos Escritórios Regionais da Secretaria, Rosimeire de Caires, garante que todos estão empenhados em convidar e motivar a participação dos gestores de cada cidade. “A construção do Esporte que Queremos na prática acontece quando cada um reconhece a sua importância e a importância do outro no processo”, afirma.

Leia mais:  Saúde e Conass desenvolvem ferramenta para georreferenciar dengue, chikungunya e zika

As inscrições estão abertas e são incentivadas pelo secretário estadual do Esporte, Helio Wirbiski. “Convido a todos que venham conhecer nosso planejamento estratégico e todo o programa esportivo do Paraná para os próximos quatro anos. Todos serão muito bem-vindos e muito bem recebidos em Foz do Iguaçu”, diz Wirbiski.

EDIÇÃO ANTERIOR –  A sétima edição do encontro foi em dezembro de 2021 e contou com mais de 500 participantes. As palestras e debates destacaram o protagonismo dos gestores esportivos e tiveram foco em tecnologias, inovações e a verticalização do sistema esportivo federal, estadual e municipal.

Serviço:

Encontro de Gestores do Esporte do Paraná

Data: 13 e 14 de abril.

Local: Rafain Palace Hotel & Convention (Av. Olímpio Rafagnin, 2.357 – Parque Imperatriz – Foz do Iguaçu/)

Inscrição: www.ead.pr.gov.br/login/index.php

Mais informações: (41) 3313-6050

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

Published

on

O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

Leia mais:  Em Umuarama, MPPR emite recomendações para garantir que médicos residentes atuem somente com supervisão direta e efetiva

“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

Leia mais:  Troféu Elite premia campeões em provas de salvamento aquático, no Litoral

Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262