Esportes
Com gol de Lucca e jogando com um a menos, Ponte vence o CSA por 1 a 0
Com um gol de Lucca (que marcou com toda a frieza após bela roubada de bola de Nicolas) e mesmo jogando com um a menos por quase todo o segundo tempo, por causa de expulsão polêmica de Fraga, a Ponte Preta venceu o CSA por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, jogando fora de casa. Foi a primeira vez que o time de Maceió perdeu em casa na série B deste ano.
“Fizemos um grande jogo. Na parte final a gente sentiu um pouco, mas tivemos o controle, sem muitos sustos, mesmo com um a menos. Foi um resultado importante, contra um adversário direto. A gente precisava muito”, diz Lucca.
Além da expulsão, a Ponte ainda teve um desfalque de última hora antes de entrar em campo, já que Léo Naldi teve indisposição estomacal – alguns outros jogadores e integrantes da comissão técnica também sofreram com o problema, mas se recuperaram a tempo do jogo.
Com o resultado desta noite, a Macaca chegou a 18 pontos e ganhou uma posição na tabela, ultrapassando o próprio CSA. Porém, caso o Náutico – que tem a mesma pontuação – perca para o Grêmio por dois ou mais gols de diferença nesta sexta, às 21h30, a Ponte sai do Z4 nos critérios. A equipe do técnico Hélio dos Anjos volta a campo na próxima sexta (15), às 19 horas, contra o Criciúma – mais uma vez fora de casa.
O jogo
A Ponte chegou pela primeira vez ao ataque pela esquerda, logo no primeiro minuto. Artur cruzou e defesa do CSA mandou para escanteio. Artur mesmo cobrou e a defesa oponente tirou de cabeça. Aos quatro, Norberto chegou à linha de fundo e cruzou para Nicolas, mas Lucão fez o corte de cabeça.
Aos seis, Lucca fez boa jogada individual pela direita e cruzou. Fessin e Norberto disputaram a bola, mas defesa do CSA levou a melhor. Dois minutos depous, em novo lance de ataque, Norberto cruzou na área, mas a zaga cortou.
O time da casa, então, começou a chegar um pouco mais ao gol de Caíque, mas sem perigo. Aos 16, Nicolas tentou arrancar da ponta direita para o meio e se queixou de falta, mas o juiz mandou o jogo seguir.
Aos 26, Fessin fez jogada de velocidade e chegou ao ataque, mas acabou desarmado pela defesa, Aos 32, quase saiu o gol da Macaca. Artur cruzou na área e Wallisson cabeceou certeiro, para defesa à queima roupa do goleiro adversário. Na sequência, a bola acabou sendo cortada para escanteio.
Aos 42, Nicolas saiu em velocidade e foi parado em falta aparente, mas o juiz não anotou. Três minutos depois, o juiz encerrou a primeira etapa sem que ninguém balançasse as redes. Na etapa complementar, a Macaca teve a primeira chance antes do minuto inicial, com Norberto cruzando para a área do CSA, mas a defesa cortou.
O gol da Macaca saiu aos onze, graças a Nicolas, que aproveitou erro de saída do CSA, ficou com a bola e passou para Lucca. Com toda a frieza, o artilheiro da série B – agora com oito gols – parou de frente para o gol e finalizou com perfeição. 1 a 0.
Aos 18, um lance polêmico: em lance de disputa de bola, Fraga acertou a bola e o rosto do adversário e recebeu amarelo. No VAR, porém, o juiz resolveu trocar o cartão por um vermelho – ação considerada equivocada pela Central do Apito, na transmissão da SporTV.
Aos 24, Wallisson fez jogada de rapidez e chutou forte, mas a bola saiu do lado direito do gol, com perigo. Quatro minutos depois, quase a Ponte ampliou. Artur passou para Danilo Gomes, que girou na área e mandou uma bomba, para defesa quase impossível do goleiro oponente.
Mesmo com um a menos, a Ponte era guerreira e buscava o segundo gol. Aos 31, Wallisson tentava chegar ao ataque e sofreu falta de Sassá, que acabou levando a pior no lance e o jogo foi parado para atendimento médico. Aos 35, o estreante Luiz Felipe ganhou bola na área adversária e no bate e rebate, Wallisson ficou com ela e chutou forte, mas ela saiu.
No minuto seguinte, Caíque França fez bela defesa em lance perigoso em que Mezenga estava impedido, mas que só foi marcado depois pela arbitragem. Aos 44, quase a Ponte ampliou mais uma vez, com belo chute de Danilo Gomes que o camisa 1 oponente se esticou inteiro, mandando para escanteio – mas o árbitro deu tiro de meta. No minuto seguinte, mais uma chance da Macaca em saída errada do adversário.
O juiz dei sete minutos de acréscimo e aos 48 os donos da casa quase empataram, mas a cabeceada de Bruno Mota parou em defesa segura de Caíque França.
Ficha do jogo
Ponte Preta: Caíque França; Artur, Douglas Mendes, Fábio Sanches, Thiago Oliveira e Norberto (Bernardo); Fraga, Wallisson e Fessin (Danilo Gomes); Lucca (Luiz Felipe) e Nicolas (Igor Formiga). Técnico: Hélio dos Anjos.
CSA: Marcelo Carné; Igor (Lucas Marques), Wellington Nascimento, Lucão, Diego Renan e Geovane (Mezenga); Giva Santos (Sassá), Gabriel e Yann Rolim (Bruno Mota); Lucas Barcelos (Didira) e Osvaldo. Técnico: Alberto Valentim.
Gols: Lucca, aos onze do segundo tempo.
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhães apitou, com Michael Correia e Thiago Rosa de Oliveira coo assistentes. Jose Jaini Oliveira Bispo foi o quarto árbitro.
Cartões amarelos: Thiago Oliveira, Bernardo (Ponte); Diego Renan (CSA).
Cartão vermelho: Fraga (Ponte), aos 16 do segundo tempo.
Jogo válido pela 17ª rodada da série B, disputado no estádio Rei Pelé
fonte: https://pontepreta.com.br/com-gol-de-lucca-e-jogando-com-um-a-menos-ponte-vence-o-csa-por-1-a-0/
Fonte: Agência Esporte
Esportes
Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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