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Política Nacional

Acre elege Marcio Bittar e Mara Rocha para o Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgOs eleitores do Acre elegeram para o Senado Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos). Com 99,07% dos votos apurados, Bittar tinha 221.494 votos, enquanto Mara contabilizava 155.494 votos.

Os mandatos de ambos — com duração de oito anos — começam em 1º de fevereiro de 2027 e terminam em 31 de janeiro de 2035.

Marcio Bittar

Aos 63 anos, Marcio Bittar foi reeleito para o Senado. Agropecuarista, nasceu em Franca (SP) e iniciou sua carreira política em 1981 como secretário-geral da Juventude do MDB. Foi eleito deputado estadual em 1994 e deputado federal em 1998 e em 2010. Em 2018, foi eleito pela primeira vez ao Senado. Durante seu primeiro mandato como senador, defendeu temas como: controle de gastos, ajuste fiscal e redução do tamanho do Estado; desenvolvimento econômico do Acre com foco em infraestrutura, agronegócio e iniciativa privada; além da defesa da propriedade e do uso produtivo da terra e da floresta. 

O primeiro suplente de Marcio Bittar é Jebert Nascimento (PL); o segundo suplente é Livio Veras (PP).

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Mara Rocha

Natural de Rio Branco, a jornalista, empresária e ex-deputada Mara Rocha se torna senadora pela primeira vez aos 53 anos. Mara chegou a trabalhar por cerca de 26 anos na área de comunicação. Ela exerceu o mandato de deputada federal entre 2019 e 2023. Entre suas principais bandeiras na Câmara estão a defesa de mais infraestrutura e integração para comunidades isoladas; o desenvolvimento regional e ampliação das áreas de livre comércio; e matérias relacionadas a produção rural, regularização fundiária e revisão de regras ambientais. 

O primeiro suplente de Mara Rocha é o pastor Raimundo Moreira; o segundo suplente é o empresário Francisco Moreira. Os dois são filiados ao Republicanos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

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A Bahia elegeu Rui Costa (PT) para seu primeiro mandato no Senado e reelegeu Jaques Wagner (PT). Os dois ocuparão as vagas do estado em disputa nas eleições de 2026. Com 98,4% das urnas apuradas, Rui Costa chegou a 4.252.226  milhões de votos, equivalentes a 30% dos votos válidos. Jaques Wagner alcançou 3.907.885 milhões de votos, ou 27,6% dos votos válidos.

Rui Costa dos Santos nasceu em Salvador, em 1963. Economista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), também fez curso técnico em Instrumentação Industrial pela Escola Técnica Federal da Bahia. Trabalhou como economista e técnico do Polo Petroquímico de Camaçari e foi dirigente sindical antes de ocupar cargos públicos.

Foi vereador de Salvador, secretário de Relações Institucionais e secretário da Casa Civil da Bahia. Eleito deputado federal em 2010, deixou o mandato durante parte do período para integrar o governo estadual. Em 2014, foi eleito governador da Bahia e, em 2018, reeleito no primeiro turno. Em 2023, assumiu como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, cargo que ocupou até abril de 2026. Seus suplentes são Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma Dantas Gama Alves (PT).

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Reeleito para o Senado, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1951. Foi técnico de manutenção na indústria petroquímica e dirigente sindical. Na política, exerceu três mandatos de deputado federal pela Bahia, entre 1991 e 2003, e comandou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.

Wagner foi governador da Bahia entre 2007 e 2014. Em 2015, foi ministro da Defesa e, depois, ministro-chefe da Casa Civil. Eleito senador pela Bahia em 2018, foi líder do governo no Senado entre 2023 e junho de 2026. Seus suplentes são Marcelo Guimarães Filho (Podemos) e Edylene Ferreira (Republicanos).

Entre os projetos apresentados por Wagner no Senado estão o que aprimorou a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), convertido em lei em 2025, e o que autorizou o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações em operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), transformado em lei em 2026. Wagner também apresentou projeto que institui o Plano Nacional de Bioeconomia e Restauração do Bioma Caatinga.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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