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Outono no Paraná registrou temperaturas dentro da média e volumes de chuvas mais altos

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O balanço do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), divulgado nesta quinta-feira (18), aponta que as temperaturas durante o outono de 2026 no Estado ficaram dentro da média, e os volumes de chuva acima dos acumulados históricos na maior parte do território paranaense. A estação teve vários registros de granizo, os primeiros registros de geada e as temperaturas mais baixas do ano até o momento.

O outono começou em 20 de março de 2026. No trimestre, as temperaturas mínimas, geralmente registradas no amanhecer, ficaram dentro a acima da média em toda a faixa norte do Paraná e na Região Metropolitana de Curitiba. A temperatura mais baixa foi  -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

Já as temperaturas máximas, que geralmente ocorrem à tarde, ficaram dentro a ligeiramente abaixo da média, principalmente na faixa norte e na região de Antonina, no Litoral. A temperatura mais alta registrada pelas estações do Simepar no Paraná no outono de 2026 foi em 30 de março, em Capanema: 38,7°C.

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Na maior parte do Paraná, a média entre as máximas e mínimas no trimestre do outono ficou dentro da média histórica. Ficaram um pouco abaixo as temperaturas médias da região de Foz do Iguaçu, e ligeiramente acima em Cruzeiro do Oeste, Telêmaco Borba, União da Vitória e Guaratuba.

Com relação às chuvas, o volume ficou acima da média histórica em toda a faixa norte do Paraná, bem como nos Campos Gerais. Na Região Metropolitana de Curitiba os ficaram dentro a ligeiramente acima da média, assim como no Centro-Sul e no Oeste. Apenas no Sudoeste e na parte sul do Litoral os volumes de chuva no trimestre ficaram abaixo da média histórica.

MÊS A MÊS – Em março, muitas massas de ar seco atuaram sobre o Paraná. As temperaturas mínimas, máximas e médias ficaram dentro a acima da média em todo o Estado. Entre as 47 estações meteorológicas do Simepar com mais de seis anos de operação, apenas oito atingiram o volume de chuva histórico para o mês de março.

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Em abril, foram registrados vários dias consecutivos sem chuva e, quando choveu, os volumes foram altos o suficiente para que a maioria das estações ultrapassassem a média histórica para o período. Ficaram abaixo, ou muito perto da média histórica de chuvas para abril, somente 13 estações. As temperaturas médias ficaram dentro a acima da média histórica. Uma nuvem funil foi classificada pelo Simepar em Cascavel no dia 19 de abril. Os primeiros registros de geada do ano ocorreram em 28 de abril.

Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para o mês. Em 18 estações, o volume médio histórico de chuva foi atingido nos primeiros dez dias do mês.

Fonte: Governo PR

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PMPR e IAT apreendem 95 aves e aplicam mais de R$ 400 mil em multas em Guarapuava

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), e o Instituto Água e Terra (IAT) apreenderam 95 aves silvestres e aplicaram R$ 400,7 mil em multas durante a Operação Voo Livre, realizada entre esta segunda e quinta-feira (15 e 18), em Guarapuava, na região Central do Estado.

A ação fiscalizou 40 criadores amadores de passeriformes e teve como objetivo verificar a regularidade da manutenção de aves silvestres em cativeiro. Durante as vistorias, os agentes identificaram diversas irregularidades relacionadas à criação e manutenção dos animais.

Das 95 aves apreendidas, 25 foram imediatamente devolvidas à natureza. Outras 11 foram encaminhadas ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) para avaliação e recuperação. As demais permaneceram sob responsabilidade do Instituto Água e Terra, em parceria com o centro especializado.

Segundo o comandante da 4ª Companhia de Polícia Ambiental, capitão Leandro Warde Fonseca, a atuação integrada dos órgãos reforça o combate aos crimes ambientais e garante a destinação adequada dos animais resgatados. “A integração entre a Polícia Militar Ambiental, o Instituto Água e Terra e o Cetras reforça o compromisso conjunto no combate aos maus-tratos e ao tráfico de animais silvestres, garantindo a recuperação e a destinação adequada daqueles apreendidos”, destacou.

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De acordo com a coordenadora de Fiscalização do Escritório Regional do IAT em Guarapuava, Caroline Rech, as ações também contribuem para a preservação da fauna nativa. “Além de garantir o cumprimento da legislação ambiental, essas ações fortalecem a proteção da biodiversidade, promovem a rastreabilidade dos animais e contribuem para a conservação das populações naturais de aves silvestres”, afirmou.

A manutenção irregular de aves silvestres em cativeiro e os maus-tratos aos animais podem causar impactos significativos ao meio ambiente, comprometendo a reprodução das espécies, a dispersão de sementes e o equilíbrio ecológico. Por isso, a fiscalização desses plantéis é considerada fundamental para a proteção da biodiversidade e da saúde única.

Fonte: Governo PR

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