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MCTI dobra número de escolas no Programa Mais Ciência na Escola em Santa Catarina

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou mais uma etapa do programa Mais Ciência na Escola, dessa vez em Santa Catarina. Nesta quarta-feira (17), a ministra Luciana Santos anunciou a inclusão de mais 15 escolas públicas, totalizando 30 unidades atendidas, em evento no Bairro da Juventude, em Criciúma (SC).

Para a ministra, o lançamento no estado faz parte de uma estratégia mais ampla do MCTI de reconstruir a capacidade do Brasil de investir em conhecimento. “Nós estamos falando de uma política que nasce de uma convicção muito profunda: a ciência precisa começar cedo. Ela não pode ser vista como algo distante, reservada apenas aos grandes laboratórios ou aos centros de pesquisa. A ciência precisa entrar na escola pública como parte da formação dos nossos meninos e meninas, como instrumento de curiosidade, pensamento crítico, criatividade e cidadania”, disse.

Na primeira fase do programa no estado, iniciada em 2025, foram atendidas 15 escolas, com um investimento de R$ 1,5 milhão. Agora, os números dobram, passando para 30 colégios participantes e R$ 3 milhões aplicados na região pelo MCTI, com execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Com a inclusão das novas unidades, agora serão 300 bolsas para estudantes e 300 bolsas para professores, ambos da educação básica. Além disso, o investimento também proporciona a instalação de equipamentos como impressoras 3D, cortadoras a laser, notebooks, telescópios e ferramentas voltadas ao desenvolvimento de projetos de experimentação científica e tecnológica.

Segundo Luciana Santos, o programa faz parte da decisão de abrir caminhos para que as escolas públicas também sejam locais de criação, experimentação e construção de futuro. “Quando um país leva ciência para dentro da escola, ele está dizendo à sua juventude que o conhecimento também lhe pertence, que a tecnologia não precisa ser apenas consumida, mas pode ser compreendida, criada e colocada a serviço da sociedade”, concluiu a ministra.

A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do MCTI, Germana Pires, relata que o Mais Ciência na Escola é um programa que funciona na ponta, nas escolas. “Vemos desenvolvimento de pesquisas cientificas, crianças criando robôs, tecnologias, pesquisas inovadoras. Esse programa tem dado muitos resultados concretos. Quando falamos de futuro, esses meninos já estão pesquisando e inovando neste momento, enquanto crianças. No futuro, podemos imagina-los em outro patamar”.

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Para a reitora em exercício do IFSC, Ana Paula Kuczmynda, o anúncio reforça os resultados positivos já atingidos pelo programa. “Nenhuma mudança social é feita sem parcerias, e esse programa mostra que, quando trabalhamos juntos, as coisas dão certo. Estamos muito animados com esse novo passo e trabalhamos para que dê cada vez mais certo”, analisou.

As escolas atendidas pela iniciativa são distribuídas em mais de 25 municípios, como Florianópolis, São José, Palhoça, Blumenau, Pomerode, Criciúma, Caçador, Concórdia, Palmitos, Chapecó e São Carlos. A iniciativa é executada pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Mais Ciência na Escola

Lançado em 2024, o programa tem o objetivo de promover o letramento digital e a educação científica com a implementação de laboratórios Mão na Massa, espaços montados dentro das escolas públicas em que os estudantes podem colocar em prática ideias e criações inovadoras, transformando teoria em prática. A iniciativa ainda oferece planos de atividades, formação de professores e bolsas para educadores e alunos.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil

PRF apreende 25 fuzis em maior ação da história da corporação

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Brasília, 17/6/2026
– A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, na tarde desta quarta-feira (17), a maior apreensão de fuzis da história da corporação. A ação ocorreu na BR-277, em Santa Terezinha do Iguaçu (PR), próximo à fronteira entre Brasil e Paraguai, e integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Durante a operação, os policiais encontraram 25 fuzis e 16 pistolas escondidos em um caminhão carregado com insumos para ração animal. Até então, a maior apreensão de fuzis da PRF havia sido registrada no Rio de Janeiro, em agosto de 2020.

O veículo era conduzido por um homem de 28 anos e transportava uma carga de insumos para ração animal que seguia da Argentina para Minas Gerais. Durante a abordagem, o motorista demonstrou nervosismo e informou aos policiais que transportava armas. Na vistoria, foram localizados armamentos e peças ocultos na cabine do caminhão.

Após a retirada e a montagem do material apreendido, foram contabilizados:

• 25 fuzis (22 calibre 5,56 mm e três calibre 7,65 mm);
• 898 munições de calibre 7,62 mm;
• 16 pistolas (14 calibre 9 mm e duas calibre .40);
• 4.150 munições calibre 9 mm;
• 127 carregadores.

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Entre as armas apreendidas, destacam-se dois fuzis AK-47, armamento de infantaria utilizado por grupos guerrilheiros, forças paramilitares e organizações criminosas. Em razão da confiabilidade e do baixo custo de produção, esse modelo se tornou uma das armas militares mais difundidas no mundo e também uma das mais utilizadas pelo crime organizado.

Diante dos fatos, o motorista foi preso e encaminhado à Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR), onde foi registrada a ocorrência por tráfico internacional de arma de fogo, crime cuja pena pode chegar a 16 anos de reclusão.

O Programa Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia federal voltada ao enfraquecimento financeiro e operacional das facções criminosas, por meio de ações integradas de controle, investigação e combate destinadas a desarticular a logística dessas organizações.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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