Brasil
Inscrições abertas para curso de epidemiologia aplicada à vigilância em saúde
Estão abertas as inscrições para o curso “Epidemiologia Descritiva e Estudos Epidemiológicos Aplicados à Vigilância em Saúde”, oferecido pelo Ministério da Saúde por meio do Programa de Fortalecimento da Epidemiologia nos Serviços de Saúde (PROFEPI). Gratuita e na modalidade de educação a distância, a formação tem carga horária de 40 horas e oferta contínua.
O curso é voltado a trabalhadoras e trabalhadores da saúde e aborda temas como fundamentos da epidemiologia, análise de dados, indicadores de saúde e estudos epidemiológicos. O objetivo é fortalecer a capacidade dos profissionais para utilizar informações estratégicas na vigilância em saúde e na tomada de decisões baseadas em evidências no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, destaca que a qualificação permanente dos profissionais é estratégica para fortalecer a capacidade de resposta do SUS aos desafios de saúde pública e aprimorar as ações de vigilância em todo o país.
“Profissionais capacitados são essenciais para que a vigilância em saúde seja cada vez mais eficiente, integrada e orientada por evidências. Ao investir em formação, ampliamos a capacidade de identificar riscos, prevenir doenças e desenvolver ações que impactam diretamente a saúde e a qualidade de vida da população brasileira”, afirma.
Para receber o certificado, os participantes deverão obter aproveitamento mínimo de 70% nas avaliações de cada módulo.
Serviço
- Curso: Epidemiologia Descritiva e Estudos Epidemiológicos Aplicados à Vigilância em Saúde
- Inscrições: A partir de 17 de junho de 2026
- Modalidade: Educação a distância (EAD)
- Carga horária: 40 horas
- Oferta: Contínua
- Público-alvo: Trabalhadoras e trabalhadores da saúde
Mais informações sobre o curso e outras ofertas de formação podem ser consultadas no PROFEPI.
João Moraes
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Brasil
No BRICS, o Governo do Brasil apresenta pesca e aquicultura como fundamental para a segurança alimentar e nutricional
O Ministério da Pesca e Aquicultura participou da 16ª Reunião de Ministros da Agricultura do BRICS, realizada nos dias 12 e 13 de junho de 2026, em Indore, Madhya Pradesh, Índia. O evento teve como tema “Construindo para a Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”. Nele foi adotado, por consenso, a Declaração Conjunta da 16ª Reunião dos Ministros da Agricultura do BRICS.
A presidência indiana, que lidera os BRICS neste ano, apresentou uma agenda centrada no fortalecimento da segurança alimentar e nutricional global. O objetivo é focar na construção de parcerias voltadas à inovação para o desenvolvimento agrícola sustentável, inclusivo e resiliente à mudança do clima, com especial atenção à agricultura familiar.
Pesca e Aquicultura
Na Declaração Conjunta, os ministros da Agricultura do BRICS reconheceram o papel fundamental da pesca e da aquicultura para a segurança alimentar, nutricional, para a manutenção da renda e dos empregos de milhões de pessoas. Além do MPA, o documento foi assinado pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do Brasil (MDA).
Com isso, o Governo Federal se compromete com o avanço das ações coordenadas para promover a inclusão social e os meios de subsistência dos pescadores e aquicultores, aumentar a produtividade e expandir o comércio justo de alimentos e bioinsumos aquáticos e conservar os ecossistemas, para assegurar a sustentabilidade a longo prazo da pesca e da aquicultura. Também incentivam investimentos em pesca bem gerida, à expansão e intensificação da aquicultura.
De maneira particular, o Governo Federal reitera o compromisso em apoiar a pesca artesanal e a aquicultura de pequena escala. Desta forma, amplia oportunidades de emprego, de renda e de segurança alimentar. Além disso, incentivaram ações que conservem a pesca artesanal como patrimônio cultural dos BRICS.
Os Ministros da Agricultura dos BRICS ainda concordaram em aprofundar a cooperação no Diálogo do BRICS sobre Pesca e da Aquicultura, estabelecida em 2025, sob a presidência brasileira do BRICS.
Os onze países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã) respondem conjuntamente por mais de 60% da produção global de pescado. Isso representa cerca de 25% da pesca de captura e 75% da aquicultura mundiais. Também respondem por mais de 85% da produção global de algas.
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