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Com investimento de R$ 407,8 milhões, duplicação da BR-080 avança entre Taguatinga e Brazlândia

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Uma das principais portas de saída de Brasília em direção a Goiás, a BR-080 passa por obras que vão ampliar a capacidade da rodovia e melhorar as condições de tráfego na região. Nesta segunda-feira (8), o ministro dos Transportes, George Santoro, vistoriou as obras de duplicação entre Taguatinga e Brazlândia e acompanhou de perto o andamento dos serviços executados no trecho.

“A BR-080 era a última saída do Distrito Federal que ainda não era duplicada. Agora vamos começar a entregar os primeiros trechos e avançar com esse compromisso assumido pelo presidente Lula e pelo senador Renan Filho”, afirmou o ministro dos Transportes, George Santoro. 

Com investimento de R$ 407,8 milhões, as obras contemplam 24,6 quilômetros de extensão, preveem a implantação de uma nova pista em concreto e integram os investimentos do Novo PAC voltados à ampliação da capacidade da malha rodoviária federal.

A obra alcança cerca de 20% de execução física, com serviços em andamento nas etapas de terraplenagem, drenagem e pavimentação. Santoro também acompanhou os trabalhos na passarela em construção próxima ao Hospital de Brazlândia, que está em fase final de implantação. 

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Iniciadas no segundo semestre de 2024, as obras têm previsão de entrega dos primeiros oito quilômetros duplicados em breve. 

Participaram da visita o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício Galvão, e o superintendente regional da autarquia em Goiás e no Distrito Federal, Flávio Murilo Gonçalves Prates de Oliveira. 

Nova etapa de duplicação

Além das intervenções entre Taguatinga e Brazlândia, a duplicação da BR-080 avança em direção à divisa com Goiás. A obra beneficiará diretamente a região de Brazlândia, importante polo produtor de frutas e hortaliças.

Em abril deste ano, o ministro George Santoro autorizou o início das obras de duplicação e adequação de outros 16,26 quilômetros da rodovia, entre Brazlândia e a divisa do Distrito Federal com Goiás. O investimento para essa etapa é de R$ 147,5 milhões.

“Brazlândia tem uma população de cerca de 100 mil pessoas e um fluxo diário muito intenso em direção a Brasília. Além disso, a região concentra uma produção agrícola importante e recebe milhares de visitantes ao longo do ano. A duplicação vai trazer mais segurança e melhores condições de deslocamento para quem utiliza a rodovia”, concluiu Santoro. 

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Parteiras e parteiros indígenas de todo o Brasil se reúnem em encontro nacional

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Entre os dias 08 e 11 de junho, a capital de Rondônia será palco de um movimento histórico: o primeiro Encontro Nacional de Parteiras e Parteiros Indígenas. Organizado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, o evento não é apenas uma reunião técnica, mas um gesto de reconhecimento ao protagonismo de mulheres e homens que, há gerações, protegem os ciclos da vida e a sobrevivência física e cultural de seus povos.

O encontro responde a um chamado das próprias comunidades e busca reconhecer as “tecnologias da floresta”, à luz do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante três dias, representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), além de especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mergulharão em uma jornada de escuta sensível e troca de experiências.

Reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como figuras cruciais para a saúde materna, as parteiras tradicionais desenvolvem um saber construído na prática e na transmissão oral. Esse conhecimento acumulado será o centro das atenções em Porto Velho. A programação prevê diálogos sobre o preparo do corpo para a gestação, o uso de ervas medicinais e o cuidado com as adolescentes desde a primeira menstruação.

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“Este encontro representa um passo importante no reconhecimento das parteiras e parteiros indígenas como guardiões de conhecimentos ancestrais”, destaca a secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé. Segundo ela, a iniciativa visa construir caminhos para que esses saberes sejam respeitados e integrados às políticas públicas de saúde.

Tecendo o futuro da saúde indígena

A metodologia do evento foi desenhada para ser tão profunda quanto os temas tratados. Atividades como a dinâmica “Tecendo Conhecimentos” e a construção da “Árvore do Conhecimento” permitirão que os participantes sistematizem suas práticas de forma coletiva.

O encontro ainda prevê a elaboração de dois documentos orientadores: o Guia de Parteira para Parteira, focado em boas práticas, rituais e o uso de kits de cuidado; e o Guia para Profissionais de Saúde, uma bússola para que as equipes de saúde saibam como acolher e articular as práticas tradicionais com a medicina biomédica de forma culturalmente sensível.

 Ao promover esse diálogo intercultural, o Ministério da Saúde reafirma que a equidade e a integralidade do SUS só são plenamente alcançadas quando a espiritualidade e a autonomia dos povos indígenas são levadas em conta no ato de cuidar. O evento que se inicia em 9 de junho promete ser um marco onde a tradição e a modernidade se encontram para garantir que o nascimento em territórios indígenas continue sendo um ato de celebração da vida.

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Leidiane Souza
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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