Brasil
Entidades cadastradas pelo MTE no PNMPO podem participar de RFI do Banco do Nordeste
As entidades que atuam com microcrédito e microcrédito produtivo orientado habilitadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) podem participar do RFI (Request for Information), evento promovido pelo Banco do Nordeste que tem como objetivo coletar informações para compreender a capacidade técnica, operacional, econômica e financeira das entidades. O prazo para envio das informações vai até o dia 5 de junho de 2026.
O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado é uma política do Governo do Brasil voltada à ampliação do acesso ao crédito para microempreendedores de baixa renda, associando financiamento, orientação técnica e proteção social. O programa também busca estimular a formalização de trabalhadores que atuam na informalidade, facilitando o acesso ao microcrédito e promovendo inclusão produtiva.
Atualmente a receita anual máxima permitida para pessoas físicas e jurídicas organizadas de forma individual ou coletiva atendidas pelo programa é de R$ 360 mil, com um limite máximo de crédito concedido aos empreendedores de R$ 21 mil.
Cabe ao Ministério do Trabalho e Emprego coordenar o programa e o Fórum Nacional de Microcrédito, além de manter o cadastro nacional das instituições operadoras e desenvolver instrumentos de monitoramento e avaliação das ações realizadas.
Acesse aqui o RFI (Request for Information) do Banco do Nordeste do Brasil. Dúvidas e informações sobre o RFI podem ser adquiridas pelo endereço [email protected]
Brasil
É Fake News! Informações falsas na internet deturpam projetos de maternidades do Novo PAC Saúde
São falsas e enganosas as alegações feitas em vídeo que circula nas redes sociais sobre projetos elaborados pelo Ministerio da Saude que servem de referência para construção de maternidades. Ao contrário das afirmações mentirosas do vídeo, os projetos referenciais funcionam como um cardápio de soluções técnicas qualificadas, elaborado para apoiar gestores públicos na implantação de estabelecimentos assistenciais alinhados às políticas mais recentes do SUS. Sua utilização é facultativa e flexível, podendo ocorrer de forma integral ou parcial.
O Ministério da Saúde está realizando a maior entrega da história no Novo PAC Saúde, com a construção de maternidades, policlínicas, unidades básicas de saúde e outras estruturas em todo o território brasileiro, especialmente para alcançar quem mais precisa e que historicamente teve menos acesso aos serviços sanitários. Por isso, foram criados os projetos referenciais, uma iniciativa inovadora voltada à ampliação da capacidade de planejamento e execução de obras de saúde por estados e municípios, com foco em garantir para a população acesso aos serviços em menor tempo.
No caso das maternidades, o projeto atende integralmente às normas técnicas e sanitárias vigentes e prevê espaços específicos, internos e externos, destinados ao acolhimento e à locomoção das pacientes no pré-parto, parto e pós-parto (PPP), devidamente compartimentados e separados das demais áreas da unidade por barreiras físicas, o que garante privacidade e segurança às mulheres e seus acompanhantes.
Também em outras obras, os projetos contemplam barreiras físicas em áreas sensíveis e mecanismos de controle de acesso voltados à segurança de pacientes, acompanhantes e profissionais. Adotam critérios de acessibilidade e desenho universal, com previsão de rotas acessíveis, circulação adequada, sanitários adaptados, sinalização e condições de acesso para usuários com deficiência ou mobilidade reduzida.
Os entes federativos têm autonomia para realizar as adequações necessárias, inclusive previstas no próprio processo, podendo, por exemplo, utilizar apenas parte do projeto arquitetônico ou alguns projetos complementares de engenharia, desde que sejam mantidas as diretrizes assistenciais e técnicas previstas. Somente após essas adequações o projeto referencial pode ser caracterizado como projeto básico ou executivo.
O Novo PAC Saúde está investindo R$ 34,7 bilhões em todo o país. Estão previstos 2.605 UBS, 336 CAPS, 100 policlínicas, 4.643 ambulâncias do SAMU, 922 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs), além de diversos outros tipos de obras e equipamentos voltados ao fortalecimento do SUS.
Fonte: Ministério da Saúde
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