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Governador entrega nova APAE e anuncia mais R$ 8 milhões para Prado Ferreira

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior inaugurou neste sábado (23) a nova sede da APAE de Prado Ferreira e anunciou mais R$ 8 milhões em investimentos ao município do Norte do Paraná. A nova estrutura da Escola Professora Marilena Kutani Pedrangelo é a sexta APAE inaugurada das 26 unidades que o Governo do Estado está construindo em todo o Paraná para melhorar o atendimento na educação especial.

O governo investiu R$ 1,8 milhão na construção da escola, que tem uma estrutura adequada e totalmente adaptada para o atendimento de cerca de 30 alunos com síndrome de Down, no espectro do autismo, deficiência motora ou intelectual. São seis salas de aula, salas de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, biblioteca, sala dos professores, secretaria, direção, banheiros adaptados, refeitório, cozinha e outras áreas. 

“Esta obra tem um significado muito especial, porque atende os alunos da educação especial do município. O Paraná nunca tinha construído escolas especializadas, e agora estamos fazendo 26 em todo o Estado”, ressaltou Ratinho Junior. “E são unidades modernas, adaptadas, da maneira que tem que ser para atender nossos alunos especiais com qualidade e dignidade”.

Até então, a APAE de Prado Ferreira, que foi criada em 2014, funcionava em um local cedido pelo município, mas passou por outros imóveis alugados e improvisados, que não eram adaptados para os alunos.

“Esta nova sede é um sonho que está se realizando. Antes da criação da APAE aqui os alunos tinham que se deslocar até a cidade vizinha de Florestópolis, e depois que criamos ela aqui já melhorou muito. Agora, com este prédio novo, vai melhorar muito”, explicou o prefeito Sílvio Damasceno.

A diretora da Escola Professora Marilena Kutani Pedrangelo, Fernanda Gonçalves, ressaltou que o novo espaço atende a uma necessidade das famílias e profissionais. “Estávamos em um espaço improvisado, por um tempo usávamos casas que pagávamos aluguel, até ir para dois prédios cedidos pela prefeitura, um onde funcionava a parte pedagógica e outro a parte clínica, tudo muito apertadinho. Agora teremos esses dois espaços em um só lugar, que tem uma estrutura melhor”, explicou.

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DIFERENÇA – A dona de casa Natália Oliveira de Souza, de 31 anos, é mãe de Heitor, de seis anos, que é autista portador da Síndrome de Austin e está há um ano na instituição, depois de passar por uma escola regular. “Vir para a APAE fez uma diferença muito grande no desenvolvimento dele, porque ele tem um cuidado individualizado e especializado para cada criança, diferente das escolas convencionais. O Heitor era não verbal e passou a falar e tem tido uma grande evolução”, contou.

“As profissionais sempre foram maravilhosas e a junção família e escola tem dado muito certo. Agora com um espaço como este só tende a melhorar, é um abraço para a família, que nos deixa muito felizes e tranquilos. Ele gostou muito da escola nova”, completou.

MAIS NOVAS UNIDADES – Além desta unidade, o governo já entregou as novas sedes das APAEs de Nova Laranjeiras, Flor da Serra do Sul, Altamira Paraná, Douradina e Nossa Senhora das Graças. Outras dez estão em construção e mais 11 em andamento, entre processos de licitação e conclusão de documentação. 

O investimento total projetado para essas obras é de R$ 60,2 milhões. A ideia é acabar com espaços improvisados para atendimento de crianças e jovens, principalmente nos pequenos municípios. A coordenação é da Secretaria das Cidades. 

APOIO E INCLUSÃO – Para além da infraestrutura física, o apoio à educação especial no Paraná é robusto. Entre 2023 e 2027, o Estado investirá um total de R$ 2,1 bilhões nas Apaes, beneficiando cerca de 56 mil alunos. Uma novidade histórica é a distribuição de kits escolares específicos para estas unidades, com um aporte de R$ 3 milhões.

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Atualmente, o Paraná conta com 400 associações. Ao garantir espaços próprios, planejados e acessíveis, o Governo do Estado muda a realidade de décadas em que estas entidades operavam em prédios adaptados e mantidos com o esforço de famílias e entidades filantrópicas, reafirmando o compromisso com a inclusão e a dignidade das pessoas com deficiência intelectual ou múltiplas deficiências.

OUTROS INVESTIMENTOS – Além da APAE, o governador também autorizou a implantação do trevo de acesso a Prado Ferreira, com investimento de R$ 3,6 milhões da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística para a construção de uma passagem em nível na PR-170.

“A interseção da PR-170 com o município é muito importante porque era um ponto crítico e tinha muitos acidentes. A obra vai trazer segurança para que acessa a cidade”, afirmou o prefeito. 

O Governo do Estado também está destinando R$ 3,9 milhões, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), para a compra de equipamentos rodoviários, incluindo dois caminhões caçamba, uma pá carregadeira, uma retroescavadeira e uma escavadeira. Os maquinários já foram adquiridos pelo município.

Além disso, mais R$ 665,6 mil estão sendo investido pela Secretaria de Estado das Cidades (Secid) para a construção de um barracão industrial no Parque Industrial Henrique Pacheco de Almeida Prado.

PRESENÇAS — Participaram da inauguração o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi; os deputados federais Sandro Alex, Luiz Carlos Hauly e Luísa Canziani; os deputados estaduais Pedro Paulo Bazana, Cobra Repórter e Do Carmo; o chefe da Casa Militar, coronel Marcos Tordoro; o subchefe da Casa Civil, Lúcio Mauro Tasso, prefeitos da região e demais autoridades.

Fonte: Governo PR

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Simulado da Defesa Civil em Antonina treina população para situações de inundação

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Os moradores do bairro Jagatá, em Antonina, no Litoral do Paraná, participaram neste sábado (23) de um simulado de desastre de inundação. A comunidade, com 23 residências onde vivem 53 pessoas, está localizada numa área de mangue, suscetível a variações de maré da baía localizada a poucos metros das casas de madeira.

O exercício foi realizado pela prefeitura com apoio do Estado, envolvendo cerca de 50 profissionais das Defesa Civil estadual e municipal, secretarias, Corpo de Bombeiros e voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER).

A ação é parte do trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil na preparação dos municípios para o enfrentamento de inundações, alagamentos e deslizamentos que podem ocorrer com a passagem do El Niño pelo Paraná, que deve ser de forte intensidade.  

“Pudemos testar a capacidade que temos hoje para num evento de alagamento, como a gente pode acessar a comunidade. Entendemos na prática como funciona o plano de contingência, de que maneira as secretarias municipais atuam em conjunto e em caso de necessidade, como melhorar o atendimento à população”, avaliou o capitão Dhieyson Budernik, coordenador do 6º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil Estadual. 

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A escolha do bairro foi definida a partir da peculiaridade deste ponto, como explica Sidnei Train, secretário municipal da Defesa Civil. “Fizemos um levantamento recente e havia poucas informações sobre este local. Já tivemos situações em que choveu muito e a maré estava alta, as pessoas ficaram ilhadas e não conseguiam sair. Identificamos a necessidade de priorizar a preparação desses moradores para futuras ocorrências”, destaca. 

O exercício começou por volta das 9h30 com o acionamento das equipes dos bombeiros e da defesa civil e envolveu o suporte de uma ambulância para o treinamento de resgate a uma pessoa com dificuldade de locomoção. “Pudemos medir o tempo das equipes para se deslocar, acessar o local. Isso ajudou a conhecer o terreno e estarmos mais ambientados para poder dar uma resposta mais efetiva diante de um caso real”, detalha o tenente Alexandre de Moraes, comandante do Corpo de Bombeiros de Antonina. 

Os moradores foram orientados a se reunir no início da rua principal, ponto de encontro previamente escolhido, onde dois ônibus garantiram o deslocamento para o abrigo mais próximo, na Escola Municipal Gil Feres. Na chegada, todos foram cadastrados e participaram de uma palestra com orientações básicas sobre como perceber sinais de mudança e adotar medidas de segurança antes do agravamento da situação. 

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GRATOS PELAS ORIENTAÇÕES – Trabalhador do porto, Carlos Alberto e a família vieram de Curitiba para morar no bairro. Nos seis anos que estão no local já presenciaram alagamentos, deslizamentos e temporais com destelhamento de casas. “Ficamos muito gratos em receber orientações sobre como proceder tanto para saber o que fazer quanto para poder auxiliar outras pessoas. Agora vamos poder ajudar no resgate e levar a pessoa num local que não alaga, além de ensinar para outros moradores também.

ÁGUAS DE MARÇO – Antonina foi um dos municípios mais afetados pelo maior desastre do Litoral em 2011, que ficou conhecido como Águas de Março. Na ocasião, o volume concentrado de chuva em poucos dias provocou inundações, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, a tragédia atingiu 1.281 casas, destas, 287 foram evacuadas, deixou 1.160 pessoas desabrigadas e 8.172 desalojadas, afetando as redes de abastecimento de água e energia elétrica.

Fonte: Governo PR

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