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Vacinação de trabalhadores e viajantes já está disponível em aeroportos do Paraná

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Começou nesta terça-feira (19) a ação de vacinação contra o sarampo, influenza, febre amarela e outras doenças nos aeroportos do Paraná. A estratégia é uma articulação do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O objetivo é imunizar trabalhadores aeroportuários e viajantes que passam pelos principais aeroportos do Paraná.

Quem passa pelo Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e Aeroporto Governador José Richa (LDB), em Londrina, já pode receber as doses. Em São José dos Pinhais a vacinação será das 8h às 17h e em Londrina das 8h às 14h. Além destes, a imunização acontecerá no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU), na quarta-feira (20), entre 9h30 e 17h e, na quinta-feira (21), no Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior (MGF), das 11h às 14h e das 17h às 20h.

O agente aeroportuário Guilherme Ferreira de Souza foi um dos beneficiados com a imunização no Aeroporto Afonso Pena. Ele conta que foi um dos primeiros da fila para garantir a imunização contra a influenza. “A gente lida com várias pessoas no dia a dia. Tomei a vacina da gripe e me sinto mais protegido e estou contente de ter isso próximo a mim”, contou.

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O secretário estadual da Saúde, César Neves, destacou a importância da ação extramuros e da parceria com a Anvisa para alcançar a comunidade aeroportuária. Ele também reforça a necessidade de manter a caderneta de vacinação em dia diante do cenário internacional e da aproximação do inverno.

“Durante essa semana, faremos uma grande ação de vacinação nos principais aeroportos do Paraná. Essas ações extramuros têm enfoque muito importante voltado para as vacinas de influenza e do sarampo, fazendo um chamamento aos viajantes que estão indo para o hemisfério Norte assistir à Copa do Mundo”, afirmou o secretário. “ É importante reiterar que colocar a carteira de vacinação em dia é proteger toda a sociedade”.

COMUNIDADE PROTEGIDA – A Anvisa reforça que é fundamental que os trabalhadores que atuam em portos, aeroportos e fronteiras também estejam com as vacinas em dia. A alta circulação de pessoas procedentes das mais variadas regiões do mundo torna esses profissionais especialmente vulneráveis ao contato com doenças.

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O esquema vacinal do sarampo varia conforme a faixa etária. Pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses com o componente do sarampo. Já a população de 30 a 59 anos precisa comprovar ao menos uma dose. Para receber o imunizante durante a ação nos aeroportos, é obrigatório apresentar documento oficial com foto e a carteira de vacinação.

Durante as abordagens nos aeroportos, as equipes de saúde também oferecem doses contra febre amarela, dupla adulto e influenza (gripe). A vacina contra a febre amarela é aplicada em dose única ou duas doses, a depender da data inicial da vacinação, para pessoas até 59 anos. A vacina dupla adulto (dT) protege contra o tétano acidental e a difteria e é recomendada para pessoas a partir de 7 anos de idade com dose de reforço a cada 10 anos.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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