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Curso de Operações de Inteligência reúne agentes de segurança de vários estados no Piauí

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Teresina, 18/5/26 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), realiza o Curso de Operações de Inteligência, iniciado nesta segunda-feira (18). A formação reúne dezenas de profissionais de segurança pública na Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), em Teresina (PI).

A iniciativa tem como objetivo preparar agentes da segurança pública para atuar na área de inteligência, com foco em operações especiais. A capacitação combina conteúdos teóricos e práticos sobre técnicas de coleta de informações voltadas à análise de dados para a segurança pública.

“Este é o curso mais completo da carteira da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), que forma operadores com atividades práticas e conhecimento teórico. Hoje, representantes de diversos estados estão no Piauí para receber esse treinamento e retornar às suas unidades de origem com uma maior rede de networking, mais conhecimento teórico e toda a experiência prática adquirida durante a formação”, afirma o diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, delegado José Anchieta Nery.

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De acordo com o diretor de Inteligência da SSP-PI, delegado Yan Brayner, a realização da formação fortalece a integração entre a Senasp e as forças estaduais, promovendo troca de experiências e atualização contínua da atividade de inteligência.

“Acredito que esta é uma oportunidade tanto para aprender quanto para trocar experiências com os instrutores da Senasp”, destaca.

Promovida também pela Diretoria de Ensino e Pesquisa e pela Coordenação-Geral de Ensino da Senasp, a formação segue até 30 de maio, em parceria com a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil do Piauí (PC-PI).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Ministro Luiz Marinho dialoga com setor aéreo sobre o fim da escala 6×1

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o CEO da LATAM Airlines no Brasil, Jerome Cadier, para debater a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso) no setor da aviação civil. A reunião ocorreu na sede do MTE, em Brasília.

Durante o encontro, o ministro destacou que a iniciativa do Executivo busca promover melhores condições de trabalho, especialmente para categorias mais impactadas por jornadas extensas, sem comprometer a dinâmica dos setores econômicos. Também ressaltou que as mudanças consideram as especificidades de cada segmento e os instrumentos legais vigentes, como as negociações coletivas.

Na reunião, Luiz Marinho explicou que a proposta do governo visa reduzir a jornada máxima de trabalho no país de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial.

O Projeto de Lei nº 1838/26, encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional e atualmente em análise na Câmara dos Deputados, prevê que a duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não exceda 40 horas semanais, observada a jornada diária de até oito horas, ressalvadas as hipóteses de compensação de jornada e de escalas especiais previstas na CLT, em leis específicas e em negociações coletivas de trabalho.

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É o caso da categoria dos aeronautas, que já atua sob as especificidades da Lei nº 13.475, que dispõe sobre o exercício da profissão de tripulante de aeronave.

De acordo com Luiz Marinho, a proposta do governo não busca gerar instabilidade, mas sim avançar na proteção dos trabalhadores. “Não há qualquer razão para querermos tumultuar atividades econômicas, muito pelo contrário”, afirmou o ministro.

Além do Projeto de Lei do Executivo, o Congresso Nacional discute uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/2025), que estabelece o limite de 40 horas semanais para as jornadas de trabalho no país.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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