Paraná
Estado vai criar grupo para coibir motoristas clandestinos em aeroportos e rodoviárias
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), promoveu na manhã desta segunda-feira (18) uma reunião com representantes de sindicatos e associações de taxistas e motoristas de aplicativos para ouvir as demandas sobre a atuação de motoristas irregulares em aeroportos e rodoviárias e discutir soluções para a segurança da atividade da categoria profissional e dos usuários.
Com a participação de membros dos comandos da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Civil do Paraná (PCPR), o encontro definiu a criação de um grupo de trabalho para intensificar a fiscalização nos pontos relatados pela categoria onde operam os motoristas irregulares, não cadastrados em aplicativos ou incluídos no serviço de táxi.
De acordo com o secretário da Segurança Pública, Saulo de Tarso Sanson, ações de fiscalização irão inibir a ação dos motoristas clandestinos. Ele destacou que os motoristas regulares participarão do grupo de trabalho ajudando a nortear os trabalhos para coibir o crime em aeroportos e rodoviárias. “É um problema que ocorre em diversos municípios. O transporte clandestino tem prejudicado a atividade regular”, explicou.
“Criamos um grupo de trabalho para identificar os problemas e apontar soluções. Vamos promover ações integradas de fiscalização urbana, lideradas pela Polícia Militar com ações preventivas e repressivas para coibir irregularidades. Iremos formalizar todos os encaminhamentos com órgãos da Segurança Pública, prefeituras, Procon, sindicatos e aeroportos e rodoviárias, através de um grupo multidisciplinar”, afirmou o secretário.
Participaram da reunião o assessor da Governadoria do Governo do Estado, coronel Hudson Leôncio Teixeira; o coordenador do Conselho de Operações Integrada de Segurança Pública da Sesp, coronel Sérgio Augusto Ramos; o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva; o assessor da PCPR na Sesp, delegado Ítalo Biancardi, e representantes das forças de segurança nos municípios.
Também estiveram presentes representantes do Procon/PR, do Detran/PR, da Polícia Federal, das prefeituras de Curitiba, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, São José dos Pinhais e de sindicatos de taxistas da capital e do interior.
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Segundo o presidente do Sindicato dos Taxistas do Estado do Paraná (Sinditaxi), Djalma Rodrigues, a criação de um grupo de trabalho é positiva para a categoria. “Queremos eliminar o transporte clandestino, que não está em plataformas de aplicativo e coloca a população em risco”, afirmou.
Para a presidente do Sinditaxi de Foz do Iguaçu, Alice Brandão, o risco à segurança dos passageiros é prioridade. “Os sindicatos não estão contra a mobilidade urbana, queremos preservar o respeito às categorias que a fazem de forma regular e profissional”, explicou.
Fonte: Governo PR
Paraná
Vereadores de Toledo denunciados pelo MPPR após solicitarem propina de R$ 300 mil para aprovação de projeto de lei são condenados por corrupção passiva
Dois vereadores do mandato 2021-2024 de Toledo, no Oeste do estado, denunciados pelo Ministério Público do Paraná, foram condenados pelo crime de corrupção passiva. Investigação da 4ª Promotoria de Justiça da comarca concluiu que os dois parlamentares solicitaram vantagem indevida (propina) no valor de R$ 300 mil a uma empresa do ramo de energia que tinha interesse na aprovação de um projeto de lei então em trâmite na Câmara Municipal. Decisão da 1ª Vara Criminal de Toledo, publicada nesta segunda-feira, 18 de maio, fixou a pena de sete anos de prisão e a perda do cargo público para os dois vereadores, que foram reeleitos e atualmente estão no exercício de novo mandato.
As investigações apontaram que, em 31 de outubro de 2024, os vereadores solicitaram a um representante da empresa o repasse da quantia como condição para garantirem a aprovação de matéria legislativa que tinha como objeto a regularização de uma servidão de passagem que seria importante para a colocação de tubulações necessárias à construção de uma Central de Geração Hidrelétrica (CGH) no Rio São Francisco (em Toledo), na época em negociação com o Município.
A decisão, da qual cabe recurso, determinou o regime semiaberto para o início do cumprimento das penas de reclusão.
Processo 0008332-36.2025.8.16.0170
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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