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Paraná

Presidente da Adapar aponta presença da Copel como importante suporte ao produtor rural

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O diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins, destacou a participação da Copel, na 52ª edição da Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá (Expoingá), como um suporte importante ao produtor rural paranaense.

“Somos hoje os maiores produtores de proteína animal. O fornecimento de energia elétrica de qualidade é de grande relevância para a criação de frangos, peixes e suínos, para que o Paraná possa, cada vez mais, estar à frente dos outros estados nessa cadeia produtiva. Sem a energia elétrica não há desenvolvimento no campo”, disse.

Martins aponta como destaques os programas Copel Agro, dedicado à cadeia de proteína, e o Se Liga Aí Paraná, parceria da Copel com o governo do Estado para incentivar a conexão à rede trifásica.
“Se a gente olhar porque que a Copel criou isso, é um grande avanço. Nós tínhamos linhas monofásicas. Agora, com a linha trifásica, vamos ter uma energia elétrica melhor e de mais qualidade para manter a produção”.

Pela linha direta 0800 643 76 76, exclusiva do Copel Agro, os produtores rurais cadastrados são atendidos por teleatendentes que atuam 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica.

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COPEL AGRO – O programa Copel Agro completou um mês de operação com o registro de mais de 30 mil atendimentos a produtores rurais. O programa dá suporte prioritário a clientes da cadeia de proteína (peixe, frango, leite, porco), com a atividade registrada no Cadastro do Produtor Rural (CAD/PRO) do Estado do Paraná, para a resolução de casos de interrupções de energia.

O índice de satisfação CSAT (Customer Satisfaction Score) com os serviços do Copel Agro alcançou 95,4% neste primeiro mês de operação.

São cerca de 76 mil clientes a com este perfil atendidos pelo programa em todo o território paranaense. Pela linha direta e exclusiva, os produtores rurais são atendidos por teleatendentes 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica.

Além do atendimento exclusivo a produtores rurais, o programa envolve infraestrutura própria que contempla equipe dedicada no Centro de Operações da Copel, composta de 70 profissionais que atuam em escala 24 horas por dia; a ampliação do quadro de eletricistas em regiões com maior produção agrícola; a implantação de escolas de eletricistas em regiões estratégicas para o reforço do quadro próprio de profissionais e a utilização de tecnologia de ponta para a conectividade das equipes de campo (Starlink).

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A Copel está presente na Expoingá com um moderno estande onde é possível conhecer os programas e projetos da companhia e receber orientações sobre serviços. A feira segue até domingo (17), no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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