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Estância Guarita aposta em genética inédita e alta valorização do Brangus na ExpoBrangus 2026

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A valorização da raça Brangus no mercado pecuário brasileiro deve ganhar mais um capítulo importante durante a ExpoBrangus 2026. Integrando a programação oficial do evento, a Estância Guarita, de Alegrete (RS), levará ao mercado uma oferta exclusiva de genética de alto padrão, reforçando o cenário positivo vivido pela raça nos últimos anos.

O leilão será realizado nos dias 13 e 14 de maio e contará com uma seleção enxuta, porém altamente qualificada, formada por animais considerados estratégicos dentro do programa genético da propriedade.

Ao todo, serão ofertadas 30 matrizes de plantel e 30 receptoras prenhas, reunindo acasalamentos inéditos e linhagens selecionadas para produtividade, adaptação e qualidade genética.

Oferta selecionada reforça estratégia da Guarita

Segundo o criador e proprietário da Estância Guarita, Alex Fonseca, a proposta do remate é disponibilizar ao mercado apenas animais com elevado potencial produtivo e genético.

De acordo com o pecuarista, a seleção foi construída para atender criadores que buscam agregar qualidade genética consistente aos seus plantéis.

A estratégia da propriedade acompanha o momento de forte valorização da raça Brangus, impulsionado pelo aquecimento da pecuária de corte e pelo aumento da procura por animais adaptados e eficientes.

Mercado do boi gordo fortalece valorização da raça

O cenário positivo da pecuária brasileira também tem contribuído para elevar a expectativa em torno do leilão.

A recuperação dos preços do boi gordo, aliada ao fortalecimento do Brangus nos sistemas produtivos, ampliou o interesse de investidores e pecuaristas pela raça.

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Segundo Alex Fonseca, eventos recentes ligados ao Brangus ajudaram a aumentar a visibilidade nacional da genética da raça, especialmente após a realização do Mundial Brangus.

A proximidade da ExpoBrangus 2026 reforça ainda mais o ambiente de valorização e expectativa positiva para os negócios.

Brangus avança no cruzamento industrial e ganha espaço no campo

Com mais de dez anos dedicados à seleção da raça, a Estância Guarita avalia que o Brangus vive atualmente o melhor momento de sua trajetória no Brasil.

A expansão da raça ocorre principalmente pela crescente utilização no cruzamento industrial, sistema que busca unir produtividade, rusticidade e qualidade de carne.

Entre os diferenciais mais valorizados do Brangus estão justamente a eficiência produtiva, o desempenho a campo e a maior resistência a parasitas, como o carrapato, em comparação às raças europeias puras.

Essas características têm contribuído diretamente para redução de custos dentro das propriedades e para melhoria dos índices zootécnicos da pecuária nacional.

ExpoBrangus amplia visibilidade da genética nacional

A ExpoBrangus também é vista pelos criadores como uma importante vitrine para a raça no Brasil.

O evento reúne pecuaristas, investidores e selecionadores de diferentes regiões do país, fortalecendo a troca de genética e ampliando o alcance comercial dos plantéis.

Além da presença física dos animais, as transmissões digitais e a repercussão nas redes sociais têm ajudado a expandir a visibilidade do Brangus em nível nacional.

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Segundo os organizadores, o crescimento da qualidade genética e do número de animais expostos confirma a evolução da raça dentro da pecuária moderna.

Leilão terá transmissão ao vivo e oferta dividida em dois dias

O remate da Estância Guarita será dividido em dois dias de negócios durante a ExpoBrangus 2026.

No dia 13 de maio, serão ofertadas as receptoras prenhas. Já em 14 de maio, o foco será nas novilhas de plantel.

A transmissão ocorrerá ao vivo pelas plataformas Lance Rural, Remate Web e Parceria TV.

O leilão terá comando do leiloeiro Fábio Crespo, enquanto a condução da mesa ficará sob responsabilidade da Parceria Leilões e Programa Leilões.

Pecuária busca genética eficiente e adaptada

Em um cenário de crescente demanda por eficiência produtiva, adaptação e qualidade de carne, o Brangus vem consolidando espaço entre as principais opções da pecuária de corte brasileira.

Com o lema “Olhar para o futuro respeitando as origens”, a Estância Guarita reforça sua proposta de unir tradição, inovação genética e foco em produtividade.

A expectativa do setor é de que a ExpoBrangus 2026 consolide mais um ciclo de valorização da raça e fortaleça o interesse por investimentos em genética bovina de alta performance.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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IGP-M registra deflação de 0,50% em junho; queda nas commodities reduz preços ao produtor e alivia inflação

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,50% em junho, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Após avançar 0,84% em maio, o indicador voltou ao campo negativo impulsionado, principalmente, pela queda dos preços das commodities energéticas, minerais e de importantes produtos agropecuários.

Com o resultado, o IGP-M acumula alta de 3,27% no ano e 3,16% nos últimos 12 meses, indicando uma desaceleração da inflação medida pelo índice amplamente utilizado no reajuste de contratos de aluguel, tarifas e diversos serviços.

Commodities e agronegócio puxam queda do IPA

O principal responsável pela deflação do IGP-M foi o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que apresentou queda de 0,97% em junho, revertendo a alta de 0,91% registrada no mês anterior.

Segundo a FGV, a normalização dos preços internacionais das commodities energéticas e minerais, após o alívio das tensões no Estreito de Ormuz, contribuiu para reduzir os custos ao produtor.

No setor agropecuário, mesmo diante das preocupações relacionadas ao clima e ao aumento dos custos de produção, as principais culturas continuam apresentando desempenho positivo em 2026. Esse cenário favoreceu a redução dos preços de produtos importantes, como:

  • Cana-de-açúcar;
  • Café em grãos.
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De acordo com o economista Matheus Dias, do FGV IBRE, parte dessa queda já começa a chegar ao consumidor final, especialmente nos preços da gasolina, do etanol e do café em pó.

Matérias-primas registram maior recuo

Entre os estágios de produção analisados pelo IPA, o maior destaque foi a forte retração das matérias-primas brutas, que passaram de alta de 0,43% em maio para queda de 2,76% em junho.

Já os bens finais desaceleraram para alta de apenas 0,23%, enquanto os bens intermediários avançaram 0,45%, ambos com ritmo significativamente inferior ao observado no mês anterior.

O comportamento evidencia uma redução das pressões inflacionárias ao longo da cadeia produtiva, especialmente nos setores ligados ao agronegócio e às commodities.

Inflação ao consumidor perde força

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também mostrou desaceleração em junho, ao subir 0,47%, abaixo dos 0,61% registrados em maio.

Cinco das oito classes de despesas pesquisadas apresentaram redução no ritmo de alta:

  • Habitação;
  • Alimentação;
  • Saúde e Cuidados Pessoais;
  • Transportes;
  • Vestuário.

A desaceleração dos alimentos reforça o impacto positivo da maior oferta agrícola e da redução dos preços em diversas cadeias produtivas, beneficiando o consumidor.

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Por outro lado, os grupos Despesas Diversas, Educação, Leitura e Recreação e Comunicação registraram aceleração no período.

Construção civil mantém pressão sobre custos

Na contramão dos demais indicadores, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou para 0,85% em junho, acima dos 0,77% registrados em maio.

O principal fator foi o avanço dos custos com mão de obra, cuja variação passou de 0,43% para 0,91%.

Já os grupos Materiais e Equipamentos e Serviços apresentaram desaceleração, embora permaneçam contribuindo para a elevação dos custos da construção civil.

Cenário favorece controle da inflação

O desempenho do IGP-M em junho reforça um cenário de menor pressão inflacionária na economia brasileira, especialmente nos preços ao produtor. A combinação entre recuo das commodities internacionais, boa evolução das principais safras agrícolas e redução nos preços de combustíveis contribui para aliviar parte da inflação ao consumidor.

Para o agronegócio, o resultado sinaliza um ambiente de maior estabilidade nos custos de produção em diversas cadeias, embora fatores climáticos e geopolíticos continuem sendo monitorados por produtores, indústrias e investidores ao longo do segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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