Paraná
Estado e prefeitura vão construir duas novas pontes de concreto em Mamborê
A Prefeitura de Mamborê, na região Centro-Oeste, e Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL) vão construir duas novas pontes de concreto, um investimento de R$ 840.873,36. As obras são realizadas por meio de convênios, com aporte total de recursos do Estado.
“As novas pontes em concreto trazem maior segurança para os usuários, principalmente por serem mais resistentes à ação das chuvas, e também foram projetadas para permitir a passagem de veículos maiores e mais pesados, permitindo novas opções de deslocamento e ajustes no tráfego para Mamborê”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Fernando Furiatti.
Uma delas, no valor de R$ 428.332,81, será construída sobre o Rio Sununu, em estrada de acesso para a Comunidade Pensamento, na zona rural. Ela terá 11 metros de comprimento por 7 metros de largura.
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A outra vai ficar sobre o Ribeirão Mamborê na Rua Adina Corrêa Cionek, dentro do perímetro urbano do município, também com 11 metros de comprimento por 7 metros de largura.
Ambas vão substituir antigas pontes de madeira, e utilizarão peças pré-fabricadas de concreto, incluindo aduelas, alas laterais, guarda-roda e lajes, com os berços e capas executados no local, também em concreto. Está prevista ainda a instalação de novas placas de sinalização e adequações das vias de acesso, com serviços de cascalhamento.
A previsão é de construir cada estrutura em 30 dias, após licitação e contratação das obras, o que caberá à Prefeitura de Mamborê, responsável por administrar o andamento dos serviços. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) vai fiscalizar ambas as empreitadas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Fazendinha da Expoingá aproxima público urbano da produção agrícola
A tradicional Fazendinha da Expoingá está de volta em 2026 com força renovada e protagonismo ampliado da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O espaço, que integra ciência, educação e entretenimento, promete encantar visitantes de todas as idades ao apresentar, de forma prática e interativa, o universo da produção rural no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro.
Um dos responsáveis pela organização do espaço, o professor Ednaldo Michellon, do Departamento de Agronomia, destaca que a Fazendinha é resultado de um esforço coletivo. A iniciativa reúne parcerias com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), além da Sociedade Rural de Maringá, responsável pela feira.
Segundo Michelon, o local oferece uma verdadeira imersão no campo. “O visitante vai encontrar diversos experimentos com plantas, hortaliças e um bosque preservado, além da presença de animais. A sericicultura, com o bicho-da-seda, deve retornar e costuma encantar especialmente as crianças”, explica.
Entre as novidades deste ano está a demonstração de sistemas de aquaponia, que integra a criação de peixes ao cultivo de plantas, utilizando a água como elemento de conexão sustentável entre as atividades. A iniciativa conta com apoio de projetos acadêmicos e evidencia o papel da universidade na difusão de tecnologias voltadas à agricultura sustentável.
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A estrutura da Fazendinha também inclui espaços como a Casa do Colono — uma recriação histórica da colonização de Maringá —, áreas com flores, hortas e demonstrações práticas que incentivam o cultivo de alimentos em pequenos espaços, inclusive em residências urbanas.
Apesar de ocupar uma área estimada em cerca de um hectare, o espaço demanda grande esforço logístico. De acordo com o professor, a montagem exigiu intenso trabalho das equipes técnicas, que enfrentaram condições desafiadoras do solo para preparar os canteiros e desenvolver os experimentos. “Quem visita não imagina nem 1% do trabalho envolvido”, afirma.
A expectativa é que cerca de 200 mil pessoas passem pela Fazendinha durante o evento, dentro de um público total que pode chegar a 500 mil visitantes. Um dos destaques é o atendimento a escolas, com atividades educativas voltadas ao público infantil, reforçando o papel da extensão rural como ferramenta de desenvolvimento social.
Além da exposição, o espaço contará com cursos e oficinas ao longo da programação, incluindo capacitações sobre práticas agroecológicas para controle de pragas e doenças. A área de gastronomia e a chamada “Feira de Sabores” também ganham destaque, integrando produtores, instituições e iniciativas voltadas à agricultura familiar.
Para Michellon, a Fazendinha simboliza a essência da extensão universitária. “A proposta é mostrar ao público urbano como o rural pode contribuir para a qualidade de vida, especialmente por meio da alimentação saudável e sustentável”, ressalta.
Fonte: Governo PR
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