Polícial
PCPR conclui inquérito sobre desvio de recursos de associação em Palotina
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu, nesta terça-feira (5), o inquérito policial que apurou o desvio de recursos financeiros pertencentes a uma associação vinculada a uma unidade de ensino infantil em Palotina, no Oeste do Estado.
As investigações tiveram início após uma comunicação realizada em novembro de 2025, quando surgiram indícios de movimentações financeiras irregulares envolvendo valores administrados pela associação.
Segundo o delegado da PCPR Antonio Laercio Sousa, os recursos teriam sido desviados por meio de transferências bancárias não autorizadas e retenção de valores arrecadados em eventos promovidos pela entidade. O prejuízo identificado ultrapassa R$ 20 mil.
No decorrer do inquérito, a PCPR também reuniu elementos que indicam que parte dos valores teria sido utilizada em apostas virtuais. Segundo a investigação, houve admissão extrajudicial dos fatos e reconhecimento parcial da dívida, com devolução de parte dos valores.
“Diante das provas reunidas, a Polícia Civil concluiu pelo indiciamento da investigada pelo crime de apropriação indébita majorada em razão da função de tesoureira exercida na associação”, explica.
O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para análise e adoção das medidas cabíveis. A PCPR segue atuando na apuração de crimes envolvendo recursos destinados à comunidade escolar e ao interesse público.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR cumpre ordem judicial de afastamento cautelar de dois funcionários públicos em Palmital
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu na manhã desta quinta-feira (7), uma ordem judicial de afastamento cautelar de dois funcionários públicos de Palmital, no Oeste do Estado.
A medida foi determinada pelo Poder Judiciário no âmbito de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado pelo Ministério Público de Palmital para apurar os crimes de excesso de exação, prevaricação e falsidade ideológica supostamente praticados pelos investigados.
O Ministério Público ofereceu denúncia contra os investigados e representou pelo afastamento cautelar dos cargos diante de indícios de que as práticas investigadas ocorreriam há pelo menos 15 anos.
“Na manhã desta quinta-feira, a PCPR acompanhou o cumprimento da medida cautelar e assegurou que os investigados não tivessem mais acesso às dependências da unidade judicial”, explica o delegado da PCPR Marcio Cristiano.
Fonte: PJC PR
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