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Agro digital: Cerradão leva 4G ao campo com a TIM e transforma produção de açúcar e etanol no Triângulo Mineiro

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A transformação digital no agronegócio brasileiro avança com força no Triângulo Mineiro. A Cerradão, referência na produção de açúcar, etanol e bioenergia, iniciou um projeto estratégico de conectividade rural em parceria com a TIM Brasil, levando cobertura 4G para áreas antes sem sinal e impulsionando a eficiência operacional no campo.

A iniciativa contempla regiões produtivas de Frutal e arredores, onde a ausência de conectividade limitava o uso de tecnologias embarcadas e sistemas de monitoramento em tempo real.

Conectividade chega para eliminar gargalos históricos

O projeto foi estruturado para resolver uma demanda crítica nas áreas de aplicação de vinhaça, onde a empresa dependia de soluções via satélite de alta órbita, com custos elevados e baixa confiabilidade operacional.

Com a implantação de cinco novos pontos de transmissão (sites), a companhia passa a contar com uma rede mais estável, com maior redundância e capacidade de suportar operações agrícolas em larga escala.

A cobertura abrange aproximadamente 55,8 mil hectares, garantindo conectividade em regiões que antes não possuíam qualquer tipo de sinal.

Monitoramento em tempo real aumenta eficiência

Com a chegada do 4G, a Cerradão passa a operar com maior nível de inteligência no campo. Sistemas de computador de bordo, antes limitados, agora podem ser utilizados plenamente, permitindo:

  • Monitoramento em tempo real de máquinas e equipamentos
  • Controle de consumo de combustível
  • Avaliação da produtividade operacional
  • Gestão automatizada da aplicação de vinhaça
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Na prática, a empresa passa a ter maior controle sobre seus ativos, conseguindo identificar, por exemplo, se um equipamento está efetivamente produzindo ou apenas consumindo recursos de forma ineficiente.

Digitalização fortalece sustentabilidade no campo

A conectividade também reforça práticas sustentáveis já adotadas pela companhia, como o sistema de rotação de culturas com soja e amendoim, que permite a renovação total das áreas agrícolas e contribui para a conservação do solo.

Com dados em tempo real, a tendência é de maior eficiência no uso de insumos, redução de desperdícios e otimização das operações agrícolas.

Parceria acelera inovação no agro brasileiro

Para a TIM Brasil, a expansão da conectividade no campo é um pilar estratégico para o desenvolvimento do agronegócio nacional, permitindo operações mais inteligentes e competitivas.

A Cerradão, por sua vez, já projeta a ampliação da área conectada como parte de um plano maior de digitalização, consolidando-se como um polo de inovação no agro.

Conectividade se torna requisito no agronegócio moderno

O avanço do 4G em áreas rurais reforça uma tendência clara: a conectividade deixou de ser diferencial e passou a ser um requisito básico para a agricultura de precisão.

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Com ganhos diretos em produtividade, controle e sustentabilidade, projetos como esse colocam o Brasil em posição estratégica na adoção de tecnologias digitais no campo, especialmente em regiões-chave como o Triângulo Mineiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Acordo entre EUA e Irã reduz preços dos combustíveis no Brasil; diesel acumula queda de até 8,5%, aponta IPTL

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Os preços dos combustíveis começaram a recuar de forma significativa no Brasil após a desescalada das tensões no Oriente Médio. Dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostram que, na semana de 14 a 20 de junho — período marcado pela assinatura do acordo de paz entre Estados Unidos e Irã —, o diesel comum registrou queda de 8,49% em relação ao auge da crise, enquanto o diesel S-10 recuou 6,38%. A gasolina também acompanhou o movimento de baixa, com redução de 1,57%.

Segundo o levantamento, o preço médio do diesel comum caiu para R$ 6,98 por litro, enquanto o diesel S-10 passou a custar, em média, R$ 7,22. Já a gasolina foi comercializada a R$ 6,81 por litro.

Mercado reagiu rapidamente ao acordo no Oriente Médio

A redução dos preços foi praticamente imediata após a formalização do memorando de paz entre os governos dos Estados Unidos e do Irã, encerrando semanas de forte volatilidade no mercado internacional do petróleo.

Durante a própria semana da assinatura do acordo, o diesel comum caiu de R$ 7,02 por litro, no domingo (14), para R$ 6,95, no sábado (20). No mesmo período, o diesel S-10 passou de R$ 7,21 para R$ 7,18.

A melhora reflete o alívio nas expectativas do mercado internacional com a redução dos riscos geopolíticos envolvendo uma das principais regiões produtoras de petróleo do mundo.

Reabertura do Estreito de Ormuz aumenta expectativa de oferta global

O memorando de paz firmado entre os presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian estabeleceu o encerramento das operações militares entre os dois países e trouxe medidas consideradas estratégicas para o mercado mundial de energia.

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Entre os principais pontos do acordo estão:

  • suspensão das sanções norte-americanas ao petróleo iraniano;
  • retomada das exportações de petróleo do Irã para o mercado internacional;
  • reabertura do Estreito de Ormuz;
  • previsão de normalização completa do tráfego marítimo na região ao longo dos próximos 30 dias.

Com a perspectiva de aumento da oferta mundial de petróleo e redução dos riscos logísticos, as cotações internacionais da commodity perderam força, movimento que rapidamente chegou ao mercado brasileiro de combustíveis.

Diesel foi o combustível mais impactado pela queda

De acordo com Vinicios Fernandes, diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, o diesel foi o combustível que mais sentiu os efeitos positivos do acordo.

Segundo o executivo, durante o período mais crítico do conflito, entre o fim de março e o início de abril, o diesel comum chegou a acumular alta superior a 20%, pressionado pelos riscos de interrupção das exportações de petróleo e pelos temores relacionados ao abastecimento mundial.

Com o restabelecimento das exportações iranianas e a redução das incertezas no Golfo Pérsico, o mercado passou a precificar um cenário mais equilibrado entre oferta e demanda, favorecendo a queda dos preços nas distribuidoras e, consequentemente, nos postos de combustíveis.

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Preços ainda permanecem acima do período anterior ao conflito

Apesar da retração registrada nas últimas semanas, os combustíveis ainda não retornaram aos níveis observados antes da escalada das tensões geopolíticas.

Na comparação entre a primeira semana de março — antes do agravamento do conflito — e o período posterior ao acordo, os preços continuam superiores.

O diesel comum acumula alta de 10,27%, passando de R$ 6,33 para R$ 6,98 por litro.

O diesel S-10 registra aumento de 13,22%, saindo de R$ 6,37 para R$ 7,22.

Já a gasolina permanece 5,42% acima do valor observado no início de março, passando de R$ 6,46 para R$ 6,81 por litro.

Perspectiva é de novos recuos nas próximas semanas

A expectativa do mercado é de continuidade do movimento de acomodação dos preços, à medida que as medidas previstas no acordo internacional sejam efetivamente implementadas.

Segundo a Edenred Mobilidade, caso a normalização das exportações de petróleo iraniano e da navegação no Estreito de Ormuz seja concluída conforme o cronograma previsto, o mercado poderá registrar um alívio gradual nas cotações internacionais do petróleo.

Esse cenário tende a favorecer novas reduções nos preços dos combustíveis no Brasil ao longo das próximas semanas, especialmente para o diesel, combustível de maior relevância para o transporte de cargas e para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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