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MIS-PR divulga as produções selecionadas para a mostra Cine que Une

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O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), espaço cultural pertencente ao Governo do Estado, divulgou a relação de obras selecionadas para a mostra nacional Cine que Une, que acontecerá na segunda quinzena de maio e integra a programação da 24ª Semana Nacional de Museus, iniciativa coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus.

Após mais de 200 inscrições, foram classificadas 37 produções, de diferentes regiões do País, evidenciando a diversidade de linguagens, territórios e experiências que caracterizam o campo do audiovisual contemporâneo independente. Do Paraná são dez selecionadas, das quais nove de Curitiba e uma de Foz do Iguaçu.

As obras foram organizadas a partir de eixos curatoriais, permitindo ao público uma leitura temática e ampliada dos conteúdos apresentados.

MOSTRA – A mostra reafirma o papel do MIS-PR como espaço de difusão audiovisual e de valorização da produção independente, promovendo o encontro entre diferentes narrativas, territórios e perspectivas. Ao integrar a programação da Semana Nacional de Museus, a iniciativa contribui para ampliar o diálogo entre museus e sociedade, fortalecendo o acesso à cultura e à produção contemporânea. A programação completa, com datas e horários das exibições, será divulgada em breve nos canais oficiais do museu.

Confira:

Eixo: Arquivo e Reconciliação

  • “Galeria Precária”, de Caroline Paixão Donaton – Curitiba – 2 min
  • “O Samba no Ritmo do Tempo”, de Bernardo William Mariano Rodrigues – Curitiba – 6 min
  • “Mande me avisar se é em casa ou na igreja”, de Rafael Guilherme Waltrick – Curitiba – 7 min
  • “Diálogo Bulbul”, de Yan Victor Barros Altino – Vitória da Conquista/BA – 7 min
  • “Sinfonia Revirada da Alvorada”, de Caio Clímaco – Brasília/DF – 7 min
  • “Os monóculos da minha avó”, de Ana Paula Silva Torres – Curitiba – 9 min
  • “Cápsula”, de Victor Aparecido Lopes – Juatuba/MG – 14 min
  • “Madeira Viva”, de Henrique Amud – Rio de Janeiro/RJ – 19 min
  • “A Cachoeira”, de Filipe Brito Gama – Vitória da Conquista/BA – 20 min
  • “O Olhar de Anton”, de Glória Albues – Cuiabá/MT – 20 min
  • “Amarelo Limbo”, de Monica Eiko Ogaya – Jales/SP – 20 min
  • “Cor”, de Mário José Mixo Silvestre – Nova Iguaçu/RJ – 25 min
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Eixo: Conexão Digital

  • “Nunca Estarei Lá”, de Rodrigo Ferreira Campos – Mogi das Cruzes/SP – 28 min
  • “Nação Hip Hop: Cultura de Rua”, de Henrique Amud – Rio de Janeiro/RJ – 16 min
  • “Tempo”, de Clara Bemfica de Faria Teixeira – Betim/MG – 5 min
  • “O fim da imagem”, de Lucas Gomes da Silveira – Curitiba – 15 min
  • “Normalidade”, de Paulo dos Santos Cardoso Neto – São Paulo/SP – 14 min
  • “Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape”, de Sérgio Santos Barroso – Curitiba -– 70 min

Eixo: Encontros de Gerações

  • “Meu e Seu”, de Gabriel dos Santos Freire – Salvador/BA – 7 min
  • “Junção de Átomos”, de Fernando Bittencourt de Freitas Zandoná – Carapicuíba/SP – 11 min
  • “A Casa Amarela”, de Lucas Gomes da Silveira – Curitiba – 14 min
  • “Meu Pai e a Praia”, de Marcos Alexandre Dantas Rodrigues – Salvador/BA – 15 min
  • “O Barco”, de Rodolpho Desiderá Pinotti – São José dos Campos/SP – 17 min
  • “O Ponto do Mel”, de Pedro de Aboim Lessa – Crato/CE – 20 min
  • “Comunhão”, de Roberta Brandão Lopes – São Paulo/SP – 23 min
  • “Um Filme de Ficção”, de Fernando Oikawa Garcia – Campinas/SP – 24 min
  • “A Tempestade”, de Diego Goulart Müller – Porto Alegre/RS – 25 min
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Eixo: Fronteiras e Travessias

  • “Agua de Estrellas Rojas”, de Catalina Perea Urbano – Foz do Iguaçu – 3 min
  • “Escudo”, de Cauê Santiago e Andrey Haag – São Vicente/SP – 8 min
  • “Talvez o Vento Saiba seu Nome”, de Alexis Korff Muller – São Paulo/SP – 14 min
  • “Desvios Naturais”, de Rafaella Narciso – Joinville/SC – 14 min
  • “Pai, volta logo!”, de Franceli Aparecida Franco Moro – Jales/SP – 15 min
  • “A Canção do Asfalto”, de Pedro Giongo Araujo – Curitiba – 16 min
  • “Sob Luzes de Carbono”, de Enzzo Mallcon Gomes Gonçalves – Minas Gerais – 20 min
  • “A Terra das Estrelas Distantes”, de Felipe Aufiero Fonseca – Curitiba – 20 min
  • “Maremoto”, de João Banhara – São Paulo/SP – 23 min
  • “Ava Kuña, Aty Kuña; mulher indígena, mulher política”, de Julia Coimbra Martin – Jundiaí/SP – 25 min

SEMANA DOS MUSEUS – Com o tema “Museus Unindo um Mundo Dividido”, a 24ª Semana dos Museus acontecerá de 18 a 24 de maio e promoverá programações especiais em espaços museais por todo Brasil. A iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é um evento anual que mobiliza museus e outras instituições culturais brasileiras, promovendo a valorização do patrimônio cultural e fortalecendo a relação das instituições museológicas com a sociedade.

Fonte: Governo PR

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Projeto de lei prevê viabilizar operação de R$ 1,5 bilhão no BRDE para infraestrutura resiliente no Sul

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou nesta segunda-feira (4) à Assembleia Legislativa (Alep) um projeto de lei para viabilizar uma operação de crédito internacional do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A proposta autoriza o Estado a oferecer contragarantia à União em um financiamento de até € 257,12 milhões junto ao Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), valor que corresponde a cerca de R$ 1,5 bilhão atualmente.

Os recursos serão destinados a projetos de infraestrutura resiliente e sustentável na Região Sul, com foco em adaptação climática, modernização da infraestrutura econômica e urbana, manutenção de empregos e apoio ao desenvolvimento local. A operação busca ampliar a capacidade de municípios, empresas e cadeias produtivas de prevenir, resistir e se recuperar de eventos climáticos extremos, como enchentes, enxurradas, vendavais, estiagens e outros desastres naturais.

Na prática, o projeto prevê autorização para que o Estado ofereça uma garantia à União. Essa garantia é uma etapa necessária para que o governo federal possa, por sua vez, garantir a operação externa do BRDE com o banco multilateral. Trata-se de uma estrutura usual em financiamentos internacionais: o AIIB empresta ao BRDE, a União garante a operação e o Estado oferece contragarantia à União.

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Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, a operação reforça o papel do banco como ponte entre recursos internacionais de longo prazo e as necessidades concretas da economia regional. “A adaptação climática deixou de ser uma agenda distante. Ela passou a fazer parte da segurança das cidades, da continuidade dos negócios e da competitividade das cadeias produtivas. Ao estruturar uma operação dessa escala, o BRDE amplia a capacidade do Sul de investir em infraestrutura resiliente e conectada aos desafios do nosso tempo”, afirma.

O financiamento permitirá ao BRDE ampliar a oferta de recursos de longo prazo para projetos ligados à reconstrução, prevenção e adaptação climática. Os recursos poderão apoiar municípios direta ou indiretamente, inclusive por meio de parcerias público-privadas e concessões, além de empresas e outros agentes econômicos.

O diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, explica que a operação junto ao AIIB insere-se também na estratégia de diversificação das fontes de recursos do banco. Até 2019, cerca de 97% da captação do BRDE era advinda do BNDES. Desde então, a instituição ampliou sua rede de fundings, o que acaba por aumentar a segurança operacional, salienta o diretor.

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“O BNDES continua sendo parceiro histórico e essencial, mas hoje o BRDE conta com mais de uma dúzia de alternativas de captação, tanto em instituições nacionais como internacionais, algumas das quais voltadas a objetivos específicos, como inovação e sustentabilidade. Isso também significa mais solidez e qualidade operacionais”, diz. 

A mensagem enviada à Alep destaca que a operação busca responder aos impactos de desastres naturais, cuja frequência e intensidade têm aumentado nos últimos anos, além de fortalecer a capacidade das cidades de manter serviços públicos essenciais e proteger a população diante de eventos extremos.

Se aprovada pelo Poder Legislativo, a autorização permitirá avançar nos trâmites junto à União, à Secretaria do Tesouro Nacional e ao AIIB, viabilizando uma nova fonte de financiamento para obras e investimentos.

Fonte: Governo PR

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