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Paraná

PCPR na Comunidade oferece serviços de polícia judiciária em Colombo e Piên

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levará serviços de polícia judiciária às populações de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, e Piên, na região Sul do Estado, durante as edições do programa PCPR na Comunidade nesta semana.

Em Colombo o atendimento ocorre entre esta quinta-feira e sábado (23 a 25), na Rua Genésio Moreschi, n° 613, no bairro Guaraituba, das 9h às 17h.

Em Piên, a ação acontece também entre esta quinta-feira e sábado (23 a 25), no Centro de Eventos José Loir Dreveck, na Rua Goiânia, n° 801, no bairro Avencal, no mesmo horário.

Nas duas cidades, além de orientações, serão ofertados serviços de confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN), registro de boletim de ocorrência, solicitação de atestado de antecedentes criminais e atividades para crianças.

CIN – A confecção da Carteira de Identidade Nacional será realizada mediante agendamento prévio já efetuado em cada cidade. 

“O PCPR na Comunidade quer seguir fortalecendo os laços entre a Polícia Civil e a população, levando serviços essenciais onde o público mais necessita”, afirma João Mário Goes, coordenador do programa.

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MAIS DE 2,5 MIL ATENDIMENTOS – A Polícia Civil realizou, na semana passada, mais de 2,5 mil atendimentos nas edições do programa PCPR na Comunidade em Quedas do Iguaçu, no Oeste do Estado, Tamarana, na região Norte, Coronel Vivida, no Sudoeste, Curitiba e Piraquara, na Região Metropolitana. As ações incluíram emissão de documentos, orientações e atividades informativas.

Um dos destaques foi a emissão da Carteira de Identidade Nacional. Em Quedas do Iguaçu foram confeccionados 318 documentos. Em Tamarana 103, em Coronel Vivida 609, em Curitiba 162 e em Piraquara foram emitidas 99 CINs.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações. Visa, ainda, fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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