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Transporte entre portos brasileiros na Região Norte cresce e movimenta 1,85 milhão de toneladas em janeiro

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Cabotagem impulsiona logística e integração regional

O transporte entre portos brasileiros na Região Norte movimentou 1,85 milhão de toneladas em janeiro de 2026, crescimento de 5,8% em relação a janeiro de 2025, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

O resultado reflete a importância da cabotagem como ferramenta estratégica para reduzir custos logísticos, ampliar a conexão da produção regional com os principais mercados e garantir o abastecimento de localidades com infraestrutura terrestre limitada.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destaca:

“A cabotagem segue ganhando espaço como uma solução eficiente para o transporte de cargas no país. Esse desempenho mostra que estamos avançando na integração logística e fortalecendo a competitividade da economia brasileira.”

Fluxo de cargas concentra-se em Amazonas e Pará

A movimentação de cargas na Região Norte se concentra principalmente nos estados do Amazonas, com 1,29 milhão de toneladas, e do Pará, com 552,3 mil toneladas.

Dessas regiões, os produtos são distribuídos principalmente para portos das regiões Nordeste e Sudeste, que atuam como polos de consumo e redistribuição. O fluxo reforça o papel da cabotagem no escoamento da produção em larga escala e no abastecimento de combustíveis, alimentos e insumos industriais.

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Diversidade de cargas transportadas

O transporte aquaviário na região movimenta diferentes tipos de cargas, demonstrando a relevância do modal para diversos setores econômicos:

  • Bauxita: 875,1 mil toneladas, principal produto individual transportado.
  • Contêineres: 576,9 mil toneladas.
  • Granéis líquidos: 293,7 mil toneladas de derivados de petróleo (sem óleo bruto) e 69,3 mil toneladas de petróleo.
  • Outros produtos essenciais: cimento (18,9 mil toneladas) e gás de petróleo (16,9 mil toneladas).
Regulamentação favorece crescimento do modal

O desempenho da cabotagem na Região Norte está ligado ao aperfeiçoamento regulatório, com iniciativas como o programa BR do Mar, que proporcionam maior segurança jurídica e competitividade ao setor.

O secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, afirma:

“Com regras mais claras e previsibilidade, o setor ganha confiança para investir, ampliar rotas e aumentar a eficiência das operações. Isso contribui diretamente para o desenvolvimento regional e para a integração do país.”

Cabotagem se consolida como estratégia logística

Com condições regulatórias mais estáveis e maior oferta de serviços, a cabotagem se consolida como uma ferramenta estratégica para:

  • Garantir o abastecimento regional;
  • Reduzir custos logísticos;
  • Integrar a Região Norte ao restante do Brasil;
  • Fortalecer a competitividade da economia nacional.
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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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