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Aplicativo CNH do Brasil evita filas e desburocratiza serviços de trânsito; baixe agora!

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Quer ter acesso a funcionalidades da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o Selo de Bom Condutor, que reconhece motoristas com bom histórico e sem infrações nos últimos 12 meses? Os serviços estão disponíveis no aplicativo CNH do Brasil, que pode ser baixado gratuitamente.

A plataforma reúne diversos recursos para os condutores, com o objetivo de economizar tempo e simplificar o acesso a processos relacionados ao trânsito, o que facilita a rotina do brasileiro.

O que o aplicativo oferece?

O usuário tem acesso à carteira de motorista no formato digital, além de consultar os pontos e infrações registradas e obter o selo Bom Condutor. Também é possível iniciar o processo para a primeira CNH, entre outros serviços.

Pela plataforma, é possível acompanhar, em tempo real, todas as etapas para obter a habilitação, como os cursos teórico e prático, coleta biométrica, exames médico e psicológico, assim como os exames teórico e prático, além da emissão para a Permissão Para Dirigir (PPD).

Com a disponibilidade dos serviços digitais, o condutor é beneficiado com mais agilidade na resolução dos problemas de trânsito e reduz o deslocamento desnecessário.

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Saiba como acessar

Para acessar o aplicativo CNH do Brasil, é necessário realizar o download gratuito nas lojas do Google Play e App Store, ou por meio do site do Ministério dos Transportes, utilizando a conta gov.br.

O Ministério dos Transportes não disponibiliza serviços por SMS, e-mail, redes sociais ou telefone. Antes de compartilhar dados pessoais, é importante confirmar a autenticidade do site ou aplicativo. O cadastro e o acesso à plataforma são gratuitos, eventuais cobranças dizem respeito exclusivamente a taxas administrativas, que devem ser solicitadas junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans).

CNH do Brasil

De 10 de dezembro de 2025 a 19 de março de 2026, mais de 1,6 milhão de brasileiros deixaram de pagar pela renovação da carteira de motorista, o que gerou uma economia de R$ 1.248.943.777 para a população. O aplicativo CNH do Brasil já soma mais de 57 milhões de usuários ativos.

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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População quilombola passa a contar com política nacional de saúde integral

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Para organizar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) às necessidades da população quilombola, foi pactuada nesta quinta-feira (27/08), a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ) no âmbito do SUS. A medida contou com a aprovação de gestores locais, estaduais e federais da saúde, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF).

A PNASQ foca na superação de barreiras estruturais de acesso à saúde e no combate ao racismo e às desigualdades étnico-raciais que atingem as comunidades tradicionais. Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, a normativa busca incorporar as especificidades do território, cultura, identidade quilombola e trajetória ancestral ao planejamento e organização do cuidado no SUS.

“Essa política é resultado de uma luta histórica dos povos quilombolas pelo reconhecimento de suas vulnerabilidades, combate ao racismo e defesa da equidade em saúde. Hoje selamos a responsabilidade compartilhada entre estados, municípios e a união pela garantia do direito à saúde, à redução das desigualdades e à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida dessa população”, destacou Massuda.

 A aprovação da política também foi comentada por lideranças quilombolas que atuam pela ampliação do acesso à saúde e pelo reconhecimento da cultura e identidade quilombola. Para Marinho da Estiva, coordenador Nacional da Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), a expectativa é que a política possa acolher e cuidar das comunidades com respeito à sua história. “A gente espera que o nosso povo, as nossas práticas, os nossos saberes ancestrais na saúde do nosso povo quilombola sejam respeitados, nos postos de saúde, hospitais, pelas pessoas que estão na ponta”, reforçou.

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 As responsabilidades pela implementação da política serão compartilhadas e organizadas entre os três entes, cabendo à União a coordenação das ações da política – define diretrizes, apoia de forma técnica, informa e monitora; aos estados a articulação e apoio aos municípios para promoção da regionalização; e aos municípios a implementação, com planejamento, qualificação da atenção e promoção da participação social. A PNASQ utilizará os instrumentos do próprio SUS para viabilizar as suas ações, com financiamento também compartilhado entre as três esferas de gestão.

Participação social e equidade A política recebeu contribuições de gestores e da sociedade civil, por meio de consulta pública, conferências de saúde e recomendação do Conselho Nacional de Saúde (CNS), além de contar com um amplo e qualificado processo de diálogo com lideranças quilombolas, em uma agenda participativa e democrática de construção conjunta das propostas.

 “Estou dentro desse processo desde o começo. O Ministério da Saúde nos ouviu, nós sentamos e conversamos sobre a nossa política. E nós tivemos essa vitória. Para nós, ter essa conquista e chegar até onde nós chegamos, é um dia de muita alegria, de honra, mas sabemos que a caminhada está só começando. Sei que temos muitos desafios pela frente”, comemorou a quilombola Tereza de Jesus da Silva, integrante do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola Graça Epifânio, da CONAQ.

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 Próximos passos

Com a pactuação federativa, o próximo passo para implementação da PNASQ é a construção de um plano operativo nacional, que definirá as prioridades, ações, metas, indicadores e responsabilidades dos gestores. Também serão criados instrumentos de monitoramento e avaliação da política, com estratégias, orientações e ferramentas para apoiar gestores na implementação e no enfrentamento das iniquidades e desigualdades as quais estão expostas as populações quilombolas.

Comunidades quilombolas

Para o SUS, as comunidades quilombolas são povos tradicionais definidos por sua ancestralidade, cultura e uma territorialidade que vai além da regularização das terras, servindo como espaço coletivo de reprodução social e identidade. Segundo o Censo de 2022, o Brasil possui mais de 1,3 milhão de quilombolas distribuídos por 1.696 municípios, com a maior concentração na Região Nordeste e, especificamente, no estado da Bahia.

 Apesar desse contingente, apenas 12,6% da população quilombola reside em territórios oficialmente delimitados. Diante disso, a PNASQ estende sua cobertura também aos contextos urbanos e favelas, reconhecendo que a autoidentificação e os vínculos étnico-raciais e comunitários independem de o território ser rural ou formalmente titulado.

Para garantir a integralidade do cuidado, é fundamental que as especificidades quilombolas sejam integradas aos processos de regionalização e regulação do SUS, assegurando o acesso a consultas especializadas, urgências e assistência farmacêutica.

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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