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Com R$ 703,6 milhões, Paraná foi o estado que mais investiu no 1º bimestre de 2026

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O Paraná foi o estado que mais investiu no primeiro bimestre de 2026 em todo o Brasil. Com R$ 703,6 milhões liquidados apenas entre os meses de janeiro e fevereiro, o Estado ficou à frente de Maranhão (R$ 684,1 milhões) e Bahia (R$ 449,1 milhões), que completam o pódio, e estados como Santa Catarina (R$ 350 milhões), São Paulo (R$ 213 milhões) Rio de Janeiro (R$ 119 milhões) e Minas Gerais (R$ 113 milhões). Os dados são da Assessoria Técnica de Economia (ATE) da Secretaria da Fazenda.

A primeira colocação em 2026 também representa um salto do Paraná em relação ao ano anterior. No primeiro bimestre de 2025, o Estado ocupava a 13ª colocação no ranking de investimentos liquidados, com um total de R$ 119 milhões no período. Os investimentos liquidados são aqueles que saíram efetivamente do papel na forma de obras, escolas e hospitais ou novos equipamentos.

Segundo o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, a liderança é emblemática. “Não são apenas números. São obras sendo entregues e que mudam a vida e a realidade do cidadão. São mais viaturas, mais saúde e educação. Essa liderança nos enche de orgulho, pois representa bem o nosso compromisso com o povo paranaense”, celebra. “Em um ano, o valor cresceu quase seis vezes e alcançamos o topo do ranking nacional, superando grandes economias, como nossos vizinhos de São Paulo e Santa Catarina”.

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Enquanto o Paraná teve um aumento de mais de 490% nos investimentos no bimestre em relação ao ano passado, Santa Catarina cresceu 37%, indo de R$ 255 milhões em 2025 para os atuais R$ 350,2 milhões. Já São Paulo diminuiu o volume investido em 30%, de R$ 306 milhões para R$ 213,6 milhões.

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RECORDE NO TRIMESTRE – E os bons resultados paranaenses não se limitaram apenas aos dois primeiros meses de 2026. Os investimentos realizados no trimestre também já quebraram recordes. Apenas em março, foram R$ 742 milhões, um valor que superou o total liquidado nos dois meses anteriores. Com isso, o investimento total registrado no trimestre atingiu a marca de R$ 1,44 bilhão. A cifra é 285,3% maior do que os R$ 375 milhões dos três primeiros meses de 2025.

Norberto Ortigara destaca que esse valor representa apenas uma parcela daquilo que o Estado reservou em seu orçamento para investimentos em 2026. “A Lei Orçamentária Anual 2026 prevê R$ 7,1 bilhões em investimentos ao longo de todo o ano e estamos trabalhando duro não apenas para alcançar esse total, mas para superá-lo”, conclui.

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OBRAS EM ANDAMENTO – Os recursos estão sendo empregados em uma série de investimentos. Na infraestrutura, as obras vão das duplicações em concreto às trincheiras, pavimentações, terceiras faixas e Ponte de Guaratuba. Na moradia, os recursos são usados para aquisição de casas por meio do Valor de Entrada. A Secretaria da Saúde anunciou um pacote com mais de dez novos hospitais para o ano e tem centenas de obras em andamento. A Secretaria da Segurança Pública também toca novos investimentos, como as bases da Polícia de Fronteira e os novos blindados.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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