Connect with us


Agro

ExpoApras 2026 deve movimentar mais de R$ 1,1 bilhão e reunir mais de 450 marcas expositoras

Publicado em

A ExpoApras 2026 será realizada nos dias 14, 15 e 16 de abril, reunindo mais de 450 marcas expositoras em uma área de aproximadamente 25 mil metros quadrados. O evento projeta superar R$ 1,1 bilhão em negócios e receber mais de 60 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais encontros do varejo alimentar no Brasil.

Crescimento da feira reforça relevância no varejo alimentar

A edição anterior registrou crescimento superior a 20%, evidenciando a importância da ExpoApras como ambiente estratégico para geração de negócios, networking e atualização profissional dos participantes.

Segundo Harri Pankratz, presidente da Apras, “a ExpoApras é o ponto de encontro do varejo alimentar, onde negócios acontecem, ideias são compartilhadas e o setor se fortalece. É um espaço que conecta todos os elos da cadeia, apoiando o desenvolvimento de empresas de todos os portes”.

Programação com foco em inovação e tendências de consumo

Nesta edição, a feira contará com palestras, fóruns e painéis sobre comportamento do consumidor, gestão, inovação, tecnologia e tendências do varejo, reunindo especialistas e lideranças do setor.

Leia mais:  Institutos apontam 71% de chance de La Niña e safra pode ser desafiadora

O evento acontece em um momento de transformação do consumo, com clientes cada vez mais atentos ao custo-benefício e à experiência de compra. O avanço do food service dentro dos supermercados, incluindo refeições prontas, restaurantes em loja e delivery, ganha destaque na programação.

Varejo alimentar do Paraná mostra força econômica

O desempenho da ExpoApras reflete a importância do varejo alimentar paranaense, que conta com mais de 25 mil lojas, atende cerca de 1,8 milhão de consumidores por dia, gera aproximadamente 550 mil empregos e movimenta mais de R$ 65 bilhões ao ano.

Além das tendências de mercado, o evento também abordará desafios operacionais do setor, como custos, pressão sobre margens e contratação de pessoal, temas centrais para supermercadistas.

Ampliação internacional fortalece conexões comerciais

A edição deste ano amplia a participação internacional, com empresas da Argentina e do Paraguai, fortalecendo o intercâmbio de experiências e oportunidades comerciais no varejo alimentar da América do Sul.

Com uma combinação de negócios, conteúdo e networking, a ExpoApras 2026 promete consolidar-se como referência nacional e internacional para o setor supermercadista, oferecendo soluções estratégicas e atualização para todos os elos da cadeia.

Leia mais:  Pará terá evento internacional para discutir a pesca na região amazônica

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

Published

on

A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

Leia mais:  Pará terá evento internacional para discutir a pesca na região amazônica
Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

Leia mais:  Governo busca liberar criação de 400 mil toneladas de tilápia em Itaipu, mas projeto enfrenta impasses ambientais e políticos

Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262