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Brasil

Curitiba conquista selo internacional inédito e se firma como referência global em Turismo Inteligente

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O futuro do turismo já é realidade nas ruas de Curitiba (PR). Consolidando sua vocação para a inovação, a cidade deu um salto histórico para se firmar como referência global na arte de receber bem e de gerenciar seu território com inteligência.

Durante a edição 2026 do Smart City Expo, a capital paranaense recebeu o reconhecimento inédito de Destino Turístico Inteligente (DTI), primeira cidade brasileira a conquistar o título.

O reconhecimento, concedido pela Rede Ibero-americana de Destinos Turísticos Inteligentes e válido até 2028, posiciona o município entre os destinos que estruturam políticas públicas alinhadas aos mais modernos padrões globais de turismo.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o resultado serve de inspiração para todo o país.

“Curitiba é um orgulho nacional e a prova viva de que aliar tecnologia, sustentabilidade e gestão pública de excelência transforma não apenas a experiência do visitante, mas a qualidade de vida de quem mora na cidade. Esse selo internacional inédito valida nosso compromisso em expandir o modelo DTI, mostrando ao mundo a força e o potencial inovador dos destinos brasileiros”, destacou.

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Representando o MTur, a entrega da premiação foi realizada por Angela Baltazar, coordenadora de Inovação e Transformação do Turismo. A nova certificação atesta que a cidade atingiu um nível consistente de maturidade em gestão inteligente, após um rigoroso processo de auditoria internacional.

A conquista soma-se a um histórico de destaque da cidade paranaense, que já havia recebido o selo de DTI em Transformação e que, em 2024, foi eleita “a cidade mais inteligente do mundo” no World Smart City Awards, em Barcelona.

“Curitiba é uma cidade que coleciona reconhecimentos e nos enche de orgulho pelo compromisso que sempre demonstrou desde o início do projeto e ao longo do seu processo de transformação, sendo referência para os demais destinos brasileiros”, afirmou a coordenadora.

O que é um DTI

Trata-se de um destino turístico que gerencia seus processos e seu território de forma inovadora, sustentável e orientada por dados, integrando o turismo a políticas urbanas mais amplas, de forma a melhorar não só a experiência do turista, mas também a qualidade de vida dos moradores.

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Para ser reconhecido como um DTI, o município deve demonstrar esforços contínuos na resolução de desafios urbanos reais, com uma governança bem integrada e a aplicação de tecnologias e soluções inovadoras, que garantam infraestrutura eficiente, mobilidade, serviços urbanos qualificados, espaços acessíveis e desenvolvimento socioeconômico, sempre alinhados à preservação ambiental e à melhoria da qualidade de vida.

No modelo brasileiro, implantado pelo MTur em 2021, a metodologia de transformação de uma cidade em um Destino Inteligente é estruturada em nove pilares fundamentais: governança, inovação, tecnologia, sustentabilidade, acessibilidade, promoção e marketing, segurança, mobilidade e transporte, e criatividade.

Expansão

Além de Curitiba, outras cidades brasileiras avançam na agenda DTI e já receberam a certificação DTI em Transformação. Além dos 20 destinos trabalhados no MTur, destaca-se ainda Belo Horizonte, contemplada por iniciativa própria ao adotar a metodologia DTI Brasil, com reconhecimento por parte do Ministério, o que fortalece o turismo inteligente no país.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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