Brasil
Operação Vem Diesel fiscaliza postos de combustíveis em 11 estados e no DF
Brasília, 27/3/2026 – A Polícia Federal (PF) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deflagraram, nesta sexta-feira (27), a Operação Vem Diesel, com ações de fiscalização em capitais de 11 estados e no Distrito Federal. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), e com a participação dos Procons.
A operação integra a força-tarefa do Governo Federal dedicada ao monitoramento dos preços dos combustíveis, com atuação coordenada e simultânea em todo o país. Entre os focos da fiscalização estão aumentos injustificados de preços nas bombas, possíveis acordos entre empresas para alinhar valores e outras práticas abusivas que possam causar prejuízos ao consumidor.
Situações com indícios de irregularidades serão encaminhadas à Polícia Federal, responsável por conduzir as investigações e apurar autoria e materialidade das infrações.
As fiscalizações estão concentradas no Ceará (CE), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Paraíba (PB), Paraná (PR), Pernambuco (PE), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS), São Paulo (SP), Tocantins (TO) e no Distrito Federal (DF).
Brasil
Ministro Luiz Marinho dialoga com setor aéreo sobre o fim da escala 6×1
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o CEO da LATAM Airlines no Brasil, Jerome Cadier, para debater a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso) no setor da aviação civil. A reunião ocorreu na sede do MTE, em Brasília.
Durante o encontro, o ministro destacou que a iniciativa do Executivo busca promover melhores condições de trabalho, especialmente para categorias mais impactadas por jornadas extensas, sem comprometer a dinâmica dos setores econômicos. Também ressaltou que as mudanças consideram as especificidades de cada segmento e os instrumentos legais vigentes, como as negociações coletivas.
Na reunião, Luiz Marinho explicou que a proposta do governo visa reduzir a jornada máxima de trabalho no país de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial.
O Projeto de Lei nº 1838/26, encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional e atualmente em análise na Câmara dos Deputados, prevê que a duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não exceda 40 horas semanais, observada a jornada diária de até oito horas, ressalvadas as hipóteses de compensação de jornada e de escalas especiais previstas na CLT, em leis específicas e em negociações coletivas de trabalho.
É o caso da categoria dos aeronautas, que já atua sob as especificidades da Lei nº 13.475, que dispõe sobre o exercício da profissão de tripulante de aeronave.
De acordo com Luiz Marinho, a proposta do governo não busca gerar instabilidade, mas sim avançar na proteção dos trabalhadores. “Não há qualquer razão para querermos tumultuar atividades econômicas, muito pelo contrário”, afirmou o ministro.
Além do Projeto de Lei do Executivo, o Congresso Nacional discute uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/2025), que estabelece o limite de 40 horas semanais para as jornadas de trabalho no país.
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