Agro
Pesquisa confirma que bem-estar nutricional aumenta produtividade e saúde de bovinos confinados
MFG Agropecuária valida protocolos de bem-estar nutricional
Pioneira na adoção de dietas sustentáveis e na implementação do conceito de bem-estar nutricional em escala comercial, a MFG Agropecuária divulgou os primeiros resultados científicos do seu protocolo natural. A estratégia busca garantir altos índices produtivos sem causar doenças ou distúrbios metabólicos, comuns no consumo de alimentos energéticos em confinamento.
O grupo utiliza suplementos naturais certificados para melhorar a digestibilidade dos concentrados, aliando saúde animal e desempenho econômico.
Metodologia do estudo e aplicação prática
O estudo, realizado em parceria com a ICC Nutrição Animal e concluído em 2025, acompanhou 2.777 bovinos durante todo o período de engorda até o abate.
Um grupo de 1.440 animais recebeu a dieta convencional, enquanto 1.377 animais consumiram os mesmos ingredientes acrescidos de um aditivo 100% natural, o RumenYeast.
Segundo Adriano Umezaki, gerente técnico de Nutrição da MFG Agropecuária, o protocolo promove saúde, produtividade e sustentabilidade. “Os metabólitos solúveis associados a imunonutrientes funcionais apresentaram resultados relevantes, garantindo maior retorno financeiro e bem-estar animal”, afirma.
Benefícios do aditivo natural RumenYeast
De acordo com Marcelo Pedrosa Carneiro, gerente de Negócios Ruminantes da ICC Animal Nutrition, o RumenYeast atua em múltiplos aspectos da saúde e performance do animal, incluindo controle do pH ruminal, melhora da digestibilidade, apoio à resposta imune, saúde gastrointestinal, redução de patógenos intestinais e mitigação do estresse térmico.
Esses efeitos contribuem para maior ganho de peso e carcaça, além de menor contaminação bacteriana no frigorífico, promovendo uma pecuária econômica e ambientalmente sustentável.
Resultados econômicos e produtivos
O estudo destacou os impactos diretos do protocolo sobre indicadores de alto valor econômico. O grupo que recebeu a dieta convencional registrou ganho médio diário (GMD) de 1,585 kg, enquanto o grupo com RumenYeast alcançou 1,661 kg/dia.
No ganho médio de carcaça (GMC), os animais tratados com o aditivo apresentaram 1,119 kg/dia e rendimento de 67,2%, contra 1,053 kg/dia e 66,2% no grupo convencional. Em 110 dias de confinamento, isso representou um acréscimo médio de 7,26 kg de carcaça por animal, um resultado significativo em cenários de margens financeiras estreitas.
Sustentabilidade e eficiência econômica
Umezaki reforça a importância da nutrição no custo total de produção, que representa mais de 70% em confinamento. “Estratégias que melhoram o desempenho técnico e financeiro são essenciais para otimizar operações e gerar mais resultados com menos recursos”, conclui.
O estudo confirma que práticas de bem-estar nutricional, aliadas a suplementos naturais, podem equilibrar produtividade, saúde animal e sustentabilidade na pecuária moderna.
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão
As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.
O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.
Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização
O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.
Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.
A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.
Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.
Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado
Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.
Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.
Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.
O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.
Demanda externa fortalece pecuária brasileira
A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.
O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.
Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.
Mercado acompanha fechamento das exportações de maio
O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.
A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.
Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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