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Agro

Nova Pádua sediará abertura oficial da colheita da noz-pecã em maio

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A cidade de Nova Pádua será palco, no dia 8 de maio, da Abertura da Colheita da Noz-Pecã, evento que marca simbolicamente o início da safra da cultura no Brasil. A programação reunirá produtores, especialistas, autoridades e a comunidade local para valorizar o trabalho no campo, fortalecer a cadeia produtiva e discutir as perspectivas de produção e mercado da pecã.

A iniciativa busca destacar o papel da pecanicultura no desenvolvimento regional e estimular o crescimento do setor, que vem ampliando sua presença no país.

Programação terá palestras técnicas, exposição de tecnologias e ato oficial

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura, Claiton Wallauer, a recepção dos participantes está prevista para começar a partir das 8h.

A programação será dividida em três momentos principais. O primeiro será voltado ao conteúdo técnico, com palestras e workshops sobre produção, manejo e mercado da noz-pecã.

Além disso, haverá um espaço destinado a expositores, onde empresas do setor e da região apresentarão produtos, tecnologias e soluções voltadas à pecanicultura.

Cerimônia simbólica marcará oficialmente o início da safra

Na sequência, será realizado o ato oficial de abertura da colheita, organizado em conjunto com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e integrado à agenda institucional do Estado.

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A cerimônia ocorrerá em um pomar da região, onde os participantes acompanharão simbolicamente o início da colheita. Um dos momentos mais aguardados da programação é o tradicional “chacoalhar” das árvores, quando os frutos caem e marcam oficialmente o início da safra.

Safra de noz-pecã deve marcar retomada após anos de dificuldades climáticas

De acordo com Claiton Wallauer, a atual safra representa um momento de recuperação para a cultura no estado. Após anos de resultados prejudicados por condições climáticas adversas, a expectativa é de uma produção mais consistente.

A projeção é de que a colheita alcance até 7 mil toneladas, com volumes e qualidade adequados tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Segundo o dirigente, a cadeia produtiva da pecã no Brasil vem se ajustando às exigências internacionais de qualidade e comercialização, o que pode abrir novas oportunidades de mercado.

Consumo da pecã cresce no Brasil e amplia oportunidades de mercado

Atualmente, o Sul do Brasil concentra a maior parte da produção de noz-pecã. No entanto, o consumo da oleaginosa vem crescendo em diversas regiões do país.

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Estados das regiões Sudeste, Norte e Nordeste têm ampliado a demanda, fortalecendo o mercado interno e incentivando novos investimentos na cultura.

Ao mesmo tempo, o mercado internacional passa a ganhar relevância no planejamento estratégico do setor, com produtores atentos às oportunidades de exportação e à expansão do comércio global da pecã.

Evento é organizado por entidades do setor e instituições de pesquisa

A Abertura da Colheita da Noz-Pecã é promovida pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e o programa Pró-Pecan.

O evento também conta com apoio da Emater/RS-Ascar e da Embrapa.

A iniciativa reforça a importância da integração entre produtores, instituições e mercado para fortalecer a cadeia produtiva da noz-pecã no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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