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Edital do Centelha 3 no Acre está aberto até 16 de abril

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Estão abertas as inscrições para o edital do Centelha 3 no Acre (AC). O programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ajuda empreendedores a tirarem ideias do papel por meio de apoio financeiro e capacitação. Essa é a primeira vez que o estado faz parte da iniciativa. 

O edital foi lançado em 4 de março e vai até 16 de abril. O investimento é de R$ 1,6 milhão, sendo R$ 1,2 milhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e R$ 320 mil de contrapartida da Fundação de Amparo à Pesquisa do Acre (Fapac). Os recursos vão apoiar até 20 projetos de inovação com R$ 80 mil mais R$ 50 mil em bolsas de fomento do Conselho nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

O Centelha 3 no Acre foi lançado depois de visita da ministra Luciana Santos para anunciar os investimentos em ciência e tecnologia na região. 

“O Centelha apoia pessoas que transformam ideias em soluções e geram valor para a sociedade e para o mercado, oferecendo financiamento, capacitação e suporte de gestão. Nesta terceira edição, estamos por todo o País, sempre em parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa. Aqui no Acre, serão contratados 20 projetos, com apoio de R$ 80 mil para cada um deles”, destacou Luciana Santos na ocasião.

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A coordenadora do Centelha no Acre e diretora de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa no estado (Fapac), Shirley Marçal, afirma que o edital é oportunidade importante para empresas acreanas.

“Esse programa é um salto necessário: ele abre caminhos reais para nossos empreendedores, que já desenvolvem soluções de ponta, e eleva o patamar tecnológico da nossa região, transformando boas ideias em oportunidades concretas de desenvolvimento”, diz.

Acesse o edital do Centelha 3 no link: https://programacentelha.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Edital-Centelha-3-AC-03-03-2026.pdf

Todas as informações sobre o programa estão no site: https://programacentelha.com.br/ac/ 

Centelha

A terceira edição do programa segue até 2027 com editais a serem lançados. Nas duas etapas anteriores, o programa já recebeu mais de 26 mil ideias e apoiou 1,6 mil empresas. 

O Centelha é uma parceria do MCTI, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do CNPq, da Confederação Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação Certi.

“É uma satisfação imensa ver o Acre finalmente integrado ao Programa Centelha, que está na 3ª edição. A presença da ministra Luciana Santos e do governador Gladson Cameli, no lançamento do Programa chancela o esforço da FAPAC, sob a presidência de Moisés Diniz, que trabalhou diretamente para que nosso estado deixasse de ser o único da federação sem acesso a essa iniciativa”, complementa Shirley Marçal.

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Todas as chamadas e informações sobre o Centelha podem ser consultadas no site https://programacentelha.com.br

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Regionalização do SUS é destaque no encerramento do Congresso do Conasems

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A construção de redes regionalizadas de atenção à saúde e o fortalecimento da governança interfederativa estiveram no centro do encerramento do 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizado nesta quarta-feira (15), em Porto Alegre (RS). O debate reforçou a necessidade de ampliar a cooperação entre União, estados e municípios para qualificar o atendimento à população e consolidar o Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos desafios atuais e futuros da saúde pública. 

Representando o Ministério da Saúde na mesa técnica “Regionalização: os modos de regionalizar e as responsabilidades interfederativas para a efetivação do cuidado em Rede no SUS”, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, explicou que a regionalização deve ser compreendida como uma estratégia para alcançar os objetivos do SUS e orientar a organização das redes de atenção. Segundo ele, a governança regional precisa estar articulada ao modelo assistencial e às necessidades concretas da população, permitindo que o sistema responda com mais eficiência às transformações demográficas, epidemiológicas e tecnológicas.

“A regionalização não pode ser entendida como um fim. Ela tem que ser um meio, ancorada aos objetivos estratégicos que o estado brasileiro estabeleceu. A estrutura de governança do sistema precisa estar conectada ao modelo assistencial e à organização das ações de saúde pública”, concluiu.

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 O processo de regionalização passa pela cooperação entre os três níveis de governo. Os municípios consolidaram seu protagonismo na organização da atenção à saúde nos territórios, enquanto os estados têm papel estratégico na coordenação regional das redes assistenciais. Ao governo federal, cabe ampliar sua presença nos territórios, oferecendo apoio técnico, promovendo a articulação entre os gestores e contribuindo para a superação de desafios estruturais que ultrapassam os limites de atuação de cada ente federativo. 

Como parte dessa estratégia, o Ministério da Saúde atua nos territórios, combinando financiamento, apoio técnico e ações estruturantes voltadas ao fortalecimento das redes de atenção. Como exemplos, estão programas como o Mais Médicos e o Agora Tem Especialistas, que incorporam apoio direto aos territórios para enfrentar desafios relacionados à disponibilidade de profissionais de saúde e à ampliação do acesso à atenção especializada.

Também foram apresentadas propostas técnicas de fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, transformação digital, integração das informações em saúde e de incorporação da inovação tecnológica, que devem estar articuladas ao planejamento regional integrado. A avaliação é de que esses elementos são fundamentais para qualificar a coordenação do cuidado, reduzir desigualdades entre os territórios e fortalecer a capacidade de resposta do SUS diante das mudanças demográficas, epidemiológicas e climáticas.

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 Além do ministro Adriano Massuda, a mesa de encerramento contou com a participação do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Mohamad Hamida; do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Cristian Morales Fuhrimann; e do secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina, Diogo Demarchi Silva.

Brasil Saudável

No seminário dedicado ao Programa Brasil Saudável, ainda nesta quarta-feira, especialistas, técnicos e gestores públicos discutiram os avanços, desafios e perspectivas da iniciativa, que busca o enfrentamento das doenças determinadas socialmente por meio de ações integradas entre saúde e proteção social. O debate abordou estratégias voltadas à redução das iniquidades étnico-raciais, ao fortalecimento da participação social, à atuação intersetorial e à articulação entre União, estados e municípios para o planejamento de ações alinhadas às necessidades de cada território.

Durante a apresentação, a equipe técnica do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde destacaram a importância da participação dos municípios na construção das estratégias. A proposta é que as ações sejam definidas a partir das prioridades identificadas em cada realidade local, favorecendo respostas mais adequadas aos desafios enfrentados pelos territórios. 

Thamirys Santos
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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