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Ministério Público do Paraná realiza atendimento descentralizado voltado à população do município de Santa Inês no dia 18 de março

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O Ministério Público do Paraná realizará no dia 18 de março atendimento descentralizado dedicado à população de Santa Inês, município que integra a comarca de Colorado, no Norte Central do estado. A iniciativa objetiva ampliar o acesso dos cidadãos aos serviços do MPPR, com as equipes da Promotoria de Justiça indo até as localidades mais distantes dos grandes centros urbanos. O município de Santa Inês fica a 35 km de distância de Colorado e tem 1.748 habitantes, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A ação ocorrerá das 13 às 17 horas, nas dependências do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), na Rua Vereador Claro Ferreira Lima, 335, Centro.

Durante o atendimento, os moradores poderão receber orientações jurídicas e levar demandas de interesse coletivo, como dificuldade de acesso a serviços públicos (UBSs, UPAs, hospitais e matrículas em escolas, entre outros), problemas urbanísticos (por exemplo, iluminação pública, coleta de lixo e saneamento básico), reconhecimento de paternidade e direito da família, entre outras questões. Os interessados no serviço devem levar documentos pessoais e, se possível, a documentação relacionada ao caso que pretendem tratar.

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Atendimento presencial – Além do serviço descentralizado, as Promotorias de Justiça de Colorado mantêm atendimento presencial permanente à população de segunda a sexta-feira, das 12 às 19 horas, na Rua Parigot de Souza, 141, Fórum, Centro. E também atende pelos telefones e WhatsApp (44) 3323-2432 e (44) 3323-2770 e pelos e-mails [email protected] e  [email protected].

SERVIÇO
Atendimento Descentralizado da Promotoria de Justiça de Colorado em Santa Inês
Data: 18 de março
Horário: 13 às 17 horas
Local: Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) – Rua Vereador Claro Ferreira Lima, 335, Centro

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Em Araucária, MPPR denuncia 18 pessoas na Operação Cartão Fidelidade por tráfico de drogas e requer afastamento de policial militar envolvido nos crimes

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia contra 18 pessoas investigadas na Operação Cartão Fidelidade. O grupo é acusado da prática dos crimes de associação para o tráfico, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

Áudio da Promotora de Justiça Adriana Cordeiro Galvão

A investigação desarticulou uma organização que promovia a venda ilícita de entorpecentes na modalidade de entrega em domicílio, via aplicativo de mensagens, operando sob o nome fantasia Bob TV ou Pão de Queijo do Tio Bob. A estrutura ilícita contava com a distribuição de cartões físicos de fidelização com carimbos para os usuários. A fase ostensiva da operação, deflagrada em 19 de agosto de 2026, resultou na apreensão de estoques de entorpecentes do grupo, incluindo mais de 73 quilos de maconha, além de comprimidos de ecstasy, cocaína e haxixe.

Policial envolvido – Entre os denunciados, está um policial militar acusado de corrupção passiva e lavagem de bens e valores. Segundo a denúncia, o agente público recebia vantagens financeiras indevidas dos líderes do esquema para fornecer informações privilegiadas sobre investigações, realizar consultas não justificadas em sistemas restritos de segurança e facilitar as rotas de distribuição do narcotráfico. O MPPR apurou que o policial movimentou mais de dois milhões de reais em suas contas, valor totalmente incompatível com seus rendimentos como servidor público, tendo utilizado parte do dinheiro ilícito, recebido em repasses diretos, para adquirir um imóvel à vista no bairro Capela Velha. O Ministério Público requereu a suspensão cautelar do exercício da função pública do agente policial, além da decretação da perda do cargo em caso de condenação.

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Para dissimular a origem do dinheiro do tráfico, a organização operava uma complexa rede de lavagem de capitais, utilizando contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para integrar os recursos ilícitos à circulação econômica formal. Diante disso, o MPPR também solicitou ao Judiciário a suspensão das atividades de uma das empresas utilizadas no esquema de mescla de capitais ilícitos e lícitos.

Além das condenações pelos crimes cometidos, a Promotoria de Justiça requer a fixação de um valor mínimo para a reparação dos danos morais coletivos causados pela atuação da organização criminosa em Araucária, bem como a manutenção da prisão preventiva dos réus que já se encontram detidos, visando à garantia da ordem pública e a interrupção definitiva das atividades da organização.

Processo 0002613-86.2026.8.16.0025

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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