Brasil
Complexo Solar Draco amplia geração de energia solar em Minas Gerais
O setor elétrico brasileiro deu mais um passo rumo a uma matriz limpa e renovável com a entrada em operação comercial, em janeiro deste ano, de nove usinas do Complexo Solar Draco. Localizado em Arinos (MG), o empreendimento, capaz de suprir energia para mais de 500 mil residências, integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e conta com um investimento avaliado em mais de R$ 2,4 bilhões.
“Celebramos mais um passo decisivo na transição energética do Brasil. A entrada em operação das usinas do Complexo Solar Draco reafirma o compromisso do Governo do Brasil com uma matriz cada vez mais limpa, renovável e segura, ampliando a oferta de energia e fortalecendo a segurança do nosso sistema elétrico. Estamos consolidando o protagonismo brasileiro na geração solar e construindo, com planejamento e visão de futuro, um setor elétrico mais moderno, competitivo e sustentável, que gera desenvolvimento, emprego e oportunidades para a população”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Formado por 11 usinas fotovoltaicas, o complexo reúne 462 unidades geradoras que juntas totalizam 505 megawatts (MW) de capacidade instalada. As usinas Draco Solar 1 a 10 contam com 48 MW cada, enquanto a Draco Solar 11 conta com 24 MW.
O Complexo Solar Draco se conecta ao Sistema Interligado Nacional (SIN) por meio de uma subestação coletora e por uma linha de transmissão em 500 kV, com cerca de 16 quilômetros de extensão, até a Subestação Arinos 2. Todas as usinas do complexo estão enquadradas no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que concede benefícios fiscais a empreendimentosestratégicos.
A previsão é que as usinas Draco Solar 2 e 3 entrem em operação comercial em abril deste ano. Com a conclusão total do complexo, o Brasil consolida sua posição de destaque na geração de energia solar e avança rumo a um futuro energético mais limpo, justo e sustentável.
Novo PAC impulsiona energia renovável e desenvolvimento regional
Durante a fase de implantação, o empreendimento gerou cerca de 23.263 postos de trabalho diretos e indiretos, impulsionando o desenvolvimento social e econômico da região. Alinhado ao Eixo Transição Energética do Novo PAC, que reúne 584 usinas no subeixo de geração de energia, das quais 388 já estão concluídas, o projeto integra um esforço conjunto do Governo do Brasil, setor privado, estados, municípios e sociedade civil para acelerar o crescimento do país, reduzir desigualdades e ampliar o acesso à infraestrutura.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Brasil
Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia
A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde.
A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.
A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.
Planejamento das ações
Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.
Sobre a Operação Gota
A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.
Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.
Leidiane Souza
Rayane Bueno
Fonte: Ministério da Saúde
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