Paraná
Três refeições por turno: Mais Merenda completa 4 anos com investimento de R$ 245 milhões
Alimentos frescos, de qualidade, nutritivos e em quantidade adequada compõem as refeições servidas diariamente nas escolas da rede estadual de ensino do Paraná. Viabilizado pelo Governo do Estado, por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), o programa Mais Merenda tem ampliado de forma consistente o atendimento às unidades escolares desde sua criação, em 2022.
Ao longo dos últimos quatro anos, o programa recebeu investimentos superiores a R$ 245 milhões, garantindo a alimentação de mais de 4 milhões de pessoas no período. Entre 2022 e 2025, foram servidas 430 milhões de refeições nas escolas estaduais, consolidando o Mais Merenda como uma das principais iniciativas do Governo do Paraná na área educacional.
Desde a implantação do programa, a distribuição de gêneros alimentícios apresentou crescimento expressivo. No primeiro ano, em 2022, foram entregues 1,6 mil toneladas de alimentos às escolas. Em 2023, esse volume chegou a 2,5 mil toneladas, avançou para 5,2 mil toneladas no terceiro ano e encerrou 2025 com aproximadamente 4 mil toneladas distribuídas. No acumulado do período, o programa alcançou a marca de 14 mil toneladas de gêneros alimentícios entregues em todo o estado.
A expansão também se refletiu no número de refeições ofertadas diariamente. O Mais Merenda iniciou suas atividades com cerca de 400 mil servimentos por dia e, ao final de 2025, atingiu aproximadamente 700 mil refeições diárias, ampliando o alcance e o impacto da política pública.
Com esses resultados, o Mais Merenda consolida-se como uma política pública estruturante, fundamental para a promoção da saúde, a melhoria do estado nutricional e o fortalecimento do desempenho escolar dos estudantes da rede estadual.
“O Mais Merenda coloca a educação e o cuidado com o estudante no centro das prioridades do governo do Paraná. Nesses anos, estruturamos um dos maiores programas de alimentação escolar do país, com investimento consistente, gestão eficiente e impacto direto na aprendizagem, na saúde e na permanência dos alunos em sala de aula”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.
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HISTÓRIA – Em junho de 2020, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed) instituiu, ainda em caráter de projeto-piloto, o projeto Mais Merenda, inicialmente implantado em cinco Núcleos Regionais de Educação (NRE) – Guarapuava, Irati, Ivaiporã, Laranjeiras do Sul e Pitanga – beneficiando 66.458 alunos matriculados em 236 escolas da rede estadual de ensino.
A partir de 2022, no contexto do período pós-pandemia, o Mais Merenda foi ampliado e consolidado como programa permanente, passando a ser implantado em todas as unidades de ensino da rede pública paranaense. A iniciativa tornou-se referência nacional ao reforçar a política de alimentação escolar com foco na segurança alimentar e nutricional dos estudantes.
O programa contribuiu de forma significativa para o bem-estar dos alunos. Foram acrescentadas duas merendas diárias ao cardápio escolar — um lanche no início e outro no final do turno — complementando as refeições já ofertadas durante o período letivo.
DIVERSIDADE DE ALIMENTOS – Com a implantação do Mais Merenda, foi evidente o progresso na higidez, na atenção e no aproveitamento escolar dos estudantes desde as primeiras aulas do dia.
“Alunos bem alimentados apresentam melhores condições de frequência, permanência e rendimento escolar, refletindo diretamente no processo de ensino-aprendizagem. Além disso, o programa contribui para a redução das desigualdades alimentares vivenciadas pelos estudantes em seus lares, garantindo uma nutrição adequada ao longo do período escolar e evitando o consumo excessivo de produtos industrializados”, comenta Michel Nocchi de Oliveira, diretor do Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes, de Curitiba.
A seleção dos gêneros alimentícios do programa é planejada pela equipe de nutricionistas do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), responsável por planejar, adquirir e distribuir os alimentos, bem como elaborar os cardápios conforme as demandas culturais e nutricionais dos NRE.
A evolução do programa demonstra o compromisso contínuo com a qualidade da alimentação escolar. “O planejamento técnico dos cardápios, aliado à ampliação e à diversidade dos gêneros alimentícios, garante que nossos estudantes recebam alimentos seguros e adequados às necessidades nutricionais. Os resultados são percebidos no cotidiano das escolas e confirmados pela aprovação da comunidade escolar”, destaca Eliane Teruel Carmona, diretora-presidente do Fundepar.
No início da implantação do programa, em 2022, os alimentos ofertados eram basicamente achocolatados, leite em pó, café, chá e biscoitos. Nos anos seguintes, o cardápio foi gradualmente ampliado, incorporando cereal, suco, água de coco, barra de frutas, pão de queijo, canjica e sagu. Já no atual ano letivo, os mais de 1,1 milhão de estudantes matriculados em 2.080 escolas da rede estadual terão à disposição um cardápio ainda mais diversificado, que inclui chá-mate, café, sucos, composto lácteo, vitaminas, frutas, torradas, biscoitos, barras de frutas, torta salgada, pão com manteiga, pão de queijo e cereal de milho.
Do ponto de vista nutricional, essa diversidade contribui de forma significativa para a adequação da ingesta energética e de nutrientes essenciais, garantindo aporte de energia fundamental para o início e o encerramento das atividades escolares.
Fonte: Governo PR
Paraná
Portos do Paraná destaca eficiência e investimentos no AgroForum Cuiabá
Os resultados expressivos de movimentação de cargas obtidos pela Portos do Paraná e os investimentos estruturantes em andamento na empresa pública foram destaques no AgroForum Cuiabá. O evento, realizado nesta quinta-feira (21), contou com a presença de representantes do setor produtivo, autoridades públicas, empresários, investidores e lideranças do agronegócio.
Durante o painel de abertura “Logística e Infraestrutura: caminhos para a competitividade”, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, destacou a grande capacidade operacional do Porto de Paranaguá, que beneficia diretamente os setores agrícola e pecuário. O painel contou com a participação do ministro dos Transportes, George Santoro, e do CEO da Rumo Logística, Pedro Palma.
O AgroForum Cuiabá reuniu representantes dos setores produtivo e logístico, da área governamental, investidores, empresários e representantes do mercado financeiro. O evento, promovido pelo BTG Pactual, busca antecipar tendências que impactam o agronegócio no cenário internacional, discutir alternativas para expansão e financiamento e, ainda, explorar novas tecnologias e modelos de negócio.
COMPETITIVIDADE – Luiz Fernando Garcia lembrou que os portos paranaenses são responsáveis pela exportação agrícola de alguns dos estados mais produtivos do país, uma responsabilidade que exige eficiência e grandes investimentos para manter a competitividade e gerar vantagens operacionais na exportação e importação de mercadorias.
“Nenhuma empresa vai seguir atuando em nossos portos se não houver condições para a realização de bons negócios”, destacou. Garcia também enfatizou que nenhum outro porto brasileiro consegue movimentar a mesma quantidade de cargas por quilômetro de cais como os portos de Paranaguá e Antonina.
Em 2025, a Portos do Paraná movimentou 73,5 milhões de toneladas, 10,1% a mais que no ano anterior. Foi o maior crescimento percentual em volume de cargas entre os portos brasileiros. “E vamos aumentar ainda mais essa eficiência”, declarou ao evidenciar a série de investimentos em andamento.
Entre as grandes obras que vão transformar o Porto de Paranaguá estão o Moegão, o Píer em “T” e o aprofundamento do canal de acesso. Ao todo, nos próximos cinco anos, cerca de R$ 6,1 bilhões em obras serão concretizados.
Grande parte desses investimentos está sendo possível devido ao trabalho que resultou na regularização de 100% das áreas arrendáveis do Porto de Paranaguá. Todos os arrendamentos foram formalizados a partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3).
Fonte: Governo PR
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