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Governo do Paraná apresenta governança do primeiro Hub de GovTech do Brasil

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O Governo do Paraná apresentou nesta segunda-feira (26) a governança do Hub GovTech Paraná, iniciativa da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) que estrutura o modelo institucional e as diretrizes de atuação do que será o primeiro Hub de GovTech do Brasil, voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão pública.

Como parte da preparação para a implantação do novo Hub de GovTechs, foi realizado o lançamento da governança institucional da iniciativa, etapa fundamental para estruturar o modelo de atuação, articulação com parceiros e diretrizes de funcionamento do Hub.

O Hub GovTech Paraná nasce com um modelo inédito no país, como um ecossistema completo focado em soluções para o setor público. Ele reúne metodologia consolidada, legitimidade institucional e validação prática em ambiente real, por meio de um Living Lab. A estrutura integra incubação, aceleração, testes, validação e escala de soluções, além de programas de capacitação, matchmaking, eventos e conexão com investidores de impacto.

“Queremos transformar o Paraná num estado que gere soluções para os governos. Há uma carência, e mais do que isso, uma necessidade de oportunidades de negócios. E também há uma dificuldade das startups ou empresas para oferecer essas ideias ao Poder Público. E, assim, queremos que o Paraná seja cada vez mais referência em ciência, tecnologia e inovação para o Brasil e para o mundo”, afirmou o secretário de Estado da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani.

Segundo Gustavo Comeli, coordenador Executivo do Hub GovTech Paraná, o diferencial está na combinação entre método, governança e aplicação prática. “Precisamos organizar uma governança, trazendo mais atores para compor a estrutura do Hub GovTech. Hoje fizemos um convite para que outras instituições contribuam com iniciativas e estratégias para a inovação na administração pública. E, assim, teremos um objetivo ampliado da transformação digital e da inovação pública”, destacou.

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O Hub foi criado para atender empreendedores e startups em diferentes estágios, gestores públicos inovadores e investidores, criando um ambiente confiável, acessível e estratégico para o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor público.

A robustez institucional do modelo se apoia na experiência acumulada da Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC), que já impactou diretamente 128 políticas públicas e conecta mais de 400 organizações em seu ecossistema, reforçando a escala, a maturidade e a capacidade de articulação entre governo, inovação e setor produtivo.

Outro pilar central do Hub é a segurança institucional, com forte ênfase na curadoria técnica e na conformidade legal em todas as etapas de seleção, desenvolvimento e validação das startups, garantindo aderência aos marcos regulatórios, mitigação de riscos jurídicos e segurança para a administração pública na adoção de soluções inovadoras

No campo das parcerias estratégicas, o Hub GovTech Paraná atua em articulação com atores relevantes do ecossistema de inovação, cidades inteligentes e desenvolvimento urbano, como Khanum, Expoencidade e Lattanzio. Essas parcerias fortalecem a agenda institucional do Hub, ampliam sua presença em eventos, feiras e fóruns especializados, e contribuem para a conexão qualificada entre governo, mercado, startups e soluções tecnológicas voltadas ao setor público.

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A iniciativa se ancora em ativos competitivos do Estado, como Curitiba, reconhecida como cidade mais inteligente do mundo em 2023; a força econômica do Paraná, quinta maior do Brasil; e a proximidade geográfica com São Paulo, principal mercado B2G da América Latina.

Com metodologia replicável e potencial de exportação para outros estados, o programa busca atrair GovTechs de todo o país e posicionar o Paraná como polo de excelência em inovação governamental, fortalecendo a transformação digital do setor público e a geração de soluções de alto impacto para a sociedade.

O Hub GovTech Paraná tem sede no Canal da Música, no bairro Mercês, em Curitiba, e conta com um investimento de R$ 15 milhões ao longo dos próximos três anos. A iniciativa se soma a outros projetos estaduais, como o polo de inovação Fábrica de Ideias, que transformará a antiga fábrica da Ambev em Curitiba em um grande centro de tecnologia e cultura, e a criação do Conselho Estadual de Inteligência Artificial (COIA).

QUEM FAZ O HUB – Para a criação do Hub GovTech Paraná, o Governo do Estado, por meio da SEIA, abriu um chamamento público para a gestão da iniciativa. Quem venceu foi a Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC), que tem mais de 20 anos de experiência à frente do Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos. O Hub ainda conta com a parceria do iCities, que atua como agente local para impulsionar a inovação e o ecossistema de GovTechs no Estado.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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