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Agro

Tocantins sedia Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 com programação voltada à inovação e sustentabilidade

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Abertura da colheita celebra a força do agronegócio brasileiro

A Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 será realizada no dia 30 de janeiro de 2026, a partir das 8h, na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO). O evento simboliza o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reunirá produtores rurais, lideranças do agronegócio, pesquisadores e autoridades públicas.

A ação integra o Projeto Soja Brasil, promovido pelo Canal Rural em parceria com a Aprosoja Brasil, e tem a Aprosoja Tocantins como realizadora local. As inscrições são gratuitas e estão abertas ao público no site oficial do evento.

Tocantins ganha destaque nacional com protagonismo na soja

Para Caroline Schneider, presidente da Aprosoja Tocantins, o evento reforça o papel estratégico do estado na expansão da produção agrícola nacional.

“A abertura da colheita é um momento de visibilidade, mas também de reflexão sobre como a soja impacta a economia, gera empregos e transforma a vida das pessoas. O Tocantins tem mostrado que produz com responsabilidade e eficiência”, destacou.

A Fazenda Alto da Serra, anfitriã do evento, faz parte do Grupo Wink, que atua no estado desde 2012 nas áreas de grãos, pecuária, transporte e armazenagem. Segundo o agrônomo Renato Schneider Júnior, representante da fazenda, sediar a abertura nacional é motivo de orgulho e reconhecimento.

“Estamos preparando a lavoura e toda a estrutura para receber produtores de todo o país e mostrar o potencial produtivo do Tocantins e a seriedade do nosso trabalho”, afirmou.

Programação destaca inovação, clima e desenvolvimento regional

A programação oficial terá início às 8h com a cerimônia de abertura. Em seguida, o Painel 1 apresentará a palestra “A jornada de um biólogo no agro”, com o biólogo e apresentador Richard Rasmussen, abordando a conexão entre produção agrícola, meio ambiente e sociedade.

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O público também poderá acompanhar cases de sucesso de produtores de diferentes regiões, reforçando o tema central do evento: “Onde a soja cresce, a transformação acontece”.

Outro momento de destaque será o boletim climático, com análises e previsões para as principais regiões produtoras, fornecendo informações estratégicas para o planejamento da safra.

O Painel 2 discutirá “A soja como política de desenvolvimento regional”, destacando o papel da cadeia produtiva na geração de empregos, infraestrutura e crescimento econômico.

Ato simbólico e confraternização encerram o evento

A cerimônia contará ainda com a presença de autoridades estaduais e nacionais ligadas ao setor agropecuário. O ponto alto será o momento simbólico da entrada das máquinas no campo, marcando oficialmente o início da colheita da safra 2025/26.

O evento será encerrado com um almoço de confraternização entre produtores, organizadores e convidados, celebrando mais um ciclo produtivo e reforçando o papel da soja como motor de desenvolvimento sustentável no país.

A coordenação técnica é da Embrapa, com apoio de entidades e empresas do setor agropecuário.

Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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IGP-M registra deflação de 0,50% em junho; queda nas commodities reduz preços ao produtor e alivia inflação

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,50% em junho, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Após avançar 0,84% em maio, o indicador voltou ao campo negativo impulsionado, principalmente, pela queda dos preços das commodities energéticas, minerais e de importantes produtos agropecuários.

Com o resultado, o IGP-M acumula alta de 3,27% no ano e 3,16% nos últimos 12 meses, indicando uma desaceleração da inflação medida pelo índice amplamente utilizado no reajuste de contratos de aluguel, tarifas e diversos serviços.

Commodities e agronegócio puxam queda do IPA

O principal responsável pela deflação do IGP-M foi o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que apresentou queda de 0,97% em junho, revertendo a alta de 0,91% registrada no mês anterior.

Segundo a FGV, a normalização dos preços internacionais das commodities energéticas e minerais, após o alívio das tensões no Estreito de Ormuz, contribuiu para reduzir os custos ao produtor.

No setor agropecuário, mesmo diante das preocupações relacionadas ao clima e ao aumento dos custos de produção, as principais culturas continuam apresentando desempenho positivo em 2026. Esse cenário favoreceu a redução dos preços de produtos importantes, como:

  • Cana-de-açúcar;
  • Café em grãos.
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De acordo com o economista Matheus Dias, do FGV IBRE, parte dessa queda já começa a chegar ao consumidor final, especialmente nos preços da gasolina, do etanol e do café em pó.

Matérias-primas registram maior recuo

Entre os estágios de produção analisados pelo IPA, o maior destaque foi a forte retração das matérias-primas brutas, que passaram de alta de 0,43% em maio para queda de 2,76% em junho.

Já os bens finais desaceleraram para alta de apenas 0,23%, enquanto os bens intermediários avançaram 0,45%, ambos com ritmo significativamente inferior ao observado no mês anterior.

O comportamento evidencia uma redução das pressões inflacionárias ao longo da cadeia produtiva, especialmente nos setores ligados ao agronegócio e às commodities.

Inflação ao consumidor perde força

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também mostrou desaceleração em junho, ao subir 0,47%, abaixo dos 0,61% registrados em maio.

Cinco das oito classes de despesas pesquisadas apresentaram redução no ritmo de alta:

  • Habitação;
  • Alimentação;
  • Saúde e Cuidados Pessoais;
  • Transportes;
  • Vestuário.

A desaceleração dos alimentos reforça o impacto positivo da maior oferta agrícola e da redução dos preços em diversas cadeias produtivas, beneficiando o consumidor.

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Por outro lado, os grupos Despesas Diversas, Educação, Leitura e Recreação e Comunicação registraram aceleração no período.

Construção civil mantém pressão sobre custos

Na contramão dos demais indicadores, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou para 0,85% em junho, acima dos 0,77% registrados em maio.

O principal fator foi o avanço dos custos com mão de obra, cuja variação passou de 0,43% para 0,91%.

Já os grupos Materiais e Equipamentos e Serviços apresentaram desaceleração, embora permaneçam contribuindo para a elevação dos custos da construção civil.

Cenário favorece controle da inflação

O desempenho do IGP-M em junho reforça um cenário de menor pressão inflacionária na economia brasileira, especialmente nos preços ao produtor. A combinação entre recuo das commodities internacionais, boa evolução das principais safras agrícolas e redução nos preços de combustíveis contribui para aliviar parte da inflação ao consumidor.

Para o agronegócio, o resultado sinaliza um ambiente de maior estabilidade nos custos de produção em diversas cadeias, embora fatores climáticos e geopolíticos continuem sendo monitorados por produtores, indústrias e investidores ao longo do segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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