Connect with us


Paraná

Sanepar entrega 1.500 caixas-d’água para famílias do Litoral em parceria com prefeituras

Publicado em

Em uma ação conjunta para reforçar a segurança hídrica no litoral paranaense, a Sanepar, o Governo do Estado e as prefeituras estão distribuindo 1.500 caixas-d’água na região. A iniciativa contempla os municípios de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná, com o objetivo de assegurar que famílias de baixa renda tenham acesso ao reservatório domiciliar.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, explica que a caixa-d’água é fundamental para momentos de manutenção da rede ou variações no abastecimento. “Essa reservação domiciliar funciona como um pulmão para o sistema de abastecimento. Quando o fornecimento da rua precisa ser interrompido temporariamente para um conserto, a família que tem a caixa nem sente a falta de água, pois tem sua reserva garantida”, diz.

O cronograma de entregas para as prefeituras começou por Guaratuba, que recebeu 500 unidades no dia 14 de janeiro. Na sequência, Matinhos foi contemplada no dia 16 e, encerrando esta etapa, Pontal do Paraná recebeu os reservatórios no dia 20 de janeiro. Além das caixas de água, as famílias recebem um kit completo de instalação, contendo tubulações e boia. A seleção dos beneficiados e a entrega às famílias serão feitas pelas prefeituras.

Leia mais:  Museu Oscar Niemeyer vai receber mostra itinerante da 36ª Bienal de São Paulo

O prefeito de Guaratuba, Mauricio Lense, diz que ainda é muito comum encontrar moradores que ligam as casas diretamente no sistema da Sanepar, e que os kits vão beneficiar famílias de baixa renda. “Nossas equipes de assistência social vão cadastrar as famílias que não possuem e que mais precisam receber esses equipamentos. Assim, com esse trabalho conjunto, vamos levar uma melhoria para essas famílias”, afirma.

IMPORTÂNCIA – A instalação da caixa-d’água é fundamental para a regularidade do abastecimento. Segundo levantamentos da Sanepar, cerca de 20% dos imóveis no Estado ainda não possuem reservatório próprio. Essa ausência torna os moradores vulneráveis a desabastecimentos temporários, como os que ocorrem durante paradas para manutenção ou reparos de vazamentos.

A Norma Técnica 5626:1998, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), recomenda que as residências tenham uma reserva mínima capaz de suprir o consumo dos moradores por, pelo menos, 24 horas. Para casas de pequeno porte, a recomendação é de uma reserva mínima de 500 litros — exatamente a capacidade dos equipamentos que estão sendo doados.

Leia mais:  Com a chegada de dias mais frios, Copel orienta consumidores sobre o uso eficiente de energia

MANUTENÇÃO – A Sanepar reforça que, além da instalação, a manutenção do equipamento é essencial para garantir a qualidade da água. A Companhia orienta que a limpeza da caixa-d’água seja feita a cada seis meses.

Outro ponto de atenção é a vedação: a tampa deve permanecer sempre bem fechada para evitar a entrada de sujeira, insetos e pequenos animais, prevenindo doenças e contaminações. A verificação periódica de boias e conexões também é recomendada para evitar vazamentos ocultos que encarecem a conta e desperdiçam recursos naturais.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Com Ponte de Guaratuba, Maratona Internacional do Paraná se torna marco do Esporte no Estado

Published

on

Guaratuba e Matinhos voltaram a ser o cenário do atletismo paranaense na manhã deste domingo (3) no encerramento da Maratona Internacional do Paraná (MIP). As provas de 10 km e a maratona (42 km) tiveram largadas a partir das 6h, reunindo corredores de elite, atletas com deficiência (ACD), amadores de diversas regiões e o pelotão da inclusão.

Assim como nas provas de sábado (2), a recém-inaugurada Ponte de Guaratuba voltou a ser o grande atrativo no trajeto dos corredores neste domingo. O percurso consolidou o evento como um marco para o esporte e para a infraestrutura do Estado, atraindo cerca de 20 mil atletas ao longo dos dois dias de competição.

Mesmo sob céu fechado, garoa e ventos fortes, a passagem pelo vão da ponte foi o ponto alto do trajeto, transformando o rigor físico da maratona em um momento de contemplação de um dos cenários mais emblemáticos do Paraná. Para Daniele Rodrigues, de 40 anos, moradora de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, a vista da estrutura é de tirar o fôlego: “O percurso foi lindíssimo, com a orla e a nova ponte. Foi sensacional”, comemorou.

DESAFIO TÉCNICO — Nos 10 km, o trajeto contou com duas subidas e duas descidas entre a ida e a volta, exigindo um preparo físico intermediário. Além do relevo, o vento costeiro e a alta umidade foram os principais obstáculos para os corredores.

Gustavo Bruisma, de 20 anos, natural de Pato Branco, no Sudoeste, destacou que a primeira metade da prova foi a mais exigente. “O maior desafio, no meu ponto de vista, foi o vento contra em alguns trechos”, relatou. “Quanto às subidas, foram difíceis, mas quem corre na região Sudoeste do Paraná já está acostumado”, brincou o atleta.

Leia mais:  Programa Mulher Segura amplia ações no Norte do Paraná e impacta 1,1 mil pessoas

Já na prova principal (42 km), os maratonistas enfrentaram duas subidas acentuadas localizadas antes e depois da travessia da ponte. No total, o ganho de elevação foi de 232 metros, o que exigiu estratégia e controle rigoroso de ritmo para evitar o desgaste precoce.

Apesar do esforço nas inclinações, os corredores foram recompensados com extensos trechos planos pelas orlas de Matinhos e Guaratuba, setores que favoreceram a recuperação do fôlego e a manutenção da velocidade. A altimetria foi dividida em três fases: um início oscilante, um trecho intermediário com nova inclinação acentuada e uma reta final plana, permitindo que os atletas administrassem o fôlego ou acelerassem nos quilômetros decisivos.

INSPIRAÇÃO E APOIO — O suporte de quem está fora das pistas é essencial para quem corre. Jessica Rodrigues da Silva, 27 anos, moradora de Curitiba, acordou cedo, às 4h40, para apoiar o companheiro, Davi Rodrigues de Azevedo, em sua estreia nos 10 km. “Ele começou a correr há pouco tempo e já está completando uma prova com esse trajeto. É gratificante ver ele competir”, afirmou.

Leia mais:  Recesso escolar: aulas da rede estadual de ensino vão até quinta-feira

O exemplo também arrasta famílias inteiras. Gustavo Bruisma começou a correr em 2023 e já influenciou pais e irmãos. Para ele, a constância é o segredo: “Coloque um tênis, intercale corrida e caminhada. Daqui a alguns dias, pode ser você aqui fazendo história”, incentivou.

“A corrida é uma cura, uma terapia. Às vezes você acha que não vai dar conta pelo cansaço, mas a sensação ao terminar é sempre boa. Não desista no começo”, finalizou Daniele Rodrigues.

CAMPEÕES BRASILEIROS — A premiação total ultrapassa os R$ 300 mil. O destaque fica para os campeões da maratona (42 km), que receberam R$ 50 mil cada nas categorias masculina e feminina, além de bônus de R$ 10 mil para o primeiro brasileiro e a primeira brasileira a cruzar a linha de chegada. 

O primeiro lugar masculino na prova da maratona foi para o pernambucano José Márcio Leão da Silva, que completou a maratona em 2h19m33s. Já na categoria feminina, a colocação principal foi para a amazonense Franciane Moura, com tempo de 2h44m18s. 

MARATONA INTERNACIONAL DO PARANÁ — A Maratona Internacional do Paraná (MIP) foi realizada entre os dias 2 e 3 de maio de 2026, com percursos  de 5 km, 21 km, 10 km e 42 km, entre as cidades de Guaratuba e Matinhos. A Ponte da Vitória, recém inaugurada, foi o ponto alto da prova.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262