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Brasil

Ministério da Saúde discute diretrizes para impulsionar inovação radical em Saúde

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O Ministério da Saúde reuniu gestores públicos, pesquisadores e especialistas no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), para uma oficina dedicada à construção do Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde. O encontro foi realizado entre os dias 14 e 16 de janeiro, e marcou uma etapa decisiva na formulação da estratégia, com foco em governança, financiamento, infraestrutura e interação com o setor produtivo.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), com o objetivo de estruturar um modelo de inovação voltado aos desafios do Sistema Único de Saúde (SUS), alinhando ciência, tecnologia e capacidade produtiva nacional.

A secretária da SCTIE, Fernanda De Negri, destacou a importância do debate para fomentar o diálogo e construir, de forma democrática, o formato do programa. “A proposta é estruturar um modelo no qual projetos serão selecionados e desenvolvidos em uma infraestrutura de pesquisa laboratorial dedicada exclusivamente à inovação radical, em parceria com empresas brasileiras”, afirmou.

Infraestrutura, fomento e investimento

O CNPEM atuará como primeiro centro-âncora do programa. Em novembro de 2025, o Ministério da Saúde anunciou o investimento R$ 67 milhões no Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde destinado ao fomento de pesquisas e à criação de novas tecnologias para o SUS. O objetivo é impulsionar estudos e acelerar o desenvolvimento de fármacos e dispositivos médicos no país. Os recursos serão aplicados em infraestrutura e na formação de um quadro de pessoal especializado.

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A iniciativa consolida o CNPEM como o primeiro centro-âncora (hub) nacional dedicado à inovação radical em saúde, reunindo instrumentos, laboratórios e competências científicas voltadas ao desenvolvimento de novas moléculas, insumos farmacêuticos e equipamentos médicos produzidos no Brasil. O fomento incentivará pesquisas avançadas em tecnologias de alta complexidade, contribuindo para ampliar o acesso da população a medicamentos, vacinas e outros insumos estratégicos para o SUS.

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Brasil

Ministério da Saúde debate o futuro do envelhecimento no Brasil

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O Brasil conquistou o direito de viver mais, mas como estamos cuidando desses anos extras? Diante de uma transformação demográfica sem precedentes, o Ministério da Saúde promove nesta quinta-feira (24/09), em Brasília, mais uma edição do projeto Café com Ideias. O evento é aberto ao público, com transmissão canal oficial do DataSUS no YouTube.

Os números mostram que o futuro já chegou. O Brasil alcança a marca de 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais em 2026. Em apenas duas décadas, esse contingente deve saltar para 61,5 milhões. O impacto dessa mudança no sistema público é imediato, já que 81,4% dos idosos brasileiros utilizam exclusivamente o Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais do que tratar doenças, o desafio atual é estrutural. Trata-se de adaptar hospitais, postos de saúde e o atendimento preventivo para garantir um envelhecimento ativo.

“O desafio que se coloca agora é garantir que esses anos a mais sejam vividos com saúde, autonomia, participação social e dignidade. Nosso compromisso é fortalecer, cada dia mais, um SUS capaz de responder a essas diferentes necessidades ao longo do processo de envelhecimento”, pontua Olivia Lucena de Medeiros, diretora de Gestão do Cuidado Integral do Ministério da Saúde.

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Diálogo

Coordenado pelo Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP) do Ministério da Saúde, o Café com Ideias quebra a rigidez institucional ao reunir a comunidade acadêmica, gestores e profissionais de saúde em um ambiente de construção coletiva.

A mesa deste encontro contará com:

  • Kenio Costa de Lima (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – MDHC)
  • Olivia Lucena de Medeiros (Ministério da Saúde – MS)
  • Carlos Eduardo Gabas (Consórcio Nordeste)
  • Marília Cristina Prado Louvison (Médica sanitarista e professora da USP)

Como acompanhar

O evento acontece de forma híbrida. Quem não estiver na capital federal poderá interagir e acompanhar as discussões em tempo real. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo canal oficial do DataSUS no YouTube.

Serviço

Data: Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Horário: 17h
Local: Biblioteca do Ministério da Saúde (Bloco G – Esplanada dos Ministérios), Brasília (DF)
Transmissão: Canal do DataSUS no YouTube 

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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