Agro
Preço do açúcar cai pela terceira semana seguida, mas mercado interno reage com leve alta
Cotação do açúcar acumula nova queda em São Paulo
O preço médio do açúcar cristal branco recuou pela terceira semana consecutiva, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP).
Entre os dias 12 e 19 de janeiro, o Indicador Cepea/Esalq – São Paulo (Icumsa 130 a 180) ficou em R$ 105,94 por saca de 50 kg, uma queda de 1,44% em relação à semana anterior.
De acordo com os pesquisadores, o recuo é influenciado principalmente pela maior presença de açúcar de coloração mais alta (Icumsa até 180) nas negociações, produto de menor qualidade e valor comercial inferior. Assim, o movimento de baixa reflete mudança no perfil de qualidade dos lotes vendidos, e não necessariamente uma retração na demanda.
Expectativa de superávit global pressiona cotações internacionais
No mercado externo, o Cepea aponta que as projeções de superávit global acima de 2 milhões de toneladas na safra 2025/26 continuam pressionando os contratos futuros do açúcar negociados na Bolsa de Nova York (ICE Futures).
Entretanto, as estimativas iniciais de queda na produção brasileira em 2026/27, estimada em -3,9%, têm atuado como fator de contenção, evitando quedas mais acentuadas nos preços internacionais.
Feriado nos EUA interrompe negociações nas bolsas internacionais
Devido ao feriado do Dia de Martin Luther King Jr., as bolsas de Chicago e Nova York permaneceram fechadas na segunda-feira (19 de janeiro).
Com isso, não houve formação de preços para as commodities no mercado internacional, e as negociações devem ser retomadas normalmente nesta terça-feira (20).
Mercado interno registra leve alta no preço do açúcar
Mesmo com o recuo acumulado nas últimas semanas, o mercado doméstico apresentou alta pontual.
Conforme o Indicador Cepea/Esalq, o açúcar cristal foi negociado a R$ 104,37 por saca de 50 kg nesta segunda-feira (19 de janeiro), o que representa alta de 0,38% frente ao dia anterior.
Etanol hidratado mantém movimento positivo
O etanol hidratado também seguiu em leve valorização.
Segundo o Indicador Diário Paulínia, o biocombustível foi comercializado a R$ 3.176,50 por metro cúbico, com alta de 0,05% em relação ao pregão anterior (R$ 3.175,00/m³).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Dia Mundial do Frango destaca protagonismo global da proteína e reforça importância da sanidade na avicultura
Proteína avícola ganha protagonismo no cenário global
O Dia Mundial do Frango, celebrado em 10 de maio, reforça a relevância da avicultura como um dos principais pilares do sistema alimentar mundial. Presente de forma crescente na dieta global, a carne de frango se destaca por sua versatilidade, valor nutricional e competitividade de custo, ampliando sua participação tanto no consumo interno quanto no comércio internacional.
Esse avanço é sustentado por ganhos contínuos de produtividade, inovação tecnológica e rigorosos padrões sanitários, que têm elevado o nível de eficiência e segurança da cadeia produtiva.
Brasil consolida liderança nas exportações de carne de frango
O Brasil segue como um dos principais players globais do setor. Em março de 2026, o país exportou mais de 504 mil toneladas de carne de frango, gerando US$ 944,7 milhões em receita — crescimento de cerca de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No acumulado do primeiro trimestre, os embarques ultrapassaram 1,45 milhão de toneladas, estabelecendo um desempenho histórico mesmo diante de desafios internacionais. Para 2026, a produção nacional deve superar 16 milhões de toneladas, reforçando a importância estratégica da avicultura para a economia e a segurança alimentar brasileira.
Sanidade animal é fator-chave para produtividade e competitividade
O avanço do setor está diretamente ligado à integração entre genética, nutrição, manejo e, principalmente, sanidade animal. Esse último pilar é considerado determinante para garantir produtividade, bem-estar dos animais e qualidade final do produto.
Programas preventivos, biosseguridade rigorosa e uso de tecnologias de monitoramento têm reduzido perdas e ampliado a eficiência dos plantéis. Além disso, ferramentas digitais e diagnósticos laboratoriais avançados permitem decisões mais rápidas e assertivas dentro das granjas.
Tecnologia e inovação fortalecem cadeia produtiva
A modernização da avicultura tem impulsionado o uso de soluções integradas, que combinam análise de dados, monitoramento em tempo real e estratégias sanitárias personalizadas.
Segundo Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil, a evolução do setor está diretamente ligada à tecnificação da cadeia produtiva.
“Quando falamos da avicultura, estamos tratando de uma cadeia altamente tecnificada, que evolui constantemente para atender à demanda global por proteína de qualidade. Na prática, isso se traduz em iniciativas como programas de vacinação personalizados por desafio sanitário de cada região, estratégias rigorosas de biosseguridade nas granjas, monitoramento contínuo por meio de indicadores zootécnicos e ferramentas digitais, além do uso de diagnósticos laboratoriais avançados para decisões mais rápidas e assertivas”, explica.
Zoetis reforça papel estratégico no suporte ao produtor
Como parceira do setor, a Zoetis, líder global em saúde animal, atua com um portfólio voltado à inovação científica e ao suporte técnico no campo. A empresa oferece soluções que incluem vacinas, ferramentas de diagnóstico e acompanhamento especializado, contribuindo para o fortalecimento do status sanitário das granjas.
O objetivo é apoiar a adoção de práticas mais eficientes, sustentáveis e alinhadas às exigências dos mercados internacionais.
Cadeia produtiva avança com foco em eficiência e sustentabilidade
A integração entre ciência e prática tem permitido ao setor avícola evoluir de forma consistente, com ganhos em produtividade, rastreabilidade e segurança alimentar.
Para Muniz, o desenvolvimento contínuo da cadeia é essencial para atender às novas demandas globais.
“Celebrar o Dia Mundial do Frango é também reconhecer a importância de uma cadeia produtiva que não para de evoluir. Nosso papel é estar ao lado do produtor, oferecendo soluções que realmente façam a diferença no dia a dia da granja, unindo ciência, tecnologia e conhecimento aplicado para garantir produtividade com responsabilidade”, finaliza.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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