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Parceiro da Escola: definidas empresas responsáveis pela administração de 13 colégios

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Estão definidas as empresas responsáveis pela administração dos colégios estaduais que passaram a integrar o Programa Parceiro da Escola, no final de 2025. Essas instituições serão responsáveis por serviços como manutenção e reparo da infraestrutura, serviços administrativos e a gestão de terceirizados da limpeza e segurança.

A sessão, nesta sexta-feira (16), ocorreu de forma on-line com as empresas que se credenciaram conforme as regras do Edital de Chamamento Público nº 17/2024. As instituições habilitadas foram classificadas pela Secretaria de Educação do Paraná de acordo com a pontuação, que leva em conta indicadores a serem comprovados documentalmente dentro de três áreas: capacidade técnica, existência de unidades da empresa em funcionamento na região onde pretendem atuar como parceiros (estado, NRE ou município) e nível de adequação e formação docente.  

O procedimento resultou na seguinte divisão: o Grupo Apogeu será responsável por quatro estabelecimentos de ensino – Colégio Estadual Victor do Amaral e CE Homero Baptista de Barros, em Curitiba, CE Gildo Aluísio Schuck, em Laranjeiras do Sul, e o CE Carneiro, em Roncador – a Impulso absorveu a administração de CE Bandeirantes, em Campina Grande do Sul, CE Maria L. F. Pacheco, em Balsa Nova, CE Jardim Universitário, em Sarandi, CE Brasílio Itiberê e CE Rodrigues Alves, em Maringá – e, por fim, a Tom Educação será parceira do CE Maria Aguiar Teixeira, em Curitiba, CE Cleya Godoy F. da Silva, em Londrina, CE Malvino de Oliveira, em Porecatu, e o CE João Plath, em Mauá da Serra.

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Os 13 colégios que receberão o apoio administrativo somam os 82 que já fazem parte do programa desde 2024. Em dois destes colégios a proposta foi aprovada mediante consulta pública realizada, em novembro, nas outras 11 unidades onde a consulta pública não atingiu o quórum mínimo estipulado pela Seed-PR, de 50% mais um, coube à Secretaria decidir sobre a adesão.

A decisão da Seed-PR foi tomada com base em critérios técnicos como frequência escolar abaixo da média estadual e desempenho na aprendizagem medido pela nota do Ideb, considerando colégios que ficaram abaixo da média, que reduziram sua nota na última avaliação ou que não tiveram o índice divulgado, entre outros critérios.

PARCEIRO DA ESCOLA – O programa é fruto de uma lei estadual, após um projeto-piloto em Curitiba e São José dos Pinhais. A primeira seleção de escolas ocorreu em dezembro de 2024, com uma nova votação em novembro de 2025. As 95 unidades do Parceiro da Escola estão distribuídas em 34 municípios: Almirante Tamandaré, Andirá, Apucarana, Arapongas, Assis Chateaubriand, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Cambé, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Cascavel, Castro, Colombo, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Ibiporã, Jaguariaíva, Laranjeiras do Sul, Londrina, Maringá, Matelândia, Matinhos, Mauá da Serra, Medianeira, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste, Palmeira, Pinhais, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Porecatu, Roncador, São José dos Pinhais, Sarandi e Toledo.

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O grupo Apogeu é parceiro na gestão de 20 colégios estaduais em Curitiba, Região Metropolitana (RMC), Litoral e Guarapuava. A Tom Educação apoia a gestão de 36 unidades nas regiões Norte, Oeste, Campos Gerais, RMC e Curitiba. Nas outras 39 escolas do programa, distribuídas entre as regiões Oeste, Noroeste, Curitiba e RMC, a responsabilidade é da empresa Impulso.

Ainda no primeiro ano de implementação, o Parceiro da Escola registrou aprovação dos pais e responsáveis maior que 86%, conforme atestou pesquisa realizada pela Radar Inteligência, publicada em julho de 2025. 

Houve a participação de mais de 2 mil pais dos 15 Núcleos Regionais de Educação que integravam o programa até o momento. Além da aprovação, 84,2% recomendariam o modelo a outros pais e responsáveis e 92,2% entendem que há cuidado da escola com o filho. Também foram registradas melhorias em índices pedagógicos e administrativos: redução de 99% das aulas vagas nas escolas participantes e aumento de quase 80% na ocorrência de observações pedagógicas em sala de aula após a implantação do programa. As ocorrências são realizadas pelos diretores para traçar estratégias de aprendizagem mais assertivas.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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