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Dilsinho vai apresentar o protagonismo do novo pagode no Verão Maior Paraná

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Uma das vozes mais populares do pagode contemporâneo, Dilsinho é atração do Verão Maior Paraná neste sábado (17), em Pontal do Paraná, com show gratuito marcado para às 22h. O cantor leva ao litoral paranaense um repertório que reúne romantismo, identidade pop e números que o colocam entre os artistas mais ouvidos do País e representante do novo momento de protagonismo do pagode como o gênero mais escutado no Brasil.

Com mais de uma década de carreira, o artista carioca elevou o pagode para o público diverso. São bilhões de reproduções nas plataformas digitais, mais de 8 milhões de ouvintes mensais no Spotify e uma presença expressiva nas redes sociais, onde reúne milhões de seguidores. Esse alcance se reflete em hits que atravessaram rádios, playlists e gerações, como “Refém”, “Péssimo Negócio”, “Trovão”, “12 Horas”, “Baby Me Atende” e “Diferentão”.

A amplitude do sucesso foi possível graças a nova roupagem ao pagode que o artista construiu. Com reconhecimento popular, Dilsinho passou a colaborar com artistas de outros ritmos como o pop, sertanejo, gospel, rap e até afropop – feita em parceria com o grupo português Calema com o hit “Leva Tudo”. A colaboração com o grupo europeu faz parte da estratégia de internacionalizar o artista, que passou a ser escutado nas rádios estrangeiras e a pisar nos palcos de grandes festivais, como o Rock in Rio Lisboa, em 2024.

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Sempre romântico, o momento atual da carreira passa pelo projeto “Conteúdo Sensível”, que será dividido em dois EPs – mais curtos do que um álbum. O primeiro foi lançado em novembro de 2025 e se insere na linha de trabalhos que consolidaram o cantor junto ao público. As faixas mantêm o foco nas relações afetivas, temas recorrentes em sua discografia. O grande sucesso dessa primeira fase é a música “O que eu faço agora?”.

O novo trabalho vem na esteira de outro ambicioso projeto do cantor. Gravado também em etapas, o “Pagode do Diferentão” soma centenas de milhões de streams e parcerias com artistas de estilos diferentes, como o forró de Mari Fernandez, o pop de Vitor Kley, o sertanejo de Gustavo Mioto ou o rap de Cynthia Luz com Chris MC. As colaborações demonstram como o pagode passou a ser plataforma para outros artistas ampliarem ainda mais o seu público.

No palco do Verão Maior Paraná, a expectativa é por sucessos do pagodeiro conhecidos pelo público combinados com os novos lançamentos. A tendência é que o segundo final de semana de shows em Pontal do Paraná repita o mar de gente que marcou o início de ano no litoral paranaense.

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Confira os horários:

Palco Pontal do Paraná

16 de janeiro – Jiraya Uai – 20 horas

16 de janeiro – Gustavo Mioto – 22 horas

17 de janeiro – Luiz Cláudio e Giuliano – 20 horas

17 de janeiro – Dilsinho – 22 horas

Palco Matinhos

15 de janeiro – Roupa Nova – 21 horas

16 de janeiro – Gipsy Kings by Andre Reyes – 22 horas

17 de janeiro – Edson & Hudson – 20 horas

17 de janeiro – Eduardo Costa – 22 horas

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena

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O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.

Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima

O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.

Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.

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Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.

Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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