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Economia

Alckmin: Reforma tributária gera eficiência econômica e desenvolvimento

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, classificou a reforma tributária como histórica, por simplificar as regras, trazer eficiência econômica e gerar desenvolvimento ao país. Nesta terça-feira (13/01), ele participou de cerimônia de sanção da lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), órgão responsável por gerir e coordenar operacionalmente o novo imposto que será compartilhado entre estados, Distrito Federal e municípios.

“Essa é uma reforma histórica, porque ela traz eficiência econômica, ela simplifica. Cinco impostos viram um IVA dual”, destacou Alckmin, lembrando que o empresário enfrenta um “labirinto tributário” para atender a diferentes regras federais, estaduais e municipais.

O ministro citou estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) que estima um crescimento de mais de 12% do PIB brasileiro, em 15 anos, aumento de 14% dos investimentos e de 17% das exportações, após a reforma.

“O poder de tributar não pode ser um poder para destruir, ele deve ser um poder para instruir e construir”, pontuou Alckmin.

Na ocasião, o presidente Lula destacou a dedicação e o diálogo entre todos que trabalharam na construção e aprovação da reforma tributária.

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“Se não fosse essa dedicação, a gente não estaria hoje vivendo esse momento histórico(…). O que nós estamos falando aqui é que nós vamos apertar um botão para fazer funcionar um sistema que é uma espécie de um teste. Durante todo esse ano, esse sistema vai funcionar como teste para que, quando chegar a 1º de janeiro de 2027, a sociedade brasileira ganhe”, afirmou o presidente.

Plataforma Digital

A solenidade em Brasília marcou o início da fase de implementação da nova arquitetura tecnológica que dará sustentação à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), no contexto da Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional. Durante a cerimônia, também foi lançada a Plataforma Digital da Reforma Tributária.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lembrou que a reforma tributária beneficia os mais pobres.

“É uma das primeiras reformas tributárias sobre o consumo que tem pretensão de ter progressividade, porque o pobre recebe cashback sobre um conjunto expressivo de bens tributados, mas que ele não vai pagar imposto. Além de uma cesta básica muito mais generosa, com proteína animal, e de uma cesta de medicamentos essenciais, que também não serão tributados”, explicou.

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Regulamentação

A sanção da nova lei marca o ingresso do país em uma era de federalismo cooperativo com a gestão e fiscalização do IBS, em colaboração e parceria inédita entre as administrações tributárias dos entes federados.

A nova lei regulamenta a gestão e a fiscalização do IBS, que vai substituir o principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e o principal imposto municipal, o Imposto Sobre Serviços (ISS). A estrutura de um Comitê Gestor é fundamental para garantir a simplificação ao contribuinte, a uniformidade do cashback e garantir transparência e celeridade na devolução dos créditos.

Além disso, a nova lei estabelece também que o imposto estadual sobre heranças deverá ser progressivo. As alíquotas do Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD) serão definidas por cada Estado, respeitado teto de alíquota definido pelo Senado Federal.

Saiba mais no site do Planalto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Brasil registra superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de junho

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Na 2ª semana de junho de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,4 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 8,4 bilhões e importações de US$ 7 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 16,4 bilhões e as importações, US$ 11,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 28,1 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 165 bilhões e as importações, US$ 127,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 37,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 292,6 bilhões. Esses e outros resultados foram apresentados nesta segunda-feira (15/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês // 2º Semana de Junho/2026

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de junho/2026 (US$ 1,819 bi) com a de junho/2025 (US$ 1,451 bi), houve crescimento de 25,3%. Em relação às importações houve crescimento de 12,3% na comparação entre as médias até a 2ª semana de junho/2026 (US$ 1,301 bi) com a do mês de junho/2025 (US$ 1,158 bi).

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Assim, até a 2ª semana de junho/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 3.120,42 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 518,02 milhões. Comparando-se este período com a média de junho/2025, houve crescimento de 19,5% na corrente de comércio.

Exportações e importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 93,62 milhões (27,1%) em Agropecuária; de US$ 133,88 milhões (42,7%) em Indústria Extrativa e de US$ 137,09 milhões (17,4%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 0,81 milhões (3,6%) em Agropecuária; de US$ 6,29 milhões (13,4%) em Indústria Extrativa e de US$ 134,1 milhões (12,4%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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