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Em Campo Largo, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio qualificado e feminicídio homem de 21 anos que matou a própria mãe e o irmão de dez anos

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra um homem de 21 anos que matou a facadas a própria mãe e o irmão de dez anos no dia 4 de janeiro último.

Áudio do Promotor de Justiça Eduardo Labruna Dahia

Conforme a denúncia, o homem teria atacado o irmão no porão da residência da família, motivado por ciúmes quanto ao tratamento dado a ele pela mãe. Quando esta tentou socorrer a primeira vítima, após ouvir seus gritos, também foi assassinada.

O MPPR aponta homicídio qualificado por motivo torpe e uso de meio que dificultou a defesa da vítima no assassinato da criança. No caso da mãe, indica a ocorrência de feminicídio (por ter sido o delito praticado por razões da condição do sexo feminino em contexto de violência doméstica e familiar), também com as mesmas qualificadoras.

O denunciado está preso na Cadeia Pública de Curitiba desde a data dos crimes.

Processo 0000034-65.2026.8.16.0026

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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