Paraná
Policiais à paisana vão reforçar segurança do público nos shows do Verão Maior Paraná
As forças de segurança do Paraná vão reforçar o policiamento durante os shows do Verão Maior Paraná com a atuação de agentes à paisana da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Civil do Paraná (PCPR). A medida tem como objetivo ampliar a segurança do público e coibir a prática de crimes em locais com grandes aglomerações.
A estratégia faz parte do planejamento operacional da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP) para a alta temporada e atua de forma complementar ao policiamento ostensivo e fardado já presente nos eventos. Com essa abordagem, as forças de segurança garantem vigilância em todas as fases das apresentações, desde a chegada do público até a dispersão final.
A presença de policiais à paisana permite uma observação mais discreta do ambiente, facilitando a identificação de comportamentos suspeitos que poderiam passar despercebidos pelo policiamento tradicional. O foco principal é a repressão imediata a crimes como furtos, tráfico e uso de drogas, ocorrências comuns em locais com grande circulação de pessoas.
A estratégia de segurança combina visibilidade e atuação silenciosa para ampliar a capacidade de prevenção e resposta. “O policiamento à paisana se soma ao efetivo fardado para aumentar a presença e a vigilância no meio do público, identificar situações suspeitas com mais rapidez e agir imediatamente quando necessário”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.
- Shows com tranquilidade: veja dicas de segurança para curtir as atrações do Verão Maior
-
Tasers reforçam trabalho das forças de segurança durante o Verão Maior Paraná no Litoral
A operação é executada de forma integrada entre as polícias Militar e Civil, com alinhamento constante com os organizadores dos shows e demais órgãos públicos. Essa coordenação garante respostas rápidas e estruturadas a qualquer ocorrência, reduzindo riscos aos moradores e turistas.
Além do efetivo empregado, as forças de segurança utilizam tecnologias de monitoramento e sistemas de comunicação integrada para reforçar a vigilância durante toda a programação do Verão Maior Paraná.
Fonte: Governo PR
Paraná
Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena
O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.
Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima
O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.
Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.
Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.
Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.
Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
-
Economia7 dias agoMDIC divulga balança comercial da 3ª semana julho de 2026
-
Paraná7 dias agoA pedido do MPPR, Justiça condena Município de Icaraíma a devolver valores cobrados indevidamente em programa de regularização fundiária
-
Paraná6 dias agoMPPR oferece denúncia criminal contra três pessoas investigadas por crimes de fraude fiscal e lavagem de dinheiro apurados na Operação Enxágue
-
Esportes5 dias agoAtlético-MG e Bahia ficam no empate pela 19ª rodada do Brasileirão
-
Educação4 dias agoProrrogado prazo para submissão em edital de projetos de extensão
-
Política Nacional5 dias agoJustiças do Trabalho e Federal poderão receber R$ 21,5 milhões em crédito
-
Política Nacional7 dias agoComissão aprova projeto que proíbe condomínios de multar pessoas com deficiência por perturbação de sossego
-
Brasil6 dias agoPortaria regulamenta o trabalho no comércio durante os feriados
