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Paraná

UEPG divulga o resultado do vestibular e orientações sobre matrículas

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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) divulgou na tarde desta terça-feira (6) o resultado do Vestibular 2025. Os nomes dos candidatos classificados foram conhecidos durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais da instituição e também na TV Educativa da UEPG (14.1). As listas dos classificados em primeira chamada e lista de espera estão disponíveis no site da Coordenadoria de Processos de Seleção. Pouco mais de 7 mil candidatos de 14 estados do Brasil concorreram a 1.216 vagas, distribuídas entre os 40 cursos de graduação.

A maior nota do vestibular 2025 da UEPG foi de Luis Eduardo Cosseti Correia, que conseguiu 6.943 pontos. A segunda e a terceira maiores notas foram de Julia Vieira dos Santos, com 6.812 pontos e Guilherme Douhei, com 6.645 pontos.

A live contou com as boas-vindas do vice-reitor, Ivo Mottin Demiate, que desejou sucesso a todos os aprovados e de que também estava na expectativa pelo nome dos novos classificados da UEPG. “Nós temos na Universidade Estadual de Ponta Grossa grandes oportunidades para todos os alunos, como bolsas de permanência, iniciação científica, projetos de extensão, Restaurante Universitário”, destacou. “Vocês, futuros alunos, vão poder conhecer o que é uma universidade pública de excelência. Quero comemorar com todos vocês essa aprovação hoje”.

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O coordenador da CPS, Edson Luis Marchinski, disse que todos os classificados devem ficar atentos para que não percam a vaga. “Nesta quarta-feira (07), será publicado o edital para quem concorreu às cotas para negros e pessoas com deficiência com todas as informações sobre as bancas de heteroidentificação racial e de PcD, que devem acontecer nos dias 08 e 09 de janeiro”, afirmou.

Ele lembrou ainda que todos os classificados, independente de estarem na primeira chamada ou que ficaram na lista de espera, devem encaminhar a documentação, conforme consta no manual de matrícula, até a data estipulada.

O vestibular teve duração total de sete horas, divididas em dois períodos: pela manhã, com três horas para a prova vocacionada; e à tarde, com quatro horas destinadas à prova de conhecimentos gerais e à redação. A realização em um único dia busca facilitar a vinda de candidatos que moram em cidades onde as provas não são aplicadas. Todos os candidatos de fora de Ponta Grossa foram alocados no campus Uvaranas da UEPG. “Nós tivemos 2.800 candidatos oriundos de 94 cidades do Estado do Paraná e de 14 estados diferentes do Brasil”, destacou Marchinski.

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À medida que as classificações eram confirmadas, familiares e amigos passaram a celebrar as conquistas dos aprovados. Carlos Meter comentou: “Parabéns, meu filho, calouro Matemática”. Antes mesmo do anúncio na transmissão ao vivo, após conferir a lista de classificados no site da UEPG, Ilma Santos já comemorava a classificação do filho, João Vitor Oliveira Lima dos Santos, que concorria a uma vaga no curso de Jornalismo.

Alessandra Moreira também celebrou a conquista da filha: “minha filha Isabela Moreira da Silva passou em Engenharia de Materiais. Orgulho”. O pai de Matheus Henrique Marinho de Almeida também utilizou o espaço para comemorar a classificação do filho.

Fonte: Governo PR

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Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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