Polícial
10º BPM realiza doação de cerca de 400 kg de alimentos a instituições, em Apucarana-PR
Reafirmando o espírito de solidariedade e compromisso com a comunidade da PMPR, o 10º Batalhão de Polícia Militar promoveu a doação de quase 400 kg de alimentos a instituições carentes, no município de Apucarana-PR, região centro-norte do estado. A iniciativa demonstra o compromisso da Polícia Militar do Paraná não apenas com a segurança, mas também com o bem-estar das comunidades em que atua.
A doação, que aconteceu na última segunda-feira, dia 30 de outubro, foi possível graças à generosidade da comunidade e ao evento de arrecadação realizado durante a apresentação da Banda de Música da Polícia Militar do Paraná, ocorrida no dia 24 de outubro.
A metade dos alimentos arrecadados foi destinada ao “Lar Sagrada Família”, uma instituição sem fins lucrativos que se dedica a acolher crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A outra parte foi direcionada à “Casa do Dodô”, uma residência inclusiva construída para dar abrigo a jovens e adultos com mais de 18 anos que possuem deficiência intelectual e não têm perspectiva de moradia.
O Tenente-Coronel Edvaldo Isidoro Vieira, Comandante do 10º BPM, destacou a importância da participação ativa da Polícia Militar na comunidade, indo além das ações em segurança pública. “A gente sabe que essas entidades se beneficiam através de doações, e nada mais justo que a Polícia Militar dê a sua contribuição, pois não nos cabe apenas o combate efetivo, mas também o trabalho preventivo, agindo no servir e proteger”, afirmou o Comandante.
Além disso, o Comandante do 10º BPM enfatizou ainda a importância de estabelecer uma conexão mais próxima entre a Polícia Militar e as instituições beneficiadas, visando criar um relacionamento de amizade e confiança entre a comunidade e a PMPR. “A gente faz questão de estar presente, conversando com a diretoria dessas entidades para realmente aproximar a Polícia Militar, para que possamos estabelecer essa conexão de amizade com a PMPR”, completou.
A ação solidária do 10º BPM exemplifica a forma como a Polícia Militar do Paraná desempenha um papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa, unida e segura. Demonstra que, além de garantir a segurança da população, a PMPR está comprometida em ser um agente de transformação social nas comunidades que serve.
Comunicação Social da PMPR.
Fonte: Polícia Militar PR
Polícial
PCPR, com apoio da PCERJ, prende segundo investigado por crimes praticados contra adolescente em Curitiba
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o segundo investigado, de 22 anos, por crimes praticados contra uma adolescente em Curitiba. A captura aconteceu nesta quinta-feira (18), no município de Belford Roxo (RJ), com apoio da Divisão de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).
A prisão é resultado de uma investigação conduzida pelo Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos da PCPR (DRCC), iniciada em 2023, que apura os crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
A ação desta quinta-feira (18) resultou no cumprimento de um mandado de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão.
Segundo o delegado da PCPR Thiago Pereira Lima, a captura é um desdobramento da operação realizada na última sexta-feira (13), quando outro investigado, de 28, foi preso em Paranaguá, no Litoral do Paraná.
“Embora as prisões façam parte da mesma investigação, a PCPR apurou que os dois investigados não se conheciam, não mantinham qualquer vínculo entre si e atuavam de forma independente em relação à vítima”, explica.
De acordo com as investigações, os suspeitos mantinham contato com a adolescente por meio da internet e exigiam que ela praticasse atos libidinosos, registrasse as ações em vídeos e encaminhasse os conteúdos aos investigados.
As apurações apontam ainda que o homem preso no Rio de Janeiro exigia que a vítima praticasse atos de automutilação, determinando que realizasse cortes no próprio corpo, escrevesse o nome dele utilizando sangue e registrasse as lesões em vídeos e fotografias.
Conforme a investigação, os fatos ultrapassaram os crimes relacionados à produção e ao armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, resultando na representação pelas prisões temporárias dos investigados pelos crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
Com o cumprimento do segundo mandado de prisão, a PCPR concluiu a fase operacional relacionada à identificação e localização dos suspeitos. Os investigados permanecem à disposição da Justiça.
Fonte: PJC PR
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