Connect with us


Educação

Webinário divulga curso sobre ensino de matemática e linguagens

Publicado em

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizou nesta terça-feira, 21 de outubro, o webinário sobre o tema “Mais Matemática e suas Tecnologias & Mais Linguagens e suas Tecnologias”. Na ocasião, foram destacados os Itinerários Formativos de Aprofundamento em Matemática e Linguagens, com exemplos de práticas em sala. Os encontros são realizados em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e transmitidos pelo canal do MEC no YouTube, das 10h às 11h (horário de Brasília).

O curso faz parte da série do ciclo de webinários de divulgação dos novos cursos oferecidos no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). As formações têm como público-alvo mais de 500 mil professores, gestores e técnicos das redes estaduais e distrital de ensino médio, além de estudantes e profissionais das licenciaturas e pedagogias.

Na abertura, a coordenadora-geral de Ensino Médio do MEC, Valdirene Alves de Oliveira, foi mediadora do webinário e fez parte da curadoria dos materiais. Ela convidou os participantes para passearem pelo Avamec e conhecerem todos os cursos disponíveis. “Principalmente, naqueles que têm a terminologia ‘Mais’ e ‘Ensino Médio’. Tem o Mais Ensino Médio, que representa a política e fala dos nossos desafios, nossas premissas, nossos princípios e faz um diálogo com a resolução que institui os Parâmetros Nacionais para Oferta dos Itinerários, mas que também fala de uma proposta para temáticas que serão voltadas aqui, como a educação digital e o eixo da permanência trajetória dos estudantes”, informou.

Leia mais:  MEC publica metas de matrículas do Juros por Educação

Também participaram do webinário Luciana Magri, da Diretoria de Formação de Professores; Manuela Vilela, da Diretoria de Educação Básica (Dieb); e Jaqueline Melo, da Diretoria de Apoio à Gestão Escolar (Dage).

Nos webinários, as professoras de linguagens e de matemática contribuíram com o diálogo, e gestores da SEB apresentaram as formações já disponíveis no Avamec, como o Mais Ensino Médio, além dos novos cursos: Mais Matemática e suas Tecnologias; Mais Linguagens e suas Tecnologias; Mais Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Mais Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Estão sendo disponibilizados, ainda, conteúdos sobre juventudes e justiça curricular e cidadania digital. Os cursos terão 180 horas cada e serão autoinstrucionais, com sessões-problema e estudos de caso.

Agenda – Quarta-feira, dia 22 de outubro, será o último dia do ciclo de webinários, ocasião na qual será apresentado o curso “Mais Ciências da Natureza & Mais Ciências Humanas e Sociais Aplicadas”. Outros temas debatidos serão interdisciplinaridade, justiça curricular e juventudes, além de contextualização em interdisciplinaridade e territorialidade.

No primeiro dia, 1º de outubro, foi apresentado o curso Mais Ensino Médio. Foram debatidos, ainda, os temas: Pé-de-Meia, justiça curricular e permanência escolar; e Cidadania Digital e centralidade da formação docente e de metodologias inovadoras.

Leia mais:  Clique Escola oferece dados e serviços educacionais

Política – O ciclo de webinários de divulgação é uma ação da Política Nacional de Ensino Médio (Pnaem), que trouxe mudanças estruturais no ensino médio, considerando a diversidade das juventudes e as realidades regionais do país, promovendo uma educação que articule formação geral, técnica e cidadã. A formação continuada de professores e profissionais da educação é um dos eixos centrais dessa política. Instituída pela Lei nº 14.945/2024, a política alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e estabeleceu novas diretrizes para o currículo do ensino médio.

Entre os pontos destacados na política, estão a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais, a criação de diretrizes operacionais para os itinerários formativos de aprofundamento e a elaboração de Planos de Ação por parte das secretarias estaduais e distrital de educação. Esses planos foram elaborados com apoio técnico e financeiro do MEC, com o intuito de implementar as mudanças de forma escalonada, respeitando o princípio da equidade e garantindo a transição segura paraestudantes e profissionais da educação.

Após a instituição da Política Nacional do Ensino Médio, o MEC fez a revisão dos cursos disponibilizados no Avamec para apoiar a implementação da Pnaem nas unidades federativas, o que contou com equipes docentes, com pesquisadores e gestores.

Assessoria de Comunicação Social, com informações da SEB

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook

Educação

Projeto da Univasf utiliza o esporte para apoiar jovens com TEA

Published

on

No meio do Sertão Pernambucano, em Petrolina, um projeto de extensão e pesquisa da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) tem transformado a vida de crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista (TEA) que necessitam de suporte nível 1. Há pouco mais de dois anos, de forma gratuita e aberta à comunidade, a iniciativa “Vem para o Jogo” utiliza o esporte para trabalhar não só a coordenação motora e os aspectos físicos dos jovens, mas também o respeito, o trabalho em equipe, o convívio social, o raciocínio lógico e tantas outras habilidades necessárias para o dia a dia. 

“Eu falo com os pais que o esporte é uma simulação da vida, porque ele desenvolve habilidades que serão fundamentais para todos os aspectos da nossa convivência”, explicou o professor responsável pelo projeto, Fernando de Aguiar. “Quando você está em um emprego, por exemplo, você tem um chefe, faz parte de uma equipe e tem um trabalho a cumprir, em que será necessário seguir regras e respeitar todos os envolvidos. O esporte também tem tudo isso e, por isso, nós conseguimos trabalhar várias dessas habilidades essenciais para que os alunos possam se desenvolver da melhor forma”. 

Para as pessoas no espectro autista, que podem necessitar de diferentes níveis de suporte, o esporte surge como uma possibilidade de exercitar habilidades que podem ser afetadas pela neurodivergência, como a capacidade de se expressar, de entender contextos sociais e de superar frustrações. O projeto atua com crianças e adolescentes que se encontram no nível 1 de suporte e que têm boa autonomia para as atividades cotidianas, mas que podem precisar de eventuais apoios para enfrentar desafios sociais e de rotina. 

Leia mais:  Após dois anos de Pé-de-Meia, abandono escolar no RJ cai 14%

De acordo com o professor, como o esporte é uma atividade que exige comunicação, trabalho em equipe e inteligência para superar desafios, o projeto consegue auxiliar os estudantes a driblarem certas dificuldades que teriam em decorrência do TEA. “O que nós vemos com o projeto é que muitas crianças que já estão conosco há mais tempo conseguem antecipar certas situações e auxiliar aquelas que acabaram de entrar sobre as melhores formas de navegar por meio da prática esportiva. Assim, elas conseguem desenvolver uma nova percepção do mundo e do ambiente, com mais controle emocional, autoestima e capacidade de se autorregular”, afirmou. 

Além de desenvolver as atividades físicas, o projeto também fornece aos pais, a cada seis meses, um relatório completo com informações sobre padrões alimentares e de sono, além de dados sobre as habilidades cognitivas, psicológicas, emocionais e motoras dos filhos. Esse material pode ajudar a orientar familiares acerca do atendimento aos estudantes, a fim de se organizarem de acordo com a rotina deles. 

Luana Marques, mãe de um dos alunos, explicou que o projeto mudou completamente a vida do filho. “Logo que ele entrou, os meninos eram maiores do que ele, então eu senti que ele ficou um pouco desconfortável, mas ele disse que queria continuar. Desde então, ele se desenvolveu de uma forma que anos de terapia não teriam ajudado. Ele se sente mais capaz de fazer as atividades, de aprender coisas novas, de interagir com os colegas e de confiar nos amigos. Ele cresceu muito na parte social”, afirmou. 

Leia mais:  Enem 2026: campanha do MEC reforça que exame pode transformar vidas

Desenvolvimento profissional – Por ser um projeto de pesquisa e extensão, desenvolvido em uma universidade federal, o “Vem para o Jogo” também contribui para o crescimento profissional dos estudantes de graduação. No projeto, que envolve os departamentos de educação física e ciências da computação, os alunos da universidade participam da criação de aplicativos que ajudam a mapear a rotina dos estudantes; da concepção de relatórios sobre comportamentos e preferências; e da avaliação física e psicológica das crianças e adolescentes atendidas.  

Universidades Federais – Para enviar as iniciativas e atividades desenvolvidas em sua instituição, basta responder ao formulário da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC. Nele, as universidades devem incluir um texto explicativo sobre o projeto e sua relevância para o atendimento público, bem como fotos e vídeos que ajudem a ilustrar as atividades. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262