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Paraná

Viveiro florestal de Pitanga fecha temporariamente após ser danificado pelas chuvas

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O Instituto Água e Terra (IAT) fechou temporariamente o viveiro florestal de Pitanga, na região Central do Estado, danificado pelas fortes chuvas do fim de semana. Estruturas como estufas, casa do viveirista e o almoxarifado precisarão passar por reparos. Cerca de 60% do estoque total de mudas, estimado em 40 mil pés entre erva-mate, araucária, aroeira, ipê-amarelo, juqueri e araçá, entre outros, foram perdidos.

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a precipitação acumulada na região chegou a 100 milímetros (mm) neste domingo (8). Não há previsão de retorno das atividades.

Relatório da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil apontou que os temporais em Pitanga afetaram aproximadamente 800 pessoas e danificaram 200 casas.

“Ainda não conseguimos saber exatamente o quanto perdemos, pois estamos nesse processo de reorganização, mas o estrago foi grande. Já temos pessoas limpando as casas do viveiro para que possamos voltar com as atividades assim que possível”, afirma o gerente do escritório regional do IAT em Pitanga, Elmiro Genero.

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Funcionários da regional de Guarapuava foram deslocados para ajudar na limpeza e reestruturação do viveiro de Pitanga.

PAULO FRONTIN – O viveiro florestal da regional de União da Vitória, localizado no município de Paulo Frontin, também sofreu com a tempestade. A central de armazenamento de água do complexo transbordou, e a via de acesso ao local ficou interditada durante parte do domingo. O viveiro, porém, está funcionando normalmente nesta segunda-feira (9).

CASCAVEL – Na quarta-feira (4), na região Oeste, o viveiro florestal de Cascavel teve o escritório e a casa de vegetação destelhados, além de perder a proteção das estufas das mudas após a passagem de um tornado na cidade, com ventos de 180 km/h a 250 km/h.

Segundo a coordenadora do complexo, a engenheira florestal Aline Heberle, o local ainda está em processo de limpeza. Algumas árvores que foram derrubadas pela ventania estão sendo cortadas para desobstruir a passagem. O viveiro continua sem previsão para o retorno das atividades.

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Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná lança campanha #MundoSemBullying para escolas da rede pública estadual

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O Ministério Público do Paraná lança a segunda edição da campanha #MundoSemBullying, que visa promover, entre os dias 3 e 13 de novembro, ações de conscientização contra o bullying e o cyberbullying em escolas da rede pública estadual. 

O objetivo da ação, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, é incentivar o respeito e a empatia, orientar sobre canais de proteção e abordar a responsabilização pelas práticas. Promotores(as) e Procuradores(as) de Justiça irão realizar palestras nas unidades de ensino.

Alcance – Coordenada pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente e da Educação (CAOPCAE) do MPPR, a campanha alcançou em sua primeira edição, em 2025, 37.178 alunos de 277 escolas, em 184 municípios. A iniciativa contou com a participação de 136 Promotores(as) e Procuradores(as) de Justiça.

A Campanha #MundoSemBullying  é alusiva ao Dia Internacional contra a Violência e o Bullying na Escola, instituído pela Unesco na primeira quinta-feira de novembro, e, como novidade desta nova edição, contará com a parceria do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos.

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Considerando que a campanha será desenvolvida durante o Mês da Consciência Negra, a edição de 2026 também abordará, de forma transversal, o respeito à diversidade e o enfrentamento ao racismo, ao preconceito e à discriminação no ambiente escolar.

De acordo com a Promotora de Justiça Beatriz Spindler de Oliveira Leite, que atua no CAOPCAE, a iniciativa busca fortalecer a prevenção e a proteção dos estudantes: “Queremos que eles reconheçam o bullying, compreendam os danos que a prática provoca e saibam como buscar ajuda. A campanha também convida quem presencia essas situações a apoiar a vítima e procurar um adulto de confiança, fortalecendo o respeito às diferenças e o compromisso coletivo com uma escola acolhedora e segura”. 

Fonte: Ministério Público PR

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